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Nicole Weber Covatti, Vereadora em Santa Cruz do Sul, esteve no Direto ao Ponto e falou sobre o trabalho realizado no Legislativo santa-cruzense e o desfecho do caso de um servidor acusado de assédio e que foi demitido pela Prefeitura de Santa Cruz.
Hoje, aqui na Arauto, eu quero contar uma história pra vocês.
Daquelas que fazem a gente parar um pouco e refletir sobre a vida.
É a história de um soldado que voltava pra casa depois da guerra do Vietnã.
Antes de chegar, ele ligou pros pais e disse:
— Mãe, Pai… eu estou voltando. Mas queria pedir um favor. Tenho um amigo, e gostaria de levá-lo comigo.
— Claro, filho! — responderam os pais. — Vamos adorar conhecê-lo.
— Mas há algo que vocês precisam saber… — continuou o rapaz. — Ele foi gravemente ferido. Pisou numa mina, perdeu um braço e uma perna. Não tem pra onde ir. Eu quero que ele venha morar conosco.
Do outro lado da linha, silêncio. Até que o pai respondeu:
— Filho, não sabes o que está pedindo. Alguém com tantas dificuldades seria um peso muito grande pra nós. Temos a nossa vida… e não podemos deixar que isso interfira. Volta pra casa. O teu amigo vai encontrar um jeito de viver por conta própria.
Naquele instante, o jovem desligou o telefone.
Dias depois, os pais receberam uma ligação da polícia de São Francisco. O filho havia morrido, depois de cair de um prédio. Para a polícia, um suicídio.
Angustiados, os pais voaram até lá. No necrotério, reconheceram o corpo.
E foi nesse momento que descobriram algo que nunca souberam:
o filho deles… tinha apenas um braço e uma perna.
Essa história nos mostra muito sobre nós mesmos.
Quantas vezes é fácil amar quem nos traz alegria, quem é saudável, bonito, divertido…
Mas quando alguém exige mais de nós, quando nos incomoda, quando nos pede paciência… quantas vezes escolhemos virar as costas?
Graças a Deus, existe alguém que não nos trata assim.
Alguém que nos acolhe com amor incondicional, que nos aceita como somos.
E que nos lembra que o milagre da amizade e do amor verdadeiro é o maior presente que podemos dar e receber.
Que hoje — e sempre — a gente tenha a coragem de amar não só quando é fácil… mas, principalmente, quando é difícil.
Porque é aí que o amor mostra a sua verdadeira força.
Empresário da Agroindústria Porath, de Vera Cruz, 2º lugar na categoria Melado líquido no "Oscar da Agroindústria Familiar” da Expointer 2025
Fundada em 2018 por Felipe Eduardo Silva, a FLP Viagens, de Vera Cruz, nasceu de um episódio curioso: uma experiência frustrada em Porto Seguro. A partir desse contratempo, o proprietário decidiu que ninguém mais deveria passar por algo semelhante
Nícolas da Silva, Luciano Almeida, Cristiano Silva e Matheus Steffens
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
* Agentes de saúde realizam levantamento no Bairro Várzea
* Trabalhadores votam nesta sexta-feira proposta de horário especial de Natal
* Rodeio campeiro deve atrair até 200 laçadores a Vera Cruz
* Em destaque na segurança pública: Acidente deixa motociclista ferida no Bairro Arroio Grande
Danieli Eichwald, Carina Bublitz e Áurea Binz participaram do Assunto Nosso e falaram sobre o Projeto Comunicação Não Violenta.
Jane Sabin, secretária de Educação em Santa Cruz, esteve no Direto ao Ponto e explicou as mudanças no Vale Mais Educação, além de comentar a demanda por vagas e servidores na Secretaria da Educação.
Diogo Rafael Guedes, coordenador da Asan, e Juliana Caetano, secretária da Asan, participaram do Direto ao Ponto e destacaram que a Associação de Auxílio aos Necessitados e Idosos de Santa Cruz do Sul completa 77 anos e realiza jantar no dia 4 de novembro.
A primeira discussão de casal da história aconteceu lá no Paraíso. E adivinha? Foi por causa de uma maçã. Depois disso, Adão e Eva devem ter ficado dias sem se falar… e, provavelmente, em cada nova briga, alguém ainda lembrava: “Foi tu que pegou a maçã!”.
Brigas de casal existem desde sempre. E vão continuar existindo. Só que nem todas são iguais. Às vezes é só uma ironia, uma palavra atravessada, um silêncio. Outras vezes a coisa cresce e vira separação. Mas a boa notícia é que dá pra evitar muita dor de cabeça com algumas atitudes simples.
Primeira: falar. Conversar. Depois de anos juntos, ainda tem coisas que um não contou pro outro. E aí surge aquela frase: “Você nunca me disse isso!”. Guardar medo, desejo ou incômodo só complica.
Segunda: se colocar no lugar do outro. Tem marido que acha que a esposa gasta demais. Basta ir junto no mercado pra ver como as coisas realmente são. Tem homem que pensa que a mulher passa o dia sem fazer nada. Mas basta ajudar um pouco nas tarefas de casa pra mudar de ideia rapidinho.
Terceira: valorizar. Ironia e agressão não levam a lugar nenhum. Agora, um elogio sincero muda tudo. Sempre tem algo bonito a destacar. E até o bom humor ajuda muito – só não vale confundir com sarcasmo.
E por último: perdoar. Se nada deu certo, o perdão abre uma nova porta. Quem perdoa, ganha. E, no casal, os dois ganham. Guardar mágoa é como tomar veneno achando que vai fazer mal pro outro. O perdão é que devolve a paz e a chance de recomeçar.
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