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A diferença de onde você está hoje, para a vida dos seus sonhos é apenas um BOMBOM. Em um estudo, crianças foram deixadas sozinhas em uma sala com um bombom...
Um adulto aparecia e dizia o seguinte: "Olha, eu preciso sair por 15 minutos... É muito importante que você não coma o bombom. Se fizer isso, quando eu voltar, te darei dois bombons..."
Consegue imaginar a criança sozinha em uma sala olhando para o chocolate? Pior: ter que ficar olhando por 15 minutos sem comer?
Quem conseguiu esperar foi recompensado com mais bombom. Qual o objetivo desse estudo? Torturar criancinhas? Não... O objetivo era avaliar os efeitos da gratificação adiada.
E descobriram que as crianças que não comeram o bombom e até aquelas que resistiram à tentação por mais tempo, saíam-se melhor na escola, tinham mais facilidade para se relacionar socialmente e administravam o estresse melhor que as crianças que devoraram o bombom assim que o adulto saiu da sala. Aqueles que resistiram tiveram mais sucesso do que os que comeram a guloseima.
Moral da história: você está cedendo aos prazeres imediatos e devorando bombons ou está esperando e apostando no longo prazo para conseguir aquilo que realmente quer?
A sabedoria de resistir a prazeres imediatos em prol de benefícios a longo prazo é uma virtude que pode ser considerada tanto uma arte quanto uma ciência. A capacidade de adiar a gratificação instantânea é frequentemente associada a resultados mais positivos na vida, desde o sucesso financeiro até o bem-estar pessoal.
Essa abordagem requer disciplina e visão de futuro, uma compreensão de que o verdadeiro valor muitas vezes reside não na satisfação rápida e efêmera, mas na paciência e na perseverança que pavimentam o caminho para conquistas mais substanciais e duradouras. Ao priorizar objetivos de longo prazo sobre a tentação de recompensas imediatas, cultivamos uma resiliência que nos capacita a construir uma base sólida para o futuro, garantindo que as escolhas de hoje não prejudiquem as oportunidades de amanhã.
Não seja um devorador de bombons.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio,Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Eu entendi uma coisa importante! Posso te contar?
Colocar nossos filhos na melhor escola é muito bom, mas nada se compara a ensinar amor, empatia e bondade pelo exemplo. Todo dia.
Um belo quarto é muito legal, mas abraços apertados, carregados de sentimento são muito melhores!
Uma bela tela bem grande é fascinante, um smartphone moderno também. Porém ouvir nossos filhos, conversar com calma e demonstrar atenção é infinitamente melhor.
Viagens e passeios são maravilhosos, mas uma casa cheia de paz e acolhimento tem um valor muito superior.
No futuro os nossos filhos não irão se lembrar sempre das marcas dos presentes que ganharam, mas nunca se esquecerão do pai e da mãe que foram presentes em suas vidas.
Ensinar com amor e exemplo, isso faz a diferença.
Concorda?
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio,Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
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No dia a dia, a gente tenta controlar tudo. Planejamos, fazemos listas, estabelecemos metas. Mas, de vez em quando, a vida mostra que ela tem vontade própria. Coisas acontecem que a gente não espera, e nem sempre dá para entender o porquê. Em nossa jornada pela existência, frequentemente nos deparamos com a ilusão de controle, a crença de que cada aspecto de nossas vidas está sob nosso domínio. No entanto, a verdade é que somos navegantes em um oceano vasto e imprevisível, onde correntes ocultas e ventos súbitos podem alterar nosso curso em um instante. É neste reconhecimento de nossa própria finitude que emerge a serena beleza da dependência de Deus.
Depender de Deus não é sinal de fraqueza, mas a aceitação humilde de que há uma força maior, uma presença amorosa que nos sustenta quando nossas forças falham. Nas escrituras, encontramos inúmeras passagens que nos convidam a confiar no Criador, que nos conhece profundamente e deseja o melhor para nós, mesmo quando as circunstâncias parecem indicar o contrário.
A fé é a ponte que construímos sobre o abismo da incerteza. Ela nos permite caminhar com confiança, mesmo quando não enxergamos o caminho à frente. E essa fé se nutre na confiança de que, embora não possamos entender o "porquê" de cada acontecimento, existe um propósito divino em ação, um tecer misterioso que, um dia, revelará um desígnio de amor e sabedoria.
O abandono em Deus é, portanto, um ato de amor e coragem. É escolher viver com o coração aberto, entregando nossos planos, sonhos e preocupações nas mãos Daquele que é capaz de transformar a dor em crescimento, a perda em ganho e o fim em um novo começo. Ao nos abandonarmos em Deus, somos convidados a viver uma liberdade paradoxal: a liberdade de quem se sabe cuidado, guiado e amado.
Neste abandono, descobrimos a paz que transcende todo entendimento. A ansiedade pelo futuro dá lugar à serenidade do presente, onde cada momento é vivido com plenitude, sabendo que, venha o que vier, estamos em comunhão com o Eterno. Essa confiança nos capacita a olhar para a vida não como uma série de obstáculos a serem controlados, mas como uma aventura a ser vivida, com Deus como nosso companheiro constante.
Portanto, ao sentir que as rédeas da existência escapam de suas mãos, lembre-se de erguer o olhar e soltar as amarras do coração. Permita-se depender de Deus, pois é nessa dependência que encontramos nossa verdadeira força. E dessa forma, com fé, confiança e abandono, caminhamos não apenas sobrevivendo, mas florescendo sob a graça e o cuidado divino.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio,Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Trabalhara muitos anos como carpinteiro e sempre dera importância aos detalhes, porque estes significam qualidade. A idade vinha chegando e ele tomou a decisão de aposentar-se. Deixaria o trabalho e viveria uma vida tranquila com a família.
O patrão lamentou, mas entendeu a decisão e pediu-lhe um último serviço. Seria um favor até: construir sua última casa. O velho carpinteiro, acostumado aos desafios, sentiu dentro de si o entusiasmo da juventude, temperado com anos de experiência. Essa casa seria a sua melhor obra, tanto mais que o patrão pediu que não olhasse despesas e usasse o melhor material possível. Ele trabalhou com as mãos e com o coração. Finalmente, num belo dia, o empegado comunicou que a obra estava concluída.
O patrão visitou a casa e ficou maravilhado com os acabamentos e sua funcionalidade. Era uma obra perfeita, feita cm inteligência e amor. Depois de examinar tudo, o patrão entregou a chave ao carpinteiro, dizendo: a casa é sua.
Não se trata de uma história inventada. É realidade. Isto acontece na vida. Cada um tem sua maneira de construir. Há os que empregam material de baixa qualidade e não se preocupam com os acabamentos. O apóstolo Paulo fala dos diversos tipos de construtores. Cada um escolhe o material: ouro, prata, pedras preciosas, madeira, palha ou barro. ( 1 Cor. 3,12) É nesta casa que iremos morar um dia. A escolha não leva em conta os outros, os possíveis aplausos, mas a própria coerência. Tudo o que fazemos, fazemos à nossa imagem e semelhança.
Nossa vida é feita de escolhas. E estas escolhas têm uma lógica inflexível. Somos livres para escolher as sementes, mas somos obrigados a colher o que plantamos. A semente é escolha, o fruto, consequência. A eternidade consiste numa casa, que estamos construindo agora para habitar depois.
Cansado, envelhecido, sofrendo muito com reumatismos, o pintor francês, Augusto Renoir, insistia em pintar. Aos que o aconselhavam desistir, ele explicava: A dor passa, mas a beleza fica. Caminha neste sentido a opinião de Zeuxis, pintor da antiguidade grega. Porque caprichar tanto nos detalhes, que pouco observariam? Assim pensavam muitos. Ele encerrou a questão dizendo: eu pinto para a Eternidade
Frei Aldo Colombo
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