
Sign up to save your podcasts
Or


Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio,Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Ao nos depararmos com a entrada deste novo ano, percebemos que ele se desenha diante de nós como uma ampla tela de oportunidades. É o momento propício para redefinir nossas trajetórias, embarcar em novos projetos e nutrir expectativas renovadas. Este é o momento de arregaçar as mangas e, juntos, fazer acontecer.
Em 2024, convidamos vocês a transcenderem a mera superficialidade dos desejos de ano novo. É mais do que listar resoluções; é o compromisso de planejar com precisão, movimentar com propósito e conquistar com determinação. Acreditar não apenas nas metas, mas na nossa capacidade de alcançá-las.
Este ano é uma jornada que vai além do individualismo. Faz parte da nossa essência criar uma teia de solidariedade, ajudando e surpreendendo uns aos outros. Uma ação simples pode causar um impacto significativo na vida de alguém.
Ao olharmos para dezembro, vislumbramos um orgulho genuíno pelos feitos alcançados. Cada desafio superado, cada meta conquistada não só marca nosso progresso, mas nos molda, fortalecendo o caráter.
Cuidar da alimentação vai além do físico; é um ato de autenticidade consigo mesmo. Praticar um esporte não é apenas um exercício físico, mas uma jornada para o equilíbrio mental. Diminuir o tempo no celular nos permite resgatar a conexão com o mundo à nossa volta. E começar algo novo não é apenas sobre inovação, mas uma afirmação de que sempre há espaço para o crescimento.
Este ano é uma oportunidade para uma mudança profunda e autêntica. Deixemos para trás as limitações autoimpostas e abracemos a capacidade de criar impacto duradouro. 2024 é uma tela em branco esperando ser pintada com as cores vibrantes das nossas aspirações mais profundas.
Ao caminharmos juntos neste ano, vamos refletir sobre cada passo, aprender com cada desafio e celebrar cada conquista. Que 2024 seja o ano em que não apenas vemos a mudança, mas nos tornamos agentes de transformação.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio,Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Dias atrás, me peguei pensando em algum verbo que pudesse exprimir o meu sentimento em relação ao ano 2024. Uma simples palavra que me desse uma esperança de um futuro inspirador, um mundo melhor para todos. Tudo bem, sei que isto pode soar um pouco utópico; no entanto, é preciso sonhar! Sonhar com um mundo sem miséria e sem guerras, como o fez John Lennon. Sonhar com um mundo sem preconceito racial e sem injustiça, como o fez, certa vez, Martin Luther King. Sonhar com um mundo em que todos se ajudam e compartilham suas conquistas, como o fez Madre Teresa de Calcutá. Enfim, sonhar. Simplesmente sonhar.
Como num piscar de olhos, enquanto pensava em tudo isso, surgiu o que eu estava buscando: a forma verbal que todos deveriam pôr em prática daqui em diante. E foi aí que não saiu mais do meu pensamento a expressão “tentar”. Que pena que muita gente ainda não percebeu a importância dessa simples palavra. Tentar... Tentar, por exemplo, olhar fixo nos olhos de alguém muito especial e dizer: “Eu te amo”! Tentar entender que a forma de demonstrar os sentimentos é bastante distinta para cada indivíduo e, por isso, respeitar as limitações do outro é um sinal de sapiência. Tentar, quem sabe, elogiar mais do que criticar, sorrir mais do que chorar, acreditar mais do que desistir, dizer mais “sim” do que “não”. Tentar, daqui pra frente, viver intensamente cada minuto da vida como se fosse o último. Tentar ser mais prudente, mais tolerante, mais flexível e menos sério. Senso de humor não faz mal a ninguém e é sempre bem-vindo. Ao invés de constrangimento e tristeza, prefira a alegria e o bom humor, inclusive nos momentos de embaraço. Afinal, como dizia Freud, “a autoironia representa o triunfo do ego”. E, acima de qualquer coisa, sejamos felizes! Muito felizes!
Que 2024 fique na memória de cada um de nós como um ano inesquecível, maravilhoso, repleto de conquistas e realizações. Que seja um ano de muita luz, paz de espírito e amor no coração. Que em 2024 possamos fazer coisas tão óbvias e banais; as quais, porém, na maior parte do tempo, deixamos de lado. Como, por exemplo, dar um passeio na praça ou no parque e ficar ali, só observando a paisagem e, de preferência, ouvindo belas canções. A felicidade é relativa e pessoal, depende de como cada um entende o seu significado. De qualquer modo, busque a sua! Lembre-se: tentar. Tente. E, se errar, já dizia aquela música: “Tente outra vez”. Mais valem as lágrimas de uma derrota do que o arrependimento por não ter tentado. Ame, viaje, dance, cante, sem medo de ser feliz. Se algum dia tiver vontade de sair correndo pelas ruas, cantando e dançando, faça-o! E nunca desista dos seus sonhos. E quando o chamarem de louco, olhe bem nos olhos da pessoa e diga: “Louco é quem me diz que não é feliz”.
Por Luciano Corrêa Iochins
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio,Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Conforme me aproximo deste novo ano, sinto-me envolto em esperança e vitalidade. O tempo segue seu curso, e com ele, abre-se um leque de novas possibilidades e momentos a serem vividos. A cada dia que se inicia, vejo uma oportunidade de me reinventar e de agradecer pela vida que pulsa em mim.
Lembro-me do tempo em que a doença me açoitou, deixando meu corpo e espírito em um estado de fragilidade que nunca imaginei possível. Foi um período em que cada respiração era um desafio, e a incerteza sobre o amanhã era a sombra constante que pairava sobre meus dias.
Naqueles momentos de luta, encontrei em mim uma força que desconhecia. A batalha pela minha saúde tornou-se meu campo de aprendizado, onde cada pequena vitória sobre a doença era um triunfo monumental. A superação tornou-se minha companheira silenciosa, e a cada tratamento, a cada consulta, fortalecia-se a convicção de que eu sairia daquele período não apenas curado, mas transformado.
Agora, ao olhar para trás, vejo essa experiência como um testemunho da minha resiliência. A cura não foi apenas física; foi uma jornada que redefiniu meu ser. Com uma nova apreciação pela saúde e pela vida, abraço cada experiência com uma intensidade diferente.
Hoje, de pé e com saúde restaurada, encaro o futuro não como um desafio, mas como um convite à celebração. As dúvidas e temores que me acompanharam durante a doença transformaram-se em fontes de empatia e compreensão para com os outros.
Com a solidariedade e a compaixão forjadas no calor da minha própria luta, agora procuro ser um farol de esperança para aqueles que ainda enfrentam suas batalhas. Cada ato de bondade que pratico é um reflexo da gratidão que sinto por cada novo dia que me é concedido. Creio no poder dos sonhos e na força indomável da vontade humana.
É bom lembrar que a gente não precisa passar por um problema de saúde para dar valor à vida. Às vezes, a gente espera demais para ser grato ou deixa para depois aquilo que sonha fazer, sem perceber que as coisas simples, como respirar sem dificuldade, andar por onde quer ou dar uma boa gargalhada, são verdadeiros presentes do dia a dia. É importante a gente saber que não é só na hora do aperto que a vida vale a pena. Ela já é especial no dia a dia, com todas as suas coisas simples e belas.
Então, que tal a gente fazer um trato para este ano novo? Vamos tentar ver o valor de cada dia, mesmo aqueles que parecem ser mais do mesmo. Vamos tentar achar alegria nas coisas mais básicas e ficar de olho nas pequenas felicidades que aparecem sem a gente esperar. Que a gente não espere um perrengue para perceber o quanto nossa vida é boa. Um brinde ao Ano Novo que tá chegando, com muita saúde, paz e um montão de momentos para a gente curtir de verdade!
From the publisher's feed