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1. Afaste-se daquelas pessoas que só chegam para compartilhar queixas, problemas, histórias desastrosas, medo e julgamento dos outros. Se alguém procura uma lata para jogar o lixo que tem dentro, que não seja na sua mente.
2. Pague as suas contas a tempo. Ao mesmo tempo, cobre aqueles que te devem ou escolha deixar para lá, se você já percebeu que é impossível receber.
3. Cumpra as suas promessas. Se você não cumpriu alguma, pergunte-se o porquê desta resistência. Sempre você tem o direito de mudar de opinião, de se desculpar, de compensar, de renegociar e de oferecer outra alternativa diante de uma promessa não cumprida, mesmo que já um costume. A forma mais fácil de evitar o não cumprimento de algo que você não quer fazer é dizer "NÃO" desde o começo.
4. Elimine, dentro do possível, e delegue aquelas tarefas que você prefere não fazer, dedicando o seu tempo àquilo que, sim, você desfruta fazer.
5. Dê permissão a você mesmo para um descanso, quando você estiver em um momento que o necessite e dê permissão a você mesmo para agir quando estiver em um momento de oportunidade.
6. Jogue fora, recolha e organize... nada te tira mais energia que um espaço desordenado e cheio de coisas do passado que você já não necessita.
7. Dê prioridade à sua saúde, sem a máquina do corpo trabalhando ao máximo, você não pode fazer muito. Tome tempo para perceber o que seu corpo está te dizendo.
8. Enfrente as situações tóxicas que você está tolerando, desde resgatar um amigo ou um familiar, até tolerar ações negativas de um companheiro ou um grupo. Tome a ação necessária.
9. Aceite. Não é resignação, mas nada te faz perder mais energia que o resistir e brigar contra uma situação que você não pode mudar.
10. Perdoe... deixe ir uma situação que está te causando dor... você sempre pode escolher deixar ir a dor da recordação."
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Duas doenças afetam gravemente nosso tempo: a pressa e o barulho. Estamos sempre com pressa e sempre atrasados. Já o silêncio parece ser insuportável. Passamos a vida em alta velocidade e não reservamos pausas para ver e escutar. Não apreciamos a paisagem e não escutamos as vozes que soam dentro de nós.
Um fazendeiro perdeu, no celeiro, um relógio, muito valioso e de grande valor sentimental. Após extensa e inútil procura, recorreu à ajuda de um grupo de crianças e prometeu uma valiosa recompensa para quem encontrasse o relógio. Quando o fazendeiro estava prestes a desistir, apresentou-se um novo candidato. Um menino pediu uma oportunidade; ele certamente encontraria o relógio.
Depois de algum tempo, sorridente, o menino saiu com o relógio na mão. Todos ficaram admirados e o fazendeiro quis saber como conseguiu encontrar o objeto. Muito simples, esclareceu o menino. Eu não fiz nada, apenas fiquei sentado no chão. No silêncio eu escutei o tique-taque do relógio e, sem dificuldade, caminhei na direção certa.
Porque corremos e atrás do que corremos? Nossa resposta é confusa e não podemos encontrar algo se não sabemos exatamente o que é. Pior ainda: temos receio de encontrar a resposta verdadeira. Identificamos o silêncio com o vazio. Na realidade o silêncio é cheio de luz e sentido.
É no silêncio da terra que a semente germina; é nas águas profundas e silenciosas que a pérola se forma. É no silêncio que o artista imagina poemas e catedrais. É no silêncio de um seio materno que a vida se desenvolve.
No passado, místicos procuram o deserto, como horizonte para encontrar a Deus e com isso dar um significado à própria vida. Não podemos hoje buscar as areias infinitas e solitárias dos desertos. Devemos recuperar pequenos espaços de deserto em nosso dia, no silêncio e na tranquilidade. Uma mente em paz pensa melhor do que uma mente confusa e agitada. Em alguns minutos de deserto, em cada dia – em silêncio e sem pressa - podemos escutar a voz de Deus que nos conduzirá na direção certa e nos ajudará a definir a vida.
Não podemos imitar baratas tontas, correndo em alta velocidade, sem saber para onde ir. A especialidade do homem é o ruído e a pressa; a especialidade de Deus é o silêncio
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã acorde com um saldo de R$ 86.400,00. Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte.
Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faz? Você iria gastar cada centavo é claro!
Todos nós somos clientes deste banco que estamos falando. Chama-se "TEMPO". Todas as manhãs são creditadas para cada um 86.400 segundos. Todas as noites o saldo é debitado como perda.
Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam. Não há volta.
Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário. Invista então no que for melhor, na sua saúde, felicidade, sucesso!
O relógio esta correndo. Faça o melhor para o seu dia a dia.
Para você perceber o valor de "um ano", pergunte a um estudante que repetiu o ano.
Para você perceber o valor de "um mês", pergunte para uma mãe que teve seu bebê prematuramente.
Para você perceber o valor de "uma semana", pergunte a um editor de um jornal semanal.
Para você perceber o valor de "uma hora", pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.
Para você perceber o valor de "um minuto", pergunte a uma pessoa que perdeu um trem.
Para você perceber o valor de "um segundo", pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.
Para você perceber o valor de "um milésimo de segundo", pergunte a alguém que venceu a medalha de prata em uma olimpíada.
Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividir com alguém especial, especial o suficiente para gastar o seu tempo junto com você.
Lembre-se, o tempo não espera por ninguém!
Ontem é história. O amanhã é um mistério. Hoje é uma dádiva. Por isso é chamado de PRESENTE
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
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