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Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Ninguém é um caso definitivamente perdido até que o último suspiro seja dado. Batalhamos muitas vezes para ajudar as pessoas e acabamos nos sentindo cansados quando a única impressão que temos é que nada muda, nada acontece. Nesses momentos sentimos como se não tivesse jeito e o sentimento de impotência diante da situação pode nos impelir a desistir. Mas não estamos dentro do coração de ninguém, não sabemos o que nossas ações, nossos esforços estão fazendo, talvez o gelo esteja derretendo e paramos no mau momento.
Não é por que as pessoas ficam caladas e não demonstram reação que o que fazemos por elas não possua efeito. A mente guarda tudo o que recebe, a alma se apega a afeições e um coração endurecido pode se sentir tocado.
Claro que seria mais fácil ter uma varinha de condão e sair resolvendo os problemas de todo mundo, transformando gatas borralheiras em lindas cinderelas, pessoas más em anjos e resolvendo os problemas de infelicidade daqueles que nos são caros. Mas não é bem assim que funciona com a vida.
A única varinha de condão que possuímos é a nossa vontade de ajudar, nosso coração inteiramente disponível e um amor desmesurado. Podem não ser coisas suficientes, mas são básicas e um grande começo.
Não conheço ninguém que seja incapaz de ajudar, nem que seja orando, dando uma mão, um pouco de atenção, ficando do lado. Isso é o que geralmente chamamos de amizade.
E, ajudando aos outros, nos ajudamos a nós; restabelecendo a felicidade de alguém é a nós que estamos reconstruindo, pois não há maior recompensa por um grande esforço que ver um grande sorriso e olhos que brilham.
Deus também não nos considera casos perdidos, pois nos levanta a cada queda e nos perdoa a cada deslize. Olhe-se bem no espelho: mesmo com todas as suas imperfeições, você é capaz de ir adiante e vencer suas barreiras emocionais e existenciais.
Não... não existem casos perdidos, existem apenas pessoas mais difíceis de serem ajudadas e que não compreenderam ainda que podem sair do poço, mas quando maior for nosso desafio, maior será nossa vitória.
Abrace a coragem, vista-se dela! Não descarte quem você ama. Não jogue as pessoas fora, por mais difíceis de lidar que sejam. É justamente elas que precisam de você e, sobretudo, para este trabalho de construção de uma vida nova, Deus conta com você!
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco, porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco.
E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do sabor do peixe congelado.
Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de pesca nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como “sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.
Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
Antes de saber a resposta, escuta isto:
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é mais você gosta de solucionar um bom problema.
Se você tem desafios à sua frente e você consegue superá-los passo a passo, você se sente muito feliz consigo mesmo e motivado a querer realizar mais. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em buscar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. Os peixes são desafiados.
Portanto, ao invés de evitar desafios, se atire neles. Curta o jogo. Se seus desafios são grandes e numerosos, não desista. Revitalize-se! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.
Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.
Então, mãos à obra. Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Não é necessário dia especial para falar de amor. Não é necessário dizer "eu te amo", "te quero bem" ou "penso em você" apenas em momentos específicos ou para "barganhar" algo.
A gente perde tempo demais esperando a hora certa para ser amoroso com quem amamos. Na verdade, a hora certa é a hora em que o relógio do coração desperta.
"Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje". Sem dúvida, esta é uma frase clássica perfeita.
Não dá pra viver esperando o dia em que tudo vai ficar bem, para poder dar atenção àqueles que são importantes. Ou aprendemos a demonstrar diariamente o que sentimos ou perdemos o que realmente é importante.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
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