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Campanha de alimentação do Templo de Umbanda Pai Ogum Beira Mar e Mãe Oxum.
Ana Nery tem trabalho e pesquisa em desenvolvimento com Harvard sobre câncer de pele.
Pedro Caixinha no Grêmio e análise das contratações de Inter e Grêmio em 2024
Participantes: Nícolas da Silva, Rafael Cunha, Luciano Almeida, Bianca Mallmann e Sandro Viana
A Família Kich, originária da Prússia, imigrou para o Brasil em 1829, estabelecendo-se em São Leopoldo, RS, onde deixou vasta descendência.
No Arauto Repórter de hoje, você confere:
➡️ Santa Cruz revive HOJE a magia do Natal com segundo desfile temático da Christkindfest.
➡️ Justiça Eleitoral realiza diplomação dos eleitos em Vera Cruz.
➡️ Sérgio Moraes aponta saúde pública e desenvolvimento econômico como prioridades de sua gestão.
➡️ Brigada Militar celebra 26 anos do Comando Regional de Polícia Ostensiva do Vale do Rio Pardo.
Análise do legado deixado neste fim de gestão frente à Assemp, e enquanto presidente da CDL, falou da expectativa de vendas no comércio para a época de Natal. Expectativa é de aumento de 8% em relação ao ano passado.
Avaliação da gestão frente à Secretaria, transição para o novo governo e atualização sobre a obra do Viaduto do Arroio Grande.
Vivemos em um mundo tão barulhento. Barulho nas ruas, nas telas, nas conversas. Nos ambientes digitais, somos bombardeados por opiniões e julgamentos, por palavras que parecem querer impor suas verdades sem espaço para escuta. Nos círculos familiares, profissionais e comunitários, muitas vezes nos vemos diante de um turbilhão de vozes, cada uma buscando ser ouvida, sem se dar ao trabalho de ouvir o outro. E nesse caos de palavras, o silêncio se apresenta, paradoxalmente, como uma ferramenta poderosa de autoconhecimento e reconciliação.
A maturidade, com o passar do tempo, ensina que, por mais que tenhamos muito a dizer, há momentos em que o silêncio é a resposta mais sábia que podemos oferecer. Ficar em silêncio não é fraqueza, nem resignação. Pelo contrário, é a expressão de uma força interna que nos permite escolher quando falar e quando, com sabedoria, devemos nos calar. Não se trata de omissão, mas de um ato consciente de respeito — a nós mesmos e ao outro.
Em tempos de sobrecarga de informações, o silêncio se apresenta como um refúgio, um espaço de clareza e paz. Ele nos permite refletir, respirar e, principalmente, ouvir. Porque muitas vezes, quando estamos em silêncio, não só nos protegemos dos excessos de palavras, mas também criamos um espaço para que a verdadeira comunicação aconteça. O silêncio é o escudo que nos protege de conflitos desnecessários e de reações impulsivas. Ele nos ensina a ponderar, a escolher melhor nossas palavras, e nos oferece o tempo necessário para encontrar dentro de nós as respostas que o mundo lá fora, ruidoso e tumultuado, não pode nos dar.
No silêncio, também nos conectamos com os outros de maneira mais profunda. Na quietude, damos ao outro o direito de ser ouvido, sem interrupções, sem julgamentos apressados. A verdadeira escuta, que acolhe e compreende, é um presente que podemos oferecer a quem amamos, a quem convivemos, a quem trabalhamos. O silêncio, nesse sentido, é um convite à empatia, uma oportunidade para construir pontes em vez de muros, para aproximar corações em vez de distanciar mentes.
Em um mundo que nos empurra para falar mais e mais, muitas vezes nos esquecemos de que o silêncio não é o vazio, mas o espaço onde a sabedoria pode nascer. Nossas palavras, ditas no calor da emoção, podem ferir. Mas no silêncio, encontramos o tempo de que precisamos para refletir, para compreender, para escolher o momento certo de agir. E é nesse espaço — livre de pressões externas e internas — que encontramos a verdadeira força para fazer escolhas que respeitem nossa paz interior e as relações ao nosso redor.
Portanto, que possamos valorizar o silêncio não como omissão, mas como uma prática de autocontrole, de cuidado e, sobretudo, de respeito. Que ele nos ajude a filtrar o excesso de ruídos, a buscar harmonia e serenidade em meio à turbulência. O silêncio não é um espaço vazio. É o campo fértil onde nasce a paz, a reflexão e a verdadeira comunicação. E, talvez, na quietude do nosso ser, possamos finalmente ouvir o que precisamos para o próximo passo da nossa jornada.
Projeto de extensão Enfrentamento da Violência Doméstica e Familiar: Direitos e Garantias Legais da Mulher Agredida.
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