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Grupo Arauto episodes

  • Como lidar com pessoas que não nos tratam bem?

    Às vezes, a vida nos coloca diante de pessoas que, por uma razão ou outra, escolhem não nos tratar com a gentileza e o respeito que merecemos. Pode ser no trabalho, na escola, ou até mesmo dentro de nossas próprias famílias. E, nesses momentos, é fácil nos sentirmos perdidos, rejeitados, magoados ou até mesmo com raiva.

    Mas, como podemos lidar com essas situações de uma maneira que nos proteja e também reflita os valores que queremos espalhar pelo mundo?

    Primeiro, é essencial reconhecer o valor que temos, independente de como os outros nos tratam. Lembrem-se, a opinião de alguém sobre você não define quem você é. Você é valioso e digno de respeito, sempre.

    Quando alguém não nos trata bem, pode ser um reflexo de suas próprias batalhas internas. Isso não desculpa o comportamento, mas nos dá uma perspectiva diferente. Às vezes, a compaixão é a resposta mais poderosa que podemos oferecer – não só para os outros, mas para nós mesmos também.

    Estabelecer limites claros é outra chave. Diga o que você sente e o que espera de forma assertiva, mas gentil. Não é necessário entrar em conflitos, mas é fundamental ser firme sobre o respeito que você merece.

    O comportamento dessas pessoas diz mais sobre elas mesmas do que sobre nós. Praticar a empatia pode ser um caminho poderoso. Tentar entender o que a outra pessoa pode estar passando e oferecer compaixão pode transformar relações negativas. Isso não significa tolerar comportamentos abusivos ou desrespeitosos, mas sim escolher responder com gentileza, sempre que possível.

    Escolha suas batalhas. Algumas situações e pessoas podem não valer o seu tempo ou sua energia. Saber quando se afastar é também uma forma de autocuidado.

    A forma como lidamos com o desrespeito pode nos fortalecer. Podemos escolher responder com dignidade, compaixão e assertividade. E, acima de tudo, podemos escolher a paz interior, independente das tempestades ao redor. Embora não possamos controlar as ações dos outros, podemos escolher como respondemos e como nos protegemos.

    Que hoje e todos os dias, você se lembre do seu valor e da luz que carrega dentro de si. Nada, nem ninguém, pode tirar isso de você.

    4 min
  • Redefinindo o cansaço: a arte de cultivar o que nos faz bem

    maratona enquanto dormia.

    Nem sempre o cansaço é por fazermos muita coisa, mas por fazermos pouco do que nos faz bem.

    Eu sei que a primeira conclusão parece ser: eu estou fazendo coisas demais. Mas e se olhássemos por outra perspectiva? Será que não estamos fazendo pouco do que nos faz bem?

    A vida adulta nos engole, eu sei. Responsabilidades, boletos, tarefas sem fim. A grande questão é que quanto MAIS coisas temos a fazer, MAIS precisamos nos abastecer.

    Seu cansaço pode ser a ausência de si.

    De um momento de calma.

    De uma atividade que abastece.

    De uns minutos de conexão consigo.

    De fazer algo que gosta com frequência.

    E esse papo não é exclusivo pra quem tem o privilégio ou o mérito de ser dono/a da própria agenda, não. Pra dar conta de tudo (ou melhor, muito), é necessário estarmos inteiros e dispostos.

    É como a bateria de um celular. Se você só utiliza o aparelho pra fazer ligação e mandar mensagem, pode carregá-lo pouco. Mas se tem vários aplicativos em uso ao mesmo tempo, precisará colocar na tomada mais vezes.

    Quando começamos a fazer mais do que nos faz bem, a vida ganha uma nova cor. O cansaço dá lugar à energia, a tristeza à alegria, e o peso nos ombros se transforma em asas que nos permitem voar. Não é mágica, é apenas a nossa natureza respondendo ao que verdadeiramente nos faz bem.

    Para pra refletir: o que realmente te faz bem? O que te faz sentir vivo, energizado, e pleno? E, mais importante, quanto do seu tempo você tem dedicado a isso?

    Lembre-se, cuidar de si mesmo não é egoísmo, é essencial. Permita-se fazer mais daquilo que te faz bem. Talvez, assim, descubra que a chave para vencer o cansaço não está em fazer menos, mas sim em fazer mais daquilo que realmente importa.

    Que possamos encontrar o equilíbrio entre deveres e prazeres, e que nunca nos esqueçamos de alimentar nossa alma com o que verdadeiramente nos faz feliz.

    4 min
  • Onde teus pensamentos te levam?

    Você já observou um elefante no zoológico? Ele fica solto e as cercas que o separam dos humanos são menores que meio metro, e ele não sai de lá, tampouco ataca os visitantes. Você sabe por que o elefante não foge dali e ataca as pessoas?

    O elefante não escapa porque foi preso a uma estaca ainda muito pequeno. Quando era bebê, o elefantinho tentava sair, puxando com força seu pé, tentando se soltar.

    E, apesar de todo o esforço, ele percebia que não podia sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho se balançava insistentemente, tentando se livrar da estaca, mas nada!

    Até que um dia, cansado, aceitou que o seu destino era ficar amarrado nessa estaca. O tempo passou, ele cresceu, a estaca foi retirada, mas na memória dele foi impressa aquela experiência. Agora grande e forte, o elefante não se solta porque ainda se vê como aquele elefantinho indefeso, preso e acredita que não pode sair.

    Pode prestar atenção como o elefante se balança e não sai do lugar, não é mesmo? Ele repete os mesmos padrões comportamentais, mesmo diante de uma nova situação em que ele seria capaz de até mesmo matar todas aquelas pessoas que estão observando-o.

    Vivemos acreditando em um montão de coisas "que não podemos ter", "que não podemos ser", "que não vamos conseguir", simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos "nãos" que "a corrente da estaca" ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o "sempre foi assim".

    A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes!

    Comece parando de falar mal de si mesmo, de dizer palavras que te diminuem, de repetir que não pode ou não consegue. Como seu cérebro está acostumado a falar mal de você, os pensamentos vão tentar te colocar pra baixo, mas lembre-se de se corrigir e pedir perdão s Deus todas as vezes que criticar a si mesmo novamente.

    Como esse padrão comportamental foi construído, ele funciona no automático e não será tão fácil desconstruí-lo. Você precisa estar atento e ser rápido em fazer a correção. Há um estudo que diz que, para cada palavra negativa, são necessárias 20 positivas para desconstruir o dano. Faça uma lista das suas qualidades e trabalhe em favor de se recuperar desses danos.

    Toda vez que você emitir palavras críticas e de desaprovação, emita outras de incentivo. Toda vez que emitir palavras destrutivas, sem querer, conserte com outras palavras de encorajamento a si mesmo.

    Não se esqueça de incluir falar bem de tudo o que é importante para você ser feliz.

    Fale bem do seu marido, do seu casamento, dos seus filhos, do seu corpo, da sua casa, do seu carro, do seu negócio e das suas finanças. Parece simples ou banal, mas tudo isso pode te levar a realizar coisas e a chegar a lugares que você nunca imaginou.

    5 min

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