
Sign up to save your podcasts
Or


A produção foi baseada na história da família francesa que esteve refugiada em Monte Alverne, em 1937. A história de Madame Bovet, uma herdeira de família poderosa, em um casamento falho, uma fuga pela liberdade e uma perseguição internacional, tudo para proteger seu bem mais precioso: suas filhas. A história é rodeada de mistérios e reviravoltas, e o mais incrível de tudo, aconteceu aqui em nossa cidade, Santa Cruz do Sul.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Eu sei que você quer que exista. Ficaria muito mais bonito eu fazer um texto bonito aqui, dizendo que existe alma gêmea, que em algum lugar a pessoa certa está te esperando. Uma pessoa que seja amor à primeira vista e que seja o preenchimento de todo o vazio emocional que você sempre sentiu. Uma pessoa que te complete e que faça isso de forma natural, não forçada, meio mágica. Essa pessoa não existe.
Vou dizer o que existe. Existe você bem e feliz e tão radiante que várias pessoas estão interessadas em você. Existe um ou outro hormônio, uma ou outra substância que funciona como mensageiro fisiológico, existe coincidência de encontros, cheiros e conversas que te deixam ainda mais feliz e confiante. De vez em quando, acontece. Mas não existe alma gêmea.
Porque nossa alma gêmea um dia acorda com cabelo desarrumado e um bafo terrível. Você descobre que a sua alma gêmea odeia sua série favorita, não gosta de viajar e tem nojo de sushi. E como pode ser sua alma gêmea se não gosta de voz e violão em bar? E você começa a pensar que talvez aquela ali não seja sua alma gêmea. Meu deus, minha alma gêmea está em algum lugar e eu aqui, com esse entulho!
Mas não existe. As almas se tornam gêmeas. Elas não nascem assim. Você vai abrindo mão de umas coisas, e a alma da outra pessoa abre mão de outras. Um aprende a comer comida japonesa, outro começa a simpatizar com música ao vivo. Um começa a acordar cedo pra tomar café da manhã junto, outro aguenta até meia-noite pra assistir filme abraçado. Um vai lendo os mesmos livros do outro. Um vai concordando com aquilo que você disse outro dia sobre aquela coisa que ele discordou na época. Um vai ficando meio parecido com o outro. Um vai pegando coisa do outro, outro vai pegando coisa do um. Tem vezes que dói um pouquinho, mas as almas vão ficando parecidas.
Vão ficando tão parecidas. Tão parecidinhas. Que coisa. Parece até que são gêmeas.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio,Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
O documentário "O Inteligente Aprimoramento Revolucionário: Como a IA Está Transformando Profissões e Vidas" é uma jornada fascinante pelo universo da inteligência artificial (IA). Iniciando no estúdio com apresentadores que se autodenominam IAs, a narrativa explora amplamente o impacto da IA em nossa sociedade. Desde a evolução tecnológica até suas aplicações práticas em música, arte e negócios, abordando os benefícios e desafios da IA. Tendo entrevistas com especialistas, incluindo artistas e empreendedores, proporcionam insights sobre como a IA está moldando diferentes setores. Além disso, são discutidos desafios éticos, ressaltando questões como viés de descriminação e regulamentação. O enredo culmina em uma visão futura da IA, onde a colaboração humano-máquina redefine possibilidades. Com uma abordagem equilibrada, o documentário conclui destacando a importância de uma adoção ética da IA para um futuro inovador. Por que afinal a IA é uma “mocinha” ou “vilã”?
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Se alguém me perguntasse o que um pai (ou uma mãe) tem de dar a um filho, eu primeiro responderia sobre obviedades. Alimento para nutrir o corpo, escola pra ensinar as letras e as contas, roupas para aquecer, calçados para desbravar o mundo, algum brinquedo para entreter a infância. Se puder dar valores e princípios, ética e moral, exemplo e palavra, tanto melhor. Mas para além de tudo isso, eu tenho pra mim que um pai (ou uma mãe) tem o dever (ou será o direito?) de construir memórias com seu filho.
Eu mesmo, carrego comigo, guardado no peito, os momentos singelos e que marcaram a alma, vividos com meu velho e já saudoso pai. E por saber o valor que cada lembrança tem, trato de construir com meu Pedro, as nossas próprias memórias.
Nos dias na UTI dos prematuros, quando ele, recém nascido, ainda aprendia a respirar sozinho, não arredei pé do seu lado. Nos primeiros passos que deu, foi o meu abraço que ele correu a encontrar. No primeiro dia da escola, certamente foi importante olhar pra trás e me ver no portão, vigiando o seu seguir em frente. Quando sua testa de criança se deparou com qualquer objeto a lhe cortar a pele, foi a minha mão que ele segurou com força, para suportar medo dos primeiros pontos. Quando ele interpretou o sapo, de uma única frase, na apresentação da escolinha, não me custou largar todos os afazeres de um dia de trabalho e estar lá, pertinho dele. Como estive perto na primeira vez que ele, ainda cambaleante, descobriu as ondas do mar. No primeiro treino de futebol (e em quase todos os outros), era a mim que seus olhos procuravam a todo instante, como quem busca confiança e aprovação. E sobre o futebol, nosso gosto em comum, está marcado na minha retina o brilho dos olhos dele, na primeira vez em que, mãos dadas, pisamos o estádio do nosso clube do coração. Como ontem mesmo, demos outras vezes as mãos, para saborearmos a última chance de ver nosso ídolo, vestindo nossa camiseta.
Portanto, se conselho eu pudesse dar, diria: construa memórias com seu filho. Algum dia, no entardecer na vida de um pai, quando ele se sentar ao lado do filho n’álguma varanda para contemplar o horizonte, serão estas memórias que embalarão o silêncio. E que farão a vida, ter valido a pena.
Autor: Luciano Almeida
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio,Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Eu vejo você levando seu filho a para terapia, enquanto seus amigos levam seus filhos ao futebol ou balé.
Vejo você sair da conversa quando todos os seus amigos se vangloriam de conquistas e notas de provas de seus filhos.
Vejo você fazer malabarismos com o trabalho e as reuniões.
Vejo você sentada no computador ou no celular por horas investigando o que seu filho precisa.
Vejo você fazer uma cara feia quando as outras pessoas reclamam de bobagens.
Vejo você desaparecer aos poucos, mas você continua indo além para sua família.
Eu vejo você puxar força da fraqueza com uma coragem que nem sonhou que tinha.
Vejo você demonstrando respeito e admiração por professores, terapeutas e médicos que ajudam seu filho a se desenvolver.
Observo você acordar de manhã cedo para fazer tudo de novo, depois de outra noite caótica.
Eu vejo você lutando para viver mesmo quando se sente à beira do precipício.
Eu sei que você se sente invisível e pensa que ninguém percebe...
Mas eu quero que você saiba que eu te vejo...
Eu vejo você avançar sempre. Vejo que você escolhe fazer todo o possível para dar ao seu filho os melhores cuidados em casa, na escola, na terapia e nos médicos.
O que você faz importa. Vale a pena a luta!
Naqueles dias em que se pergunta se consegue aguentar mais um minuto, quero que saiba que estou vendo você. Quero que você saiba que você é linda. Quero que você saiba que vale a pena. Quero que saiba que você não está sozinha.
E naqueles dias em que você vê uma melhoria, nos momentos em que o trabalho duro tem sua recompensa, e você pode provar o sucesso, eu também os vejo. E tenho orgulho de você...
Quero que saiba que o amor é a coisa mais importante e que você é a melhor nisso.
Você sabe Quem eu sou. E hoje só queria que você soubesse: eu vejo você!
From the publisher's feed