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Tiago Simon (MDB), deputado estadual, falou no Direto ao Ponto sobre o projeto de regulamentação da publicidade das BETs, que passou pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa.
Permita que as pessoas ao seu lado sintam a alegria da sua presença.
O que realmente aproxima os corações é a atenção. A distância muitas vezes vive dentro da indiferença. Há pessoas que estão juntas, mas separadas por quilômetros de silêncio… e há outras que, mesmo distantes, permanecem profundamente ligadas.
Com frequência nos preocupamos com o que acontece no mundo. Nos sensibilizamos, pensamos em fazer algo… mas a vida também acontece bem perto de nós: dentro da nossa casa, na nossa família, na vizinhança.
Sem perceber, às vezes levantamos barreiras entre os corações que caminham ao nosso lado.
A indiferença esfria sentimentos e cria distâncias mesmo quando estamos tão próximos.
Com o tempo, podemos nos acostumar tanto com as pessoas que convivem conosco que deixamos de enxergar o valor da presença delas. E é justamente aí que mora o convite: olhar novamente, com carinho renovado.
Se desejamos transformar o mundo, o primeiro passo pode começar dentro de nós.
Se queremos melhorar o futuro, essa mudança pode nascer dentro da nossa própria casa.
Olhe para quem caminha ao seu lado com novos olhos.
Ofereça atenção.
Ofereça tempo.
Converse mais.
Desligue um pouco a televisão… e ligue o coração.
Riam juntos.
Abracem mais.
Diga às pessoas importantes da sua vida o quanto elas significam para você.
O tempo que passou fica nas lembranças. O tempo que temos agora é a oportunidade de viver melhor.
Valorize os corações que caminham ao seu lado.
E sempre que possível, aproxime-se novamente de quem se distanciou.
Porque o amor sempre encontra um caminho.
No episódio desta semana, o Programa Destino recebe como convidada a publicitária santa-cruzense Michelle Schwertz Machado. No ano passado ela se mudou do município e ganhou a estrada como viajante. Atuando como voluntária e trocando seu trabalho por hospedagem e alimentação, ela tem diversas experiências para compartilhar.
Nícolas da Silva, Matheus Steffens, Luciano Almeida, André Linck e Guilherme Bica
Existem pessoas admiráveis caminhando sobre a face da Terra.
Homens e mulheres comuns… mas de uma grandeza rara.
Gente que enfrenta dores, perdas, limites — e ainda assim segue em passos firmes, sem deixar a desesperança criar raízes.
Eu tenho a graça de conhecer muitos deles.
Alguns são meus amigos.
E confesso… observo essas pessoas com atenção quase silenciosa.
Fico tentando entender onde está o segredo.
Leio os gestos. Reparo nas atitudes. Escuto mais do que falo.
E aprendo.
De tanto observar, percebi algo que se repete:
eles são felizes.
Mas não é aquela felicidade barulhenta, exibida.
É uma alegria mansa.
Discreta.
Daquelas que moram na alma — como árvore antiga, de raízes profundas, que nenhuma tempestade arranca.
E não… eles não têm vidas perfeitas.
Nenhum deles.
Alguns vivem com pouco.
Outros enfrentam problemas de saúde.
Há os que carregam dores familiares.
Todos já passaram por dissabores.
E continuam… felizes.
O primeiro traço que reconheci neles é a generosidade.
Eles ajudam porque gostam.
Dividem porque faz sentido.
Doam tempo — que é o que temos de mais precioso.
E fazem isso com um sorriso sereno, sem cobrança, sem memória contábil do bem feito.
Não passam recibo.
Não esperam medalha.
Os felizes se inquietam com a dor do outro.
Muitas vezes oferecem ajuda antes mesmo que alguém peça.
Percebem. Sentem. Se aproximam.
Já observei também o contrário.
Os infelizes costumam fechar a mão.
Negam pequenos favores.
Quando ajudam, lembram. Relembram. Cobram.
Fazem do gesto um contrato.
E seguem… cada vez mais vazios.
Outro hábito bonito dos felizes:
eles vibram com a conquista alheia.
Celebram o sucesso do amigo como se fosse deles.
O brilho nos olhos é verdadeiro.
Não há competição escondida.
Há alegria compartilhada.
Os infelizes, ao contrário, procuram defeitos na boa notícia.
Diminuem o feito.
Mudam de assunto.
E continuam… infelizes.
E talvez o traço mais nobre de todos:
os felizes sabem aceitar.
Aceitam o outro como é.
Sabem ouvir sem julgar.
Sabem opinar sem ferir.
Sabem o momento de falar — e o momento de silenciar.
E riem juntos.
Porque sorrir do jeito de ser de quem a gente ama é uma das formas mais bonitas de dizer:
“Eu te acolho exatamente assim.”
Hoje eu só queria dividir essa reflexão contigo que está me ouvindo.
Talvez a felicidade não esteja nas circunstâncias perfeitas.
Talvez ela esteja nos hábitos que cultivamos todos os dias.
Ser generoso.
Celebrar o outro.
Aceitar mais.
Julgar menos.
Que a gente siga evoluindo.
Que a gente escolha ser luz — mesmo quando o dia estiver nublado.
Porque pessoas felizes… abrem caminhos.
E o mundo precisa, com urgência, de mais gente assim.
Rosemari Hofmeister, diretora Institucional da Apae, e Paula Saccol, assessora de Comunicação, foram as convidadas dessa edição do programa Assunto Nosso.
Giuseppe Grando, advogado especialista em Proteção de Dados, participou do Direto ao Ponto. Senado aprova estrutura da Agência Nacional de Proteção de Dados.
Cláudia Kopp, psicopedagoga, participou do Direto ao Ponto. Cláudia descobriu um câncer em 2025 e faz uso do blog “Mundo de Cláudia” para contar suas dores e os desafios do tratamento.
Sergio Bender, da Embrapa Clima Temperado, falou no Direto ao Ponto sobre os detalhes do que a Embrapa vai apresentar ao público durante a Expoagro Afubra em Rincão Del Rey.
Luiza Chaves, presidente da Associação dos Moradores do Bairro Esmeralda, participou do Direto ao Ponto. Grupo organiza caminhada contra o feminicídio, que será realizada no dia 8 de março, no Dia Internacional da Mulher.
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