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Grupo Arauto episodes

  • Valorize os corações que caminham ao seu lado

    Permita que as pessoas ao seu lado sintam a alegria da sua presença.


    O que realmente aproxima os corações é a atenção. A distância muitas vezes vive dentro da indiferença. Há pessoas que estão juntas, mas separadas por quilômetros de silêncio… e há outras que, mesmo distantes, permanecem profundamente ligadas.


    Com frequência nos preocupamos com o que acontece no mundo. Nos sensibilizamos, pensamos em fazer algo… mas a vida também acontece bem perto de nós: dentro da nossa casa, na nossa família, na vizinhança.


    Sem perceber, às vezes levantamos barreiras entre os corações que caminham ao nosso lado.


    A indiferença esfria sentimentos e cria distâncias mesmo quando estamos tão próximos.


    Com o tempo, podemos nos acostumar tanto com as pessoas que convivem conosco que deixamos de enxergar o valor da presença delas. E é justamente aí que mora o convite: olhar novamente, com carinho renovado.


    Se desejamos transformar o mundo, o primeiro passo pode começar dentro de nós.

    Se queremos melhorar o futuro, essa mudança pode nascer dentro da nossa própria casa.


    Olhe para quem caminha ao seu lado com novos olhos.


    Ofereça atenção.

    Ofereça tempo.

    Converse mais.


    Desligue um pouco a televisão… e ligue o coração.


    Riam juntos.

    Abracem mais.


    Diga às pessoas importantes da sua vida o quanto elas significam para você.


    O tempo que passou fica nas lembranças. O tempo que temos agora é a oportunidade de viver melhor.


    Valorize os corações que caminham ao seu lado.

    E sempre que possível, aproxime-se novamente de quem se distanciou.


    Porque o amor sempre encontra um caminho.

    4 min
  • Destino - Michelle Schwertz Machado

    No episódio desta semana, o Programa Destino recebe como convidada a publicitária santa-cruzense Michelle Schwertz Machado. No ano passado ela se mudou do município e ganhou a estrada como viajante. Atuando como voluntária e trocando seu trabalho por hospedagem e alimentação, ela tem diversas experiências para compartilhar.

    48 min
  • O segredo das pessoas felizes

    Existem pessoas admiráveis caminhando sobre a face da Terra.


    Homens e mulheres comuns… mas de uma grandeza rara.

    Gente que enfrenta dores, perdas, limites — e ainda assim segue em passos firmes, sem deixar a desesperança criar raízes.


    Eu tenho a graça de conhecer muitos deles.

    Alguns são meus amigos.

    E confesso… observo essas pessoas com atenção quase silenciosa.


    Fico tentando entender onde está o segredo.

    Leio os gestos. Reparo nas atitudes. Escuto mais do que falo.

    E aprendo.


    De tanto observar, percebi algo que se repete:

    eles são felizes.


    Mas não é aquela felicidade barulhenta, exibida.

    É uma alegria mansa.

    Discreta.

    Daquelas que moram na alma — como árvore antiga, de raízes profundas, que nenhuma tempestade arranca.


    E não… eles não têm vidas perfeitas.

    Nenhum deles.

    Alguns vivem com pouco.

    Outros enfrentam problemas de saúde.

    Há os que carregam dores familiares.

    Todos já passaram por dissabores.


    E continuam… felizes.


    O primeiro traço que reconheci neles é a generosidade.

    Eles ajudam porque gostam.

    Dividem porque faz sentido.

    Doam tempo — que é o que temos de mais precioso.


    E fazem isso com um sorriso sereno, sem cobrança, sem memória contábil do bem feito.

    Não passam recibo.

    Não esperam medalha.


    Os felizes se inquietam com a dor do outro.

    Muitas vezes oferecem ajuda antes mesmo que alguém peça.

    Percebem. Sentem. Se aproximam.


    Já observei também o contrário.

    Os infelizes costumam fechar a mão.

    Negam pequenos favores.

    Quando ajudam, lembram. Relembram. Cobram.

    Fazem do gesto um contrato.

    E seguem… cada vez mais vazios.


    Outro hábito bonito dos felizes:

    eles vibram com a conquista alheia.


    Celebram o sucesso do amigo como se fosse deles.

    O brilho nos olhos é verdadeiro.

    Não há competição escondida.

    Há alegria compartilhada.


    Os infelizes, ao contrário, procuram defeitos na boa notícia.

    Diminuem o feito.

    Mudam de assunto.

    E continuam… infelizes.


    E talvez o traço mais nobre de todos:

    os felizes sabem aceitar.


    Aceitam o outro como é.

    Sabem ouvir sem julgar.

    Sabem opinar sem ferir.

    Sabem o momento de falar — e o momento de silenciar.


    E riem juntos.

    Porque sorrir do jeito de ser de quem a gente ama é uma das formas mais bonitas de dizer:

    “Eu te acolho exatamente assim.”


    Hoje eu só queria dividir essa reflexão contigo que está me ouvindo.


    Talvez a felicidade não esteja nas circunstâncias perfeitas.

    Talvez ela esteja nos hábitos que cultivamos todos os dias.


    Ser generoso.

    Celebrar o outro.

    Aceitar mais.

    Julgar menos.


    Que a gente siga evoluindo.

    Que a gente escolha ser luz — mesmo quando o dia estiver nublado.


    Porque pessoas felizes… abrem caminhos.

    E o mundo precisa, com urgência, de mais gente assim.

    5 min

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