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Somos resultado das escolhas que fazemos ao longo da vida. Colocar a responsabilidade da nossa infelicidade nos outros só nos afasta da chance de crescer. Cada pessoa só consegue oferecer aquilo que tem dentro de si — e, muitas vezes, quem machuca está apenas revelando suas próprias dores, não maldade deliberada.
Quando alguém age de forma destrutiva, normalmente não está em equilíbrio emocional. Quem vive em constante oposição à vida, às relações e ao próprio sentido de existir, na verdade, carrega feridas que o deixam em desordem interna. Ninguém se afasta do bem estando plenamente lúcido. Podemos resistir ao nosso próprio crescimento, atrasar processos, adiar mudanças… mas a vida sempre nos convida de novo. E, cedo ou tarde, todos avançam — cada um no seu tempo.
Não há caminho fora da direção do amor, do aprendizado e do amadurecimento. Os mais revoltados apenas prolongam o sofrimento. Quem insiste em lutar contra o fluxo natural da vida só acumula mais desgaste, porque tudo aquilo que espalhamos retorna para nós mesmos, em intensidade ainda maior.
A verdade é simples: não existe vida plena à margem do próprio propósito. Não existe força paralela que anule a necessidade de evoluir. A existência é guiada por uma lei maior — a do amor, da consciência e do desenvolvimento. E todos nós, um dia, inevitavelmente, nos alinhamos a ela.
Esse é o convite: parar de perder tempo lutando contra o que a vida tenta nos ensinar e começar a caminhar na direção do que nos faz inteiros. Cada passo de lucidez, por menor que seja, já é um movimento real de evolução.
Nesta quarta-feira retorna ao Programa Destino o santa-cruzense Aidir Parizzi Júnior. Viajante com mais de 116 países visitados e autor de três livros sobre suas vivências no exterior, o engenheiro mecânico e escritor que mora atualmente na Inglaterra, participou de um episódio temático contando sobre suas experiências na Rússia.
Nícolas da Silva, André Linck, Cristiano Silva, Luciano Almeida e Sandro Viana
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
* Grupo protesta contra falta de água em frente à nova sede da Corsan
* Obras de pavimentação são autorizadas em ruas dos bairros Aliança e São João
* Estado anuncia mais R$ 11 milhões para fortalecer e ampliar rede de assistência social na região
* Em destaque na segurança pública: Delegado Luciano Menezes é denunciado pelo Ministério Público
Jonathan Martins, bombeiro militar, foi o convidado dessa edição do programa Assunto Nosso, e falou sobre a prevenção de afogamentos, incêndios e cuidados com casas e prédios ao se ausentar por vários dias.
Christian Lang, coordenador de Relacionamento Clínico e Inovação da LimbX, participou do Direto ao Ponto. Profissional fala sobre evolução de testes nas próteses da startup santa-cruzense.
Andreas Köhler, coordenador e professor do Departmento Ciências da Vida, participou do Direto a Ponto. Projeto da Unisc está entre os Destaques Inovação 2025. Por meio de votação popular, "Desenvolvimento de agentes biológicos em massa para o manejo integrado de pragas" ficou em terceiro lugar.
Fátima Alves da Silva e Nubia Bruch, secretária e subsecretária de Desenvolvimento Social e Inclusão em Santa Cruz do Sul, participou do Direto ao Ponto e fez uma avaliação do trabalho no Executivo em 2025 e projetos para 2026.
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Nesta semana, o assunto foi retail media.
O verdadeiro julgamento não acontece nos tribunais do mundo. Ele se dá no silêncio.
Quando o homem se coloca, sozinho, diante da balança da própria consciência. Não há testemunhas. Não há defesa. Não há absolvição concedida por aplausos externos.
Há apenas a verdade, nua, justa e inevitável.
Nesta reta final de ano, quando o tempo parece nos cobrar resultados, vale a pergunta que não admite maquiagem: Quem eu fui quando ninguém estava olhando? Fui fiel aos meus valores, ou negociei princípios por conveniência? O que construí em mim enquanto tentava conquistar o mundo?
Evolui moralmente… ou apenas acumulei experiências vazias? Usei meu livre-arbítrio para servir ou apenas para satisfazer o ego?
O esquadro da razão e o compasso da moral não medem cargos, títulos ou vitórias aparentes. Eles medem retidão de caráter.
Coerência entre pensamento, palavra e ação. E talvez seja esse o grande chamado deste tempo final de ano: menos julgamento do outro, mais reforma íntima.
Porque, no fim, não seremos avaliados pelo que dissemos ser… Mas pelo que a consciência, serena ou inquieta, ousar responder quando a luz se acender. E aí: que resposta você está preparando para si mesmo?
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