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A vida é um contínuo recomeçar. Mesmo quando tudo parece impossível, ela encontra um jeito de se refazer.
Por natureza, sou otimista. Consigo enxergar uma saída onde muitos veem um beco sem saída. E tenho conhecido tanta gente assim… pessoas que ainda acreditam no lado bom da vida, no lado bom das pessoas, no poder de um novo começo.
Ser otimista é uma forma de fé. E até o corpo agradece quando a mente se mantém longe do peso do negativismo.
Quem é otimista não foge do passado — apenas acolhe o que ainda pode ser.
Recomeçar não é apagar a dor. É olhar pra ela com ternura e dizer: “Eu sigo mesmo assim.”
Há quedas que parecem o fim, mas nelas germina o início de algo novo.
Quando tudo parece perdido, o simples ato de respirar já é sinal de esperança.
A vida se refaz nos gestos pequenos: no levantar, no olhar que volta a procurar sentido, na fé que insiste, mesmo cansada.
Recomeçar é o ato mais humano e mais divino que existe.
Porque é nele que a gente reencontra o dom da continuidade.
Nada está completamente encerrado enquanto houver vontade de seguir.
As dores que nos visitam não são sentenças — são travessias.
Elas nos quebram por fora, mas revelam a força que vive dentro.
Mesmo na aparente impossibilidade, há sempre um fio de luz insistindo em brilhar.
A vida renasce das cinzas, assim como o sol retorna depois da noite mais longa.
Cada recomeço pede coragem, porque nasce no terreno da incerteza.
É preciso soltar o que foi, pra abrir espaço pro que virá.
O tempo não apaga o vivido — ele ensina a olhar de outro jeito: sem pressa, sem amargura.
A cada novo amanhecer, a vida nos oferece uma nova chance de replantar sonhos, curar feridas, reencontrar o propósito.
A alma amadurece quando entende que até as pausas fazem parte da música da existência.
E é nas pausas que o recomeço se prepara em silêncio.
Recomeçar é confiar que Deus continua escrevendo, mesmo nas linhas que ainda não conseguimos ler.
Porque o fim, na verdade, é só o disfarce de um novo início.
A vida nunca se cansa de nos dar oportunidades de renascer — e talvez essa seja a sua forma mais pura de amor
Nesta quarta-feira a convidada do programa destino é a empresária santa-cruzense Nathana Schilling. Ela reside há 16 anos fora do Brasil e atualmente mora na França, e na conversa no episódio compartilhou suas experiências vivendo, trabalhando, visitando e também empreendendo em outros países.
Nícolas da Silva, André Linck, Guilherme Bica, Sandro Viana, Luciano Almeida e Matheus Steffens
Eduardo Collares e Amanda Martins foram os convidados dessa edição do programa Assunto Nosso, e falaram sobre aulas de hipismo.
Ademar Thomas e Áureo Dalpra, da Finger Ambientes Personalizados, falaram no Direto ao Ponto sobre as novidades e tendências da loja em Santa Cruz do Sul.
Tiago Simon, deputado estadual, falou no Direto ao Ponto sobre o projeto que propõe a regulação da publicidade dos jogos online é protocolado na Assembleia Legislativa do RS.
Betina Bender e Karin Kulpa, embaixadoras voluntárias do Instituto Lixo Zero, falaram no Direto ao Ponto sobre a programação da 7ª edição da Semana Lixo Zero de Santa Cruz e ações de conscientização.
Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Nesta semana, o assunto foi a tecnologia cada vez mais avançada em centrais multimídia de veículos.
A vida tem o som que a gente transmite.
Nem mais alto, nem mais baixo.
Apenas na frequência que estamos prontos para escutar.
Cada pessoa carrega uma antena invisível.
Ela capta o que vibra por dentro e devolve em forma de gesto, palavra, olhar.
Quando a mente se inquieta, o sinal se confunde.
Mas quando o coração aquieta, a clareza chega.
E tudo volta a se alinhar.
Somos corpo, mente e energia.
Três vozes num mesmo som.
Quando uma desafina, as outras sentem.
Mas quando encontram harmonia, o mundo inteiro muda de tom.
Sintonizar é mais do que ouvir.
É perceber o que a vida tenta dizer, nas pausas, nos encontros, até nas demoras.
Há em cada um de nós um poder silencioso.
O poder de escolher o que captar.
De erguer a frequência, mesmo quando o dia pesa.
Pensamentos são ondas.
Sentimentos são sinais.
E o que a gente emite, a vida devolve.
Sintonizar o bem é uma escolha diária.
É respirar fundo, alinhar a mente, abrir o peito e deixar que o amor conduza.
Toda vez que ajustamos nossa frequência interior,
o universo encontra o caminho para nos responder.
Porque a vida, assim como o rádio,
fala mais com quem aprende a escutar.
Nícolas da Silva, Cristiano Silva, Luciano Almeida, Sandro Viana e Lucas Viana
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