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Uma vez eu vi uma entrevista que me fez pensar muito, onde um renomado médico e cientista que tem livros maravilhosos que juntam ciência e espiritualidade, falou uma coisa muito simples, mas muito verdeira. Ele disse que há muitos anos atrás, numa conferência sobre meditação e stress em Harvard, eles reuniram estudiosos, médicos, professores, e no fim da conferência, quando todos estavam saindo, alguém perguntou para ele assim, o que eles estavam discutindo ali dentro? E ele respondeu, eles estavam falando sobre estresse. Ele disse que o homem franziu a testa confuso, então ele resolveu explicar melhor. Estresse é quando a pessoa sente que algo está ameaçando ela, pode ser uma ameaça física, emocional, psicológica, financeira, algo que assusta ou pressiona. A sensação de estar em risco, o homem ficou em silêncio por um tempo, então ele disse, ah, você quer dizer resistência à existência. Esse renomado médico disse que quando ouviu isso, ele achou tão bonito, e é mesmo, não é? Porque é exatamente isso, o estresse, ele nasce da luta contra o agora, da tentativa de controlar, resistir, escapar. Quando a gente briga com o momento presente, o corpo grita, mas quando a gente aceita, quando a gente respira e nos entrega, não há mais estresse, há fluxo, leveza, presença. A resistência nos puxa para fora de nós, e a aceitação nos leva de volta para casa. As contas é simples. Ou você está resistindo ou está fluindo. E todos os dias em silêncio, a vida te pergunta, qual caminho você escolhe?
No sétimo episódio do podcast Papo de Polícia, o jornalista Cristiano Silva recebe o policial federal Márcio Mohr. O agente revela bastidores de casos em que atuou, como operações de repressão ao trabalho escravo e progressão em regime hostil em favelas, além da escolta do presidente americano George W. Bush em visita ao Brasil.
Nícolas da Silva, Guilherme Bica, Cristiano Silva, Luciano Almeida, Sandro Viana, Matheus Steffens e André Linck
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
* Santa Cruz passa a contar com três ambulâncias do SAMU
* Unidades de saúde de SANTA CRUZ vão ter atendimento noturno em dias determinados
* Vera Cruz abre nesta terça-feira a Semana do Empreendedor
* Em destaque na segurança pública: Polícia investiga conduta de cuidadora de idosos em Santa Cruz
Leandro Wagner, Secretário Desenvolvimento Econômico de Vera Cruz, participou do assunto Nosso e falou sobre a semana do empreendedor.
Jonas de Melo, proprietário da eLektroos, participou do Direto ao Ponto e falou sobre o crescimento do mercado de motos elétricas e scooters.
Núbia Bolson, advogada especialista em Direito Penal, foi uma das convidadas do Direto ao Ponto, a profissional atua na defesa do servidor exonerado pela Prefeitura de Santa Cruz com acusação de assédio.
Jennifer Puls, psicóloga da Hapvida, esteve no Direto ao ao Ponto e falou sobre o Dia de Combate ao Estresse.
Juliano Kommer e Deka Bueno, organizadores da Pink Run Pink Run, estiveram no Direto ao Ponto e trouxeram detalhes da corrida temática do Outubro Rosa organizada pela Saint Gallen – Ações e Terapias em Saúde e pela Naturvida, acontece no dia 18 de outubro de 2025, com apoio da Secretaria de Saúde de Santa Cruz do Sul e da 40ª Oktoberfest, integrando o calendário oficial da festa.
Você já teve tanta certeza de algo que esqueceu de considerar outra possibilidade? Essa história vai te mostrar como, às vezes, o que nos bloqueia não é o obstáculo, é a forma como vivemos. Há muito tempo, numa floresta tão densa de névoa que parecia que o céu tinha descido à terra, três homens cegos caminhavam juntos, guiados apenas por suas bengalas e os seus corações. O caminho era irregular, o vento carregava histórias que eles não conseguiam ver. Mas ainda assim, seguiram, passo a passo, com cuidado, até que de repente pararam. Algo enorme bloqueava a passagem. O primeiro homem estendeu os braços, Os seus dedos deslizaram por uma superfície curvada com marcas de água seca e madeira gasta. Isso é um barco. Virado, ele afirmou, deve ter sido abandonado aqui depois de uma tempestade. O segundo homem estendeu os braços e os seus dedos encontraram algo robusto, levemente curvado, com marcas profundas ao longo da superfície. Ele passou a mão com atenção, sentindo relevo sobre os seus dedos. É uma antiga escultura de madeira, ele disse, algum artefato esquecido com histórias gravadas no seu corpo, deve ser valioso. O terceiro homem andou até o outro lado, onde galhos espinhosos arranharam a pele dele. Ele recuou, depois tocou de novo confuso. Não vocês tão enganados, é um arbusto cheio de espinhos retorcidos e selvagem. Eles ficaram em silêncio por um tempo, até a frustração tomar conta. Cada um agarrado à sua versão. As vozes se exaltaram, os dedos apontaram, os corações se fecharam. Foi quando uma voz suave rompeu a névoa. Por que vocês estão discutindo? perguntou um monge com passos leves. Os homens se viraram surpresos com a voz. Cada um de vocês enxerga uma parte da verdade, disse o monge. Mas ninguém vê o todo. Recuem, falem, compartilhem o que perceberam. E assim eles fizeram. Um falou da casca, outro da pedra, o último dos espinhos. Com cada descrição, o cenário foi se formando, até que a ilusão caiu. Não era um barco, nem uma escultura, nem um arbosto. Era um tronco caído, enorme e largo, atravessando o caminho como um gigante adormecido. Juntos eles colocaram. As mãos sobre ele novamente. Não pra discutir, mas pra compreender. E eles empurraram. E ele se moveu. E assim, o caminho se abriu. Eles seguiram em frente. Não apenas três homens na névoa, mas três mentes em harmonia. Se a gente parar pra observar, todos nós em algum momento encontramos algo que parece nos bloquear. Um conflito que a gente não consegue resolver, uma meta que parece impossível, ou uma verdade da qual a gente não consegue abrir mão. Mas e se o que você vê for só um fragmento? E se o medo for só um pedaço da história, a raiva ou outra? O orgulho ou o restante? Quando a gente se fecha, nós ficamos presos. Mas quando a gente tem coragem de escutar, de somar visões. Algo muda, o peso se torna leve, o bloqueio move disso e o caminho se abre. Às vezes o que te impede de seguir não é o obstáculo, é a história que você contou sobre ele. E lembre-se que sozinho você enxerga um pedaço, mas juntos a gente vê o todo. E muitas vezes conseguimos mover o que parecia impossível.
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