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Quando uma criança diz que quer ser médica, as pessoas aplaudem. Quando diz que quer ser engenheira, também. Se sonha em ser advogada, recebe incentivo.
Mas repare numa coisa: quase ninguém cresce sonhando em ser vendedor.
A maioria chega às vendas por acaso. Porque precisava pagar uma conta, buscava uma oportunidade ou precisava recomeçar a vida.
E é aí que acontece uma das coisas mais bonitas.
A profissão que quase ninguém escolhe acaba escolhendo algumas pessoas. E, quando escolhe, transforma.
O vendedor aprende a ouvir sem interromper. Aprende a lidar com a rejeição sem perder a educação. Aprende a controlar as emoções quando a vontade era explodir. Aprende a seguir em frente depois de dias difíceis. Aprende a conversar com ricos e pobres, tímidos e extrovertidos, inseguros e arrogantes.
Poucas profissões apresentam tantos retratos diferentes da natureza humana.
Depois de alguns anos, acontece algo curioso. A pessoa entrou nas vendas para ganhar dinheiro, mas já não é a mesma que entrou. Porque as vendas ensinaram coragem, comunicação, maturidade, inteligência emocional e, acima de tudo, ensinaram a enxergar pessoas.
Tem gente que encontrou uma profissão. E tem gente que encontrou uma versão de si mesma que jamais conheceria em outro lugar.
Por isso, acredito que algumas pessoas trabalham com vendas. Outras são construídas por elas.
Talvez seja esse o motivo de tantos vendedores terem tanto orgulho da profissão. Porque ela não mudou apenas a conta bancária. Mudou a pessoa que todos os dias olha para o espelho.
Se você conhece alguém que vive de vendas, compartilhe esta mensagem. Talvez ela descreva uma história que essa pessoa nunca conseguiu colocar em palavras.
Autora: Carol Iasmin
Nícolas da Silva, Jonathan Castro, Cristiano Silva, Luciano Almeida, Henrique Bauer, Matheus Steffens e André Linck
Martin Goldmeyer e Waldy Lau participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre o Congresso de Professores da Rede Sinodal, realizado em Santa Cruz do Sul.
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
* Nova entidade vai representar Escolas Famílias Agrícolas do Rio Grande do Sul a partir de agosto
* Centro de Bem-Estar Animal de Santa Cruz opera com quase o dobro da capacidade
* Corrida da Alegria vai ter edição no Autódromo de Santa Cruz
* Em destaque na segurança pública: Polícia investiga desaparecimento de criança em Santa Cruz
Sérgio Rosa, diretor e roteirista, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre o filme gravado no interior de Santa Cruz, que ganhou trailer e data de estreia.
Vanir Ramos de Azevedo, secretário de Planejamento e Mobilidade Urbana de Santa Cruz, participou do programa Direto ao Ponto para fazer uma avaliação do primeiro semestre de 2026 e apresentar os projetos da Administração Municipal.
Carlos Sehn, diretor do Conselho Comunitário Pró-Segurança Pública (Consepro), participou do programa Direto ao Ponto para avaliar os primeiros meses de operação do novo Estacionamento Rotativo em Santa Cruz.
Existe um tempo que só a alma conhece.
O relógio não marca esse tempo. O calendário também não.
É o tempo que existe entre compreender uma dor e, finalmente, deixar de carregá-la.
Às vezes, pensamos que já seguimos em frente. Afinal, a vida continuou. Os dias passaram. Novas pessoas chegaram. Novos caminhos se abriram.
Mas basta uma palavra, um lugar, um rosto… e alguma coisa, lá dentro, muda de lugar.
Não é falta de força.
É porque o coração não funciona como uma gaveta que se fecha depois de organizada.
Ele é mais parecido com uma casa.
Há cômodos que permanecem fechados por muito tempo. Não porque esquecemos o que existe ali, mas porque ainda não encontramos coragem para abrir a janela.
E talvez Deus nunca tenha se incomodado com isso.
Porque Ele conhece a diferença entre quem alimenta uma ferida e quem ainda está aprendendo a tocá-la sem sentir tanto medo.
A maturidade não chega quando deixamos de sentir.
Ela chega quando a dor deixa de decidir por nós.
Nesse dia, quase sem perceber, voltamos a fazer planos. Voltamos a rir sem culpa. Voltamos a acreditar nas pessoas sem achar que toda história terminará do mesmo jeito.
A cura, talvez, seja isso.
Não o desaparecimento da cicatriz.
Mas o momento em que ela deixa de ser o centro da nossa vida.
E quando isso acontece, Deus sorri em silêncio.
Porque há milagres que não aparecem nos olhos.
Acontecem primeiro dentro da gente.
Nícolas da Silva, Luciano Almeida, Sandro Viana, André Linck, Henrique Bauer e Cristiano Silva
Adriana Richter Schneider, coordenadora de prevenção, e Michele Henn Waechter, presidente da Liga Feminina de Combate ao Câncer de Santa Cruz, participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre as ações de prevenção e o trabalho desenvolvido pela entidade.
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