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Toda quarta-feira, o Direto ao Ponto conta com a participação da especialista em Mídias Sociais e Negócios na Internet, Fernanda Musardo. Em seu comentário, diretamente de Curitiba, a colunista fala sobre inovação e tecnologia. Google terá que prestar contas ao jornalismo no Brasil por uso de IA.
Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique.
Como são naturalmente lentas, levaram sete anos apenas para se preparar.
Finalmente, saíram de casa em busca de um lugar ideal. No segundo ano de viagem, encontraram o local perfeito.
Durante seis meses, limparam a área, organizaram tudo, abriram a cesta… até perceberem: tinham esquecido o sal.
E um piquenique sem sal… seria um desastre. Todas concordaram.
Depois de muita conversa, decidiram que a tartaruga mais nova voltaria para buscar o sal — afinal, era a mais rápida entre elas.
A pequena não gostou. Chorou, reclamou, esperneou… mas aceitou, com uma condição:
ninguém comeria até que ela voltasse.
A família prometeu. E ela partiu.
Passaram-se três anos… nada.
Cinco anos… nada.
Seis anos… nada.
No sétimo ano, já sem conseguir conter a fome, a tartaruga mais velha anunciou:
— Eu vou comer.
E começou a abrir um sanduíche.
Nesse instante, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou:
— Eu sabia! Vocês não iam me esperar… Agora é que eu não vou mesmo buscar o sal.
Descontando os exageros…
A vida, muitas vezes, segue esse mesmo roteiro.
A gente perde tempo esperando que os outros ajam como esperamos.
Fica preso no comportamento alheio…
E esquece de viver o que é nosso.
No fim, não é o sal que falta.
É a leveza de seguir, mesmo quando o outro não corresponde.
(Conto chinês)
Nícolas da Silva, Matheus Steffens, Sandro Viana, André Linck, Luciano Almeida e Bruno Bica
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:
* Feira da Produção divulga programação e show nacional de Marcos & Belutti no lançamento oficial
* Mostra Cultural reúne entidades e incentiva apoio a projetos para a terceira idade em Santa Cruz
* Vale do Rio Pardo registra primeira geada do ano
* Em destaque na segurança pública: Depósito da facção Os Manos é desmantelado em Santa Cruz
O programa Assunto Nosso dessa edição recebeu, Jarbas da Rosa, prefeito de Venâncio Aires, a comitiva da Fenachim e também as soberanas do evento.
Larissa Franke, coordenadora da Feira da Produção de Vera Cruz, participou do Direto ao Ponto e trouxe novos detalhes sobre o evento.
Candidata a Soberana da 41ª Oktoberfest, de Santa Cruz, detalha sobre a preparação, o sonho e relação afetiva com a Festa da Alegria.
Uma pessoa, que há algum tempo não vinha se sentindo bem, fez a seguinte reflexão:
“Todos os anos faço um check-up para avaliar minha saúde. Mas, outro dia, resolvi fazer algo diferente… fui a um hospital muito especial.
O hospital da alma.
Cheguei lá me queixando de um cansaço que não era só do corpo. Falei de dores acumuladas pelo tempo… de um coração descompassado pelas preocupações… e do peso das responsabilidades.
Logo na chegada, mediram minha pressão.
Estava baixa… de ternura.
Fazia tempo que eu não exercitava isso.
Quando verificaram minha temperatura, o resultado foi alto… de egoísmo.
E ali eu entendi.
Tenho guardado demais… e compartilhado de menos.
Sempre achei que alguém faria a sua parte.
E, por isso… eu me ausentei da minha.
No exame do coração, o diagnóstico foi direto: preciso de uma ponte… de afeto.
Algumas partes estavam bloqueadas pela falta de cuidado, de presença, de conexão.
Na avaliação dos movimentos, descobriram algo ainda mais duro: dificuldade de caminhar ao lado de alguém.
Tenho escolhido ir sozinho… mais rápido… sem ser interrompido.
Também foi constatada uma limitação para abraçar.
Motivo: uma queda provocada pela própria vaidade.
Nos olhos, miopia.
Não consigo enxergar além das aparências.
Na audição, um bloqueio.
Excesso de ruídos… falta de escuta verdadeira.
A consulta não custou nada.
Recebi alta… e uma receita.
Simples. Profunda. Transformadora.
Ao acordar, uma dose de gratidão.
Ao encontrar alguém, um gesto sincero de gentileza.
De hora em hora, pequenas porções de paciência… com humildade.
Ao voltar para casa, uma aplicação generosa de presença.
E antes de dormir… cápsulas de consciência tranquila.
Saí de lá com uma certeza:
Se eu seguir esse tratamento…
minha vida muda.
Porque, no fim das contas…
a gente não adoece só no corpo.
A gente adoece… quando deixa de sentir, de olhar, de ouvir… de cuidar.
E talvez a cura…
esteja exatamente nas coisas simples
que a gente vem deixando passar.
No episódio desta semana do Arauto Saúde, recebemos Fátima Rodrigues e Stefanie Schmidt, profissionais que atuam na Copame de Santa Cruz, que compartilharam suas experiências e reflexões sobre o cuidado, a escuta e o apoio aos jovens da instituição.
Nícolas da Silva, Luciano Almeida, Sandro Viana, Cristiano Silva, André Linck e Matheus Steffens
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