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🎙️ Mieloma múltiplo: quando podemos falar em cura — e não apenas em remissão? Neste episódio do Happy Auer Podcast, o host Renato Centrone, ao lado de Mariana Kerbauy e Dalila Cisne, recebe o Dr. Luciano Costa para discutir os novos critérios de cura apresentados no congresso da International Myeloma Society (IMS) de 2026. O consenso reúne remissão completa por cinco anos sem tratamento, avaliações seriadas de doença residual mensurável negativas e exames de imagem sem evidência de doença. Mas quais evidências sustentam essa definição? O que diferencia uma resposta profunda de uma cura? E quais incertezas permanecem antes de levar esse conceito para a conversa com o paciente? Uma discussão sobre o significado desses critérios, suas limitações e as perspectivas que abrem para o cuidado de pessoas com mieloma múltiplo. ▶️ Assista ao episódio, compartilhe com seus colegas e participe da conversa nos comentários! #HappyAuerPodcast #MielomaMúltiplo #Hematologia #IMS2026 #LucianoCosta
O que muda na discussão do linfoma do manto quando o acesso às terapias muda?
Neste Happy Auer, o hematologista André Meireles conversa com os hosts sobre diagnóstico, transplante autólogo, inibidores de BTK, sequenciamento e pesquisa clínica.
O ponto de partida é uma revisão da qual André é coautor. A discussão passa pelo Brasil e pela América Latina, pelos diferentes contextos de atendimento e por sua experiência no Hospital Heliópolis.
Entre as perguntas do episódio: como contextualizar o debate sobre transplante? O que considerar ao discutir as linhas seguintes de tratamento? Que dados precisamos conhecer melhor sobre a nossa realidade?
No momento cultural, André apresenta seu interesse por música country e indica Morgan Wallen, Chris Stapleton e Luke Combs. A conversa continua por bluegrass, versões e aproximações com o sertanejo.
Siga o Happy Auer para acompanhar os próximos encontros entre ciência, cultura e conversa entre pares.
REFERÊNCIA DISCUTIDA
Meireles AC et al. Clinical Lymphoma, Myeloma & Leukemia. 2026;26(7):e868–e875.
DOI: 10.1016/j.clml.2026.04.006
https://doi.org/10.1016/j.clml.2026.04.006
Conteúdo de educação e discussão entre profissionais de saúde. Não constitui orientação médica individual.
O que os dados brasileiros de LMA mostram quando o olhar deixa de se limitar ao medicamento e passa a acompanhar toda a jornada do paciente?
Luiza Lapolla Perruso senta-se à mesa com Renato Centrone, Guilherme Perini e Fábio Pires para discutir o Registro Brasileiro de LMA, o acesso ao centro especializado, a estratificação molecular, o suporte, o transplante e os fatores sociais que também influenciam os desfechos.
No bloco de repertório, a conversa passa por The Pitt, House, Scrubs, Dopesick, livros, cinema, consultoria médica e terror — porque cultura, no Happy Auer, não é enfeite: é contexto.
Conteúdo educacional destinado a médicos e profissionais de saúde. Responda à enquete do episódio e conte em que momento a jornada da LMA perde mais força em sua realidade.
Belantamabe mafodotina no mieloma múltiplo recidivado/refratário: por que essa conversa voltou? Neste episódio, Renato, Guilherme e Fábio discutem BCMA, DREAMM-7, DREAMM-8, toxicidade ocular, CAR-T, bispecíficos e o papel do oftalmo no manejo. No bloco cultural, Rush, Aerosmith e Eagles entram como metáforas de pausa, toxicidade e comeback.
Conteúdo educacional para profissionais de saúde.
Neste episódio do Happy Auer, recebemos Paloma Rezende e Karina Caciola para uma conversa sobre um dos momentos mais desafiadores da vida médica: o fim da residência e o começo da vida real em hematologia.
Falamos sobre:
• como cada uma chegou à hematologia
• o encanto (e o susto) da especialidade
• o choque do R1 e a curva de aprendizado
• mercado, fellow, subespecialização e futuro profissional
• acesso a terapias, vida real e prática no Brasil
• mentoria, exaustão e o peso emocional da residência
• identidade fora da medicina
• esporte, música, séries e tudo aquilo que ajuda a continuar inteiro
Um episódio sobre formação, vocação, dúvida, maturidade e a nova geração da hematologia.
Convidadas:
Paloma Rezende
Karina Caciola
Conteúdo educacional para profissionais de saúde.
Neste episódio, recebemos Catherine Moura, médica sanitarista e CEO da ABRALE, e Dina Steagall, vice-presidente da ABRALE — Associação Brasileira de Câncer do Sangue.
A conversa passa por acesso, equidade, advocacy, informação confiável, políticas públicas, participação em consultas públicas e o papel das associações de pacientes na onco-hematologia brasileira.
Falamos também sobre:
• o que a ABRALE faz na prática
• os 4 pilares de atuação
• a diferença entre inovação e acesso real
• o papel dos médicos na defesa dos pacientes
• SUS, saúde suplementar e desigualdades regionais
• a importância de dados, jornada do paciente e letramento em saúde
• por que “prescrever ABRALE” pode complementar o cuidado
Um episódio sobre câncer do sangue, mas também sobre sistema de saúde, responsabilidade coletiva e o que acontece quando paciente, médico e sociedade civil trabalham juntos.
Conteúdo educacional para profissionais de saúde.
Há 25 anos, o imatinibe mudou a história da LMC — e, com ela, a história da hematologia.
Neste episódio do Happy Auer, a gente revisita como o cromossomo Filadélfia abriu caminho para a primeira grande terapia-alvo da hemato, por que o imatinibe virou um marco de eficácia + segurança, como isso cronificou a LMC e o que veio depois: monitoramento molecular, descontinuação, vida real, biossimilares e o debate sobre acesso e custo.
Você vai ouvir sobre:
O Happy Auer está no Spotify, Apple Podcasts e YouTube.
Se você curtiu esse episódio, vale também ouvir o nosso episódio sobre a história dos inibidores de BTK, citado na própria abertura deste programa.
Conteúdo educacional voltado a profissionais de saúde. Não substitui diretrizes nem decisão clínica individual.
No episódio de hoje do Happy Auer, recebemos a Dra. Talita Silveira para uma conversa franca e prática sobre linfoma de Hodgkin: o que realmente mudou, como ela enxerga o lugar do BrECADD hoje, quando NIVO-AVD entra na conversa, o que fazer com doença inicial desfavorável, quando ainda vale discutir radioterapia e qual é o melhor resgate para o paciente mais difícil.
Além de revisar a transição do BEACOPP para o BrECADD, a conversa entra no mundo real: curva de aprendizado, ajuste de dacarbazina na prática brasileira, profilaxia, fator de crescimento, idade/comorbidade, risco de “relaxar” porque o primeiro caso foi bem, acolhimento de cabelo/fertilidade e o que a equipe precisa saber para conduzir um esquema mais intenso com segurança.
Você vai ouvir sobre:
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Se esse tema te interessa, também vale ouvir nossos episódios sobre BTK, BCMA, TP53 e MENIN, que conversam bem com esta discussão clínica mais “alvo + vida real”.
Conteúdo educacional para profissionais de saúde. Não substitui diretrizes nem decisão clínica individual.
Inibidores de MENIN (proteína do gene MEN1) são uma nova classe de terapia-alvo que mira leucemias agudas com fusões de KMT2A/MLL e também em cenários como o NPM1 mutado.
Neste episódio do Happy Auer, a gente explica o mecanismo (MENIN como “scaffold” do complexo), discute os principais cenários biológicos (assinatura HOX / KMT2A / NUP98), comenta resultados iniciais em recidivado/refratário, toxicidades-chave (incluindo síndrome de diferenciação) e para onde essa classe pode evoluir (combinações, primeira linha e desenho de estudos).
Você vai ouvir sobre:
Por que MENIN é peça central para o complexo do KMT2A/MLL funcionar (e por que isso abre o alvo)
Cenários onde a classe pode ter impacto: fusões KMT2A, NPM1, assinatura HOX e outras fusões (ex.: NUP98)
O que dá pra esperar dos dados iniciais em R/R (e por que o “brilho” pode estar em combinação e linhas mais precoces)
Segurança / “efeitos de classe” e a discussão sobre síndrome de diferenciação
Um papo mais amplo: como a hemato vai lidar com doenças raras, estudos longos e aprovações (incluindo racional biológico e desenhos tipo basket)
Bloco cultural: “agonistas de meninas” — playlist com artistas e bandas com mulheres (clássicos + novidades, como The Warning).
Nota importante: no episódio, a gente comenta que algumas moléculas citadas têm aprovação/uso em alguns mercados, mas não estão disponíveis comercialmente no Brasil (vale checar o cenário local e o acesso).
Conteúdo educacional voltado a profissionais de saúde. Não substitui diretrizes nem decisão clínica individual.
EZH2 é um daqueles genes raros que tem “dois lados”: pode ser perda de função em neoplasias mieloides e ganho de função no linfoma folicular.
Neste episódio do Happy Auer, a gente conta a história do EZH2 começando na drosófila (white, zeste, Polycomb) e chega no racional do tazemetostat no folicular — com um bloco cultural no fim: músicas com o mesmo nome e voto de Minerva.
No episódio, você vai ouvir:
Por que a drosófila virou um “laboratório” da genética e como os genes ganharam nomes como white e zeste
O que é Polycomb (e por que isso virou o nosso “Kama Sutra das drosófilas” de forma totalmente científica e histórica)
EZH2 nas mieloides: quando a perda de função atrapalha o silenciamento epigenético necessário pra diferenciação
EZH2 no linfoma folicular: quando o ganho de função “prende” o linfócito B no folículo
Tazemetostat: racional, cenário e por que a baixa toxicidade abre portas para combinações
Cultura: “músicas com o mesmo nome” (e a treta fica séria)
Conteúdo educacional voltado a profissionais de saúde. Não substitui diretrizes nem decisão clínica individual.
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