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PG nasceu na cidade de São Paulo, no dia 18 de maio de 1976. Iniciou seu contato com a música ainda aos 6 anos de idade, quando sua família mudou-se para Batatais.
Após perder o pai, aos 14 anos de idade, PG mudou-se juntamente com sua mãe para a cidade de Lucélia. Nesse período de o cantor se envolveu com o alcoolismo e drogas.
Em 1993, voltou para São Paulo, para trabalhar em uma loja de discos na Galeria do Rock. Na época do carnaval do mesmo ano, foi convidado por um primo para assistir a um show de grupos musicais cristãos. PG ficou sensibilizado com as mensagens das músicas das bandas Kadoshi, Katsbarnea e Oficina G3. No mesmo dia se converteu ao protestantismo e decidiu levar uma vida com preceitos cristãos. Logo iniciou o seu discipulado na Igreja Renascer em Cristo.
Início da carreira e Oficina G3 (1998-2003)
Ainda em 1993 o cantor ingressou em uma banda liderada pelo primo, a Sanctuarium Band, tocando baixo. Depois de um ano, formou juntamente com os amigos Daniel e Marcelo Feijão a banda Corsário. Foi nessa época que compôs as músicas "Necessário" e "Autor da Vida", que mais tarde foram gravadas pela banda Oficina G3.
PG participou de alguns outros projetos musicais, até que no final de 1997, foi convidado, por Walter Lopes, para ingressar no grupo Oficina G3. O vocalista da época, Luciano Manga, precisava sair da banda para cumprir com outros projetos. PG tornou-se o vocal do grupo em janeiro de 1998, e participou do primeiro projeto a partir de então, o disco Acústico, o qual foi gravada a canção "Autor da Vida".
Em 2000, PG fez parte de uma das fases mais populares do grupo, com o lançamento do álbum O Tempo. O cantor escreveu grande parte das músicas do projeto, e participou dos vocais em quase todas, juntamente com Juninho Afram. Com a banda, participou do Rock in Rio 3. Nesta época, o músico também fez participações especiais com outras bandas e artistas, como no álbum Na Virada do Milênio, de Brother Simion ("Onde Encontrar?"), O Segredo, do Fruto Sagrado ("O Novo Mandamento") e Fruto de Amor, de Aline Barros ("Cantarei Teu Amor pra Sempre").
Após a saída de Walter, PG trouxe seu irmão, Jhonny Mazza, para tocar na bateria da Oficina G3 durante um tempo, até que o grupo optou por Lufe. Nesta formação, foi gravado o último disco com sua participação, Humanos, em dezembro de 2002.
PG se retirou da banda em dezembro de 2003, durante as sessões de composição para o álbum Além do que os Olhos Podem Ver. Segundo ele mesmo, o motivo da saída da banda foi sua nomeação para pastor de sua igreja. No dia 21 de junho de 2003, foi nomeado, juntamente com sua esposa Rosana, pastor na Igreja Comunidade Cristã Evangélica Estrela da Manhã. Nesta época, Juninho, Duca e Jean Carllos criticaram PG publicamente pela forma em que saiu do grupo.
“ [..] eu não saí porque queria fazer uma carreira solo, mas sim por causa de um propósito, o meu ministério pastoral, que não estava sendo bem compreendido. Era aquela coisa: “eu entendo, mas não aceito”. E eu não queria ser o chato da banda. Sabe a história de Sadraque, Mesaque e Abdenego? Eles eram três, mas tinham um único objetivo. Por mais que um deles tivesse medo, eles estavam juntos, acreditavam um no outro. Comentaram muitas coisas erradas quando eu saí. Não houve briga, não saí porque queria ganhar dinheiro. Saí exatamente porque queria continuar cantando e me dedicar a outros propósitos. Onde estava eu não conseguia. Quando saí da banda, recebi muitas críticas, até duvidei se eu estava certo. Mas ela me deu toda a força para continuar. Eu até me emociono ao falar dela, pois não consigo ver esse ministério sem a Rosana. Com certeza ela é muito mais forte do que eu.