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Maria Amélia de Almeida Teles ou Amelinha, como era chamada por todos, foi figura chave para o feminismo no Brasil, fazendo da sua vida uma luta pelos direitos das mulheres. Presa pela ditadura militar em 1972, Amelinha foi torturada barbaramente por Carlos Alberto Brilhante Ustra, ao ponto de ter seus filhos, na época com 5 anos, levados para vê-la sendo torturada.
Após sair da prisão, passados os anos de chumbo, Amelinha conseguiu mover um processo contra Ustra, tendo este sido declarado torturador pela justiça civil, o único com uma condenação no Brasil pós-regime.
O escritor gaúcho escrevia sobre sua terra, mas refletia as contradições e mazelas do mundo, a saga de mulheres e homens, a vida e o tempo...
“Desde o minuto em que nasce, a criatura humana não só entra pra História, da qual não poderá jamais livrar-se, como também começa a sua estória”.
Uma mulher da classe dominante, que questionou as estruturas da sociedade norte americana, defendendo o fim da escravidão e os direitos das mulheres.
Foi uma lutadora incessante da causa feminina e abolicionista.
Um livro publicado há mais de 150 anos ainda hoje define a forma como compreendemos a diversidade na natureza.
Sua escrita e publicação só foram possíveis graças à irreverência de um homem considerado ainda hoje como um dos maiores cientistas de todos os tempos.
Lançado em 2022, o livro explana um padrão de exclusão sustentado por um pacto não verbalizado que mantém um grupo de pessoas, em geral masculino e branco, nos lugares de poder do país.
Cida Bento nos mostra caminhos para sermos uma sociedade melhor, e que problema criado pela branquitude é problema que majoritariamente deveria ser de comprometimento da branquitude resolver.
Um camponês desafia sozinho a repressão da ditadura e do latifúndio e sobrevive para contar sua história.
O caso de Saluzinho é um marco para o entendimento da violência política no campo brasileiro durante o regime militar.
Jornalista, editor, expoente intelectual público, analista político e um dos fundadores do MNU - Movimento Negro Unificado na luta antirracista.
Sua influência ainda está presente mobilizando a consciência e a conscientização que fortalece a luta do povo negro.
Seu corpo foi vítima de 12 facadas da intolerância política bolsonarista.
Mas seu espírito e sua luta de vida permanecem, pois palavras de luta se perpetuam em ações.
Em 1923, a revolução bateu à porta da Alemanha, mas ela não entrou.
Neste episódio, revisitamos o Outubro que quase mudou o mundo e perguntamos: como teria sido se o povo tivesse vencido?
O cineasta paulista lançou Rio, 40 graus em 1955, filme tidocomo o ponto de partida para o Cinema Novo.
Com seus filmes, muitos baseados em clássicos da literaturanacional, conciliou o ato de filmar com o engajamento social.
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