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Nadejda Krupskaia foi uma revolucionária, educadora, escritora, dirigente do Partido Operário Social Democrata Russo e uma das principais pensadoras da educação libertadora para os trabalhadores e trabalhadoras. Seu legado segue vivo e atual.
Se quiser conhecer mais sobre: Inês Armand, Clara Zetkin, Vladimir Lenin, Lev Vygotsky e Paulo Freire, pode ouvir os episódios de Hoje na Luta sobre eles!
Os trechos citados no áudio são do poema Por Que Ocupamos, de Lene Souza, a Poeta do MTST!
MTST, QUEM SABE MAIS LUTA MELHOR!
#educação #comunismo #socialismo
Em 24 de fevereiro de 1984 acontecia uma das maiores manifestações das Diretas já, que reuniu mais de 400 mil pessoas nas ruas de Belo Horizonte.
As Diretas já foi um movimento popular que surgiu durante a ditadura militar. Milhões de brasileiros foram as ruas reivindicar o direito ao voto, para escolher e eleger os representantes do país democraticamente.
MTST, A LUTA É PRA VALER!
Fernando Santa Cruz foi um militante do movimento estudantil, assassinado pelos militares em 1974 durante a ditadura no Brasil e hoje é homenageado no nome do Núcleo de Organização do MTST no ABC Paulista.
Sua história mostra o horror causado pelos militares no poder, e nos relembra a importância de lutar contra o golpismo.
DITADURA NUNCA MAIS! SEM ANISTIA!
Taiguara Chalar da Silva foi um cantor e compositor entre os mais censurados do Brasil. Seu nome significa “senhor de si” ou “homem livre”, em tupi-guarani.
Sobre o músico, o jornalista Gustavo Rolim diz: “não saltou do comunismo à censura; saltou da censura ao comunismo. Transformou a violência que sofria em motivo para tentar ler o mundo à sua volta, compreender as suas raízes e, essencialmente, superá-la”.
MTST, quem sabe mais, luta melhor!
Maria Aragão foi uma médica e militante comunista maranhense, que sempre lutou pelos direitos das mulheres, dos negros, e dos trabalhadores do campo e da cidade.
Deixou como legado sua trajetória de luta, o cuidado, o respeito, a solidariedade e a organização do povo pela construção de uma sociedade mais justa para todos.
MTST, A LUTA É PRA VALER!
Elise Ewert, também conhecida por seu apelido Sabo, foi uma militante comunista alemã e judia que auxiliou Luis Carlos Prestes no Levante Comunista de 1935, mas acabou sendo deportada para a Alemanha Nazista e morta em um Campo de Concentração.
A amizade entre Sabo e Olga fizeram que elas conseguissem um refúgio mesmo nos momentos de tortura. Elise até o dia do seu falecimento foi guiada pelos ideais comunistas, pois sabia que os trabalhadores deveriam ser livres.
MTST, QUEM SABE MAIS LUTA MELHOR!
Em 1959, durante a construção da cidade de Brasília, milhares de operários viviam e trabalhavam incessantemente para inaugurar a nova capital do Brasil. Vindos principalmente do norte e do nordeste, esses trabalhadores eram conhecidos como Candangos.
Hoje vamos relembrar um dos maiores crimes esquecidos de nosso país e a forma como os poderosos da época fizeram de tudo para apagar esse momento da história, o Massacre dos Candangos.
MTST, A LUTA É PRA VALER!
Dandara guerreou pela sobrevivência do Quilombo dos Palmares, um dos maiores polos de resistência à escravidão e ao domínio português sobre o Brasil.
Nesse episódio, ouvimos o depoimento de Rita Souza, companheira do MTST que participou da ocupação Dandara e que hoje vive no condomínio de mesmo nome, fruto de luta dos trabalhadores organizados.
MTST, A LUTA É PRA VALER!
Guy Fawkes foi condenado à morte por conspirar contra a vida do Rei James I. Ele foi preso na madrugada do dia 5 de novembro de 1604 junto a dezenas de barris de pólvora preparados para explodir o Parlamento Inglês.
Apesar de ser considerado um traidor da pátria, a máscara que representa Guy Fawkes ganhou outro significado a partir da HQ "V de Vingança", de Alan Moore, em que o herói V luta contra uma ditadura fascista usando a máscara de Guy!
MTST, A LUTA É PRA VALER
O Domingo Sangrento na Irlanda do Norte matou 14 pessoas, sendo 6 menores de idade, em um protesto pacífico pelos direitos civis e menos discriminação à minoria católica no país, em 30 de janeiro de 1972. A repressão violenta impulsionou o apoio ao Exército Republicano Irlandês (IRA), que lutava por independência e igualdade.
Quem sabe mais, luta melhor!
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