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Sabe aquela notícia que você compartilhou no grupo da família sem checar se era verdade ou aquele meme engraçadinho de um político que você republicou nas redes sociais? Pois é, se você já fez algo do tipo você caiu em algumas armadilhas. O engajamento, na maioria das vezes, é a participação ativa em assuntos de relevância política e social. Mas essa participação nem sempre é orgânica porque existem vários robôs que utilizam os algoritmos para impulsionar essas publicações. Para debater sobre as armadilhas do engajamento nas redes, convidamos para bater um papo com a gente Guilherme Popolin, doutorando em Comunicação e um dos pesquisadores do Museu de Memes da UFF; Elis Radmann, diretora do Instituto Pesquisa e Opinião; Leandro Marin, administrador da página História no Paint e Camilla Machuy, mestranda em desinformação pelo IBICT da UFRJ
By #Hora de VotarSabe aquela notícia que você compartilhou no grupo da família sem checar se era verdade ou aquele meme engraçadinho de um político que você republicou nas redes sociais? Pois é, se você já fez algo do tipo você caiu em algumas armadilhas. O engajamento, na maioria das vezes, é a participação ativa em assuntos de relevância política e social. Mas essa participação nem sempre é orgânica porque existem vários robôs que utilizam os algoritmos para impulsionar essas publicações. Para debater sobre as armadilhas do engajamento nas redes, convidamos para bater um papo com a gente Guilherme Popolin, doutorando em Comunicação e um dos pesquisadores do Museu de Memes da UFF; Elis Radmann, diretora do Instituto Pesquisa e Opinião; Leandro Marin, administrador da página História no Paint e Camilla Machuy, mestranda em desinformação pelo IBICT da UFRJ