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O Me Indica Um Quadrinho de hoje fala de Meu Amigo Dahmer, HQ com roteiro e desenho de Derf Backderf, lançada no Brasil pela Darkside Books.
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Degradação, autoritarismo, noites opressoras iluminadas por poderosos neons, carros voadores e pés na lama. O cyberpunk veio ao mundo há cerca de 40 anos e é mais atual do que nunca. Filmes, séries, livros e quadrinhos andaram lado a lado, em becos estreitos, consolidando esse subgênero da ficção científica. Mas qual era o cenário em que ele nasceu? Como ele se desenvolveu? Quais aspectos políticos, sociais, estéticos o subgênero aborda de lá pra cá? Afinal, o que é cyberpunk?
Nessa viagem pelo submundo, contamos com a presença de Cláudia Fusco, mestre em Science Fiction Studies pela Universidade de Liverpool; Fábio Fernandes, escritor, tradutor para o português de livros como Neuromancer e Laranja Mecânica, professor e doutor em Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP); e Zé Wellington, roteirista de HQs como Steampunk Ladies e, seu mais recente trabalho, Cangaço Overdrive. Plugue o cabo em sua nuca e vem com a gente navegar nesse universo.
Degradação, autoritarismo, noites opressoras iluminadas por poderosos neons, carros voadores e pés na lama. O cyberpunk veio ao mundo há cerca de 40 anos e é mais atual do que nunca. Filmes, séries, livros e quadrinhos andaram lado a lado, em becos estreitos, consolidando esse subgênero da ficção científica. Mas qual era o cenário em que ele nasceu? Como ele se desenvolveu? Quais aspectos políticos, sociais, estéticos o subgênero aborda de lá pra cá? Afinal, o que é cyberpunk?
Nessa viagem pelo submundo, contamos com a presença de Cláudia Fusco, mestre em Science Fiction Studies pela Universidade de Liverpool; Fábio Fernandes, escritor, tradutor para o português de livros como Neuromancer e Laranja Mecânica, professor e doutor em Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP); e Zé Wellington, roteirista de HQs como Steampunk Ladies e, seu mais recente trabalho, Cangaço Overdrive. Plugue o cabo em sua nuca e vem com a gente navegar nesse universo.
Em 2016, Paulo Moreira criava a página de quadrinhos que levava seu nome para poder dividir com o mundo as suas tiras de humor. De lá pra cá, reuniu mais de 110 mil seguidores curtindo, comentando e compartilhando suas histórias com referências a super-heróis, situações cotidianas, baratas voadoras e outras mizeras, tudo com o sotaque maravilhoso da Paraíba. No HQ Sem Roteiro dessa semana conversamos com o artista sobre seu processo criativo, seus planos, suas publicações Operação Dragão Negro e Mizera, e muito mais! Confere aí!
O Me Indica Um Quadrinho dessa semana traz a indicação de Tiago de Lima Castro, do podcast Tianix. Ele fala sobre a HQ O Quilombo de Orum Aiê, de André Diniz, lançada no Brasil pela Galera Record.
Trazemos para você um Roteirismos Podcast Especial! Luís Carlos Sousa, Zé Wellington e Pedro PJ Brandão conversam sobre criar histórias. Afinal, todas as histórias já foram contadas? De que servem os mitos? O que preservamos até hoje do ato de narrar histórias ao redor da fogueira? E o que a Torre de Babel tem a ver com isso? Essas e outras questões você encontra dando um play no mais novo Roteirismos no feed do HQ Sem Roteiro Podcast.
Esse é um programa de divulgação do curso Construção de Narrativas e Mercado Editorial, que vai ser realizado pelo trio Luís, Zé e PJ no Estúdio Daniel Brandão, entre os dias 23 e 27 de julho de 2018, das 19h às 22h. Ementa, valores, inscrições e mais informações você encontra no site do Estúdio Daniel Brandão.
Tédio. O que vem à sua cabeça quando falamos essa palavra? O tédio, assim como todos os conceitos que temos à nossa disposição hoje, nasceu e se desenvolveu até chegar à significação que encontramos hoje na nossa sociedade. Tempos mortos, repetição, cotidiano, muitas são as manifestações do tédio em filmes, séries e quadrinhos.
No HQ Sem Roteiro Podcast de hoje, conversamos com Greice Schneider, doutora pelo Departamento de Literatura da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica. Ela pesquisou as representações do tédio nas HQs contemporâneas de autores como Chris Ware, Lewis Trondheim, Jiro Taniguchi e Adrian Tomine. Sua tese se transformou no livro What Happens When Nothing Happens: Boredom and Everyday Life in Contemporary Comics. Tasca o play que o papo tá tudo, menos tedioso!
Carol Rossetti ficou nacional e mundialmente conhecida pelo projeto de ilustração Mulheres. Com frases rápidas e ilustrações focadas na diversidade, seu trabalho chegou a diversos pontos do mundo, foi compilado em um livro lançado em cinco países e a levou para países como EUA, Colômbia, e Itália. A mineira se aventurou a trabalhar com quadrinhos com a série de tiras Cores, financiada por meio de Catarse, e atualmente prepara sua primeira graphic novel, Vento Norte. O HQ Sem Roteiro Podcast dessa semana traz um papo maravilhoso com Carol Rossetti, sua história, seus planos e muito mais. Tasca o play e vem ouvir!
O Me Indica Um Quadrinho de hoje fala de Coisas de Adornar Paredes, HQ com roteiro e desenho de José Aguiar, indicada ao Prêmio Jabuti e lançada pela Quadrinhofilia.
As tiras da página Aquele Eita, desenhadas pela jovem quadrinista Raquel Segal, começaram focadas no humor, mas com o passar do tempo passaram a falar sobre os sentimentalismos cotidianos e aquela boa e velha bad. Em menos de dois anos, as tramas curtas, com traço simples desenhados sobre uma cor amarela característica, conquistaram mais de 1 milhão de curtidores no Facebook, mais de 220 mil seguidores no Twitter e mais de 170 mil no Instagram. Conversamos com Raquel sobre internet, processo criativo, interação com o público e a ida para o impresso com o livro Sempre Faço Tudo Errado Quando Estou Feliz, lançado pela editora Planeta. Dá aquele play e vem ouvir!
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