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Um episódio dedicado a analisar algumas diferenças que podem criar condicionamentos ou tornar mais desafiante a conexão entre perfis, de acordo com as suas energias e ritmos próprios.
Apenas 8% da população está cá para iniciar, o que pode gerar muitas questões numa sociedade desde cedo incentivada a "entrar em ação". Para esta grande maioria de 92% de pessoas que têm como estratégia estar em resposta, aguardar um convite ou um ciclo lunar, a sabedoria está em seguir a sua estratégia e autoridade.
Será que todos os que têm determinada porta no seu Mapa de Human Design, como é o caso da 18 na linha 2, que significa "Doença Terminal", estão condenados a viver uma doença terminal? Não. Tudo tem que ser visto em contexto, com atenção à forma como interpretamos a informação no seu todo e se estamos ou não a viver em not-self...
Neste episódio, respondemos a algumas questões vossas para desmistificar, com exemplos práticos, como cada mapa de Human Design é único e específico a cada pessoa e ao seu próprio contexto. Não é possível generalizar!
O perfil é como um fato que vestimos e tem determinadas características, conscientes e inconscientes. Representa 70% do que somos e é fundamental conhecê-lo para que possamos ter consciência de como impacta os nossos relacionamentos.
Para algumas pessoas, a tomada de decisão pode ser feita na hora, enquanto que para outras é preciso dar tempo para que a claridade chegue. O saudável, nomeadamente quando falamos em relações, está em saber respeitar os diferentes ritmos e individualidade de cada um, sem julgamento ou interferência.
Compreender os principais desafios de cada tipo nas relações, e a sua mecânica única, ajuda-nos a desenvolver um maior sentido de aceitação e construir relações mais saudáveis.
Através do nosso mapa de Human Design é possível saber quais os ambientes e formas de trabalho mais adequados para nós, como processamos a informação, formas de comunicar mais alinhadas connosco, como divulgar os nossos serviços, entre outras coisas.
Independentemente do nosso tipo ou perfil, cada um de nós tem os seus temas de vida. Conhecê-los, ajuda-nos a compreender como os vamos experienciar e o contributo que podem ter nas nossas relações.
As decisões mentais são todas aquelas em que somos condicionados pelo nosso lado racional, a nossa mente. O convite que o Human Design nos traz é aprender a libertarmo-nos deste condicionamento, ajudando-nos a tomar decisões com base na nossa Estratégia e Autoridade.
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