É o fim da banalidade! – banalidade tal como conhecida: a “coisa trivial”, “comum” e que “não tem valor”. Não há como dizer que a vida de quem assumiu que morreu e ressuscitou no batismo seja trivial, comum, tampouco, sem valor. O ponto de partida para o apóstolo Paulo é a ressurreição. Apesar de termos desejado para nossas experiências, sermos bons, plenos, realizados e participantes de um plano grandioso para tudo em nosso redor, o evangelho não toma isso como ponto de partida, porque a ressurreição de Jesus vem antes de tudo e tudo por ela é fundamentado, - vida cristã, cotidiano, palavra e silêncio. Tudo ganhou e ganha relevância na história (passado e presente) e na eternidade (porvir) a partir da ressurreição. É no batismo, portanto, que nos identificamos com a plena realização de Deus, - A ressurreição de Jesus. É ali que fica declarado “Pois vocês morreram para esta vida, e agora sua verdadeira vida está escondida com Cristo em Deus”. (v.3) Nossa escala de valores não pode ser mais a mesma, por um motivo muito forte – “Cristo é a nossa vida” (v.4).