Dos sentidos mais facilmente estimuláveis é a visão. Ela capta com extraordinária facilidade imagens e situações que logo chamam atenção e que logo nos prendem. É o que ocorre, por exemplo, numa situação de um acidente, uma foto bonita, uma paisagem agradável. O que vemos, muitas vezes, não satisfaz: Não era aquilo que esperávamos ou que conseguimos ver. Outras vezes vai além do que imaginávamos. De qualquer forma, sem a visão, grande parte do colorido desta vida se perde. É interessante que com Jesus não foi diferente. Todos queriam vê-lo: também os gregos deste trecho. Motivos diversos faziam e continuam fazendo as pessoas desejarem ver Jesus: o ódio, a curiosidade e os interesses de toda ordem, só para falar de alguns desses motivos. Os gregos possuíam as melhores escolas filosóficas, eram conhecedores das altas ciências, sábios. Alguns nomes são reconhecidos até hoje, mas os gregos do texto que lemos decidiram ver Jesus. Será que os gregos o buscavam porque a referida sabedoria naufragou? Ou será que aquilo que ouviram falar de Jesus lhes acendeu a esperança de que Ele pudesse suprir a mente cansada de buscar a Paz, porque não a encontrou em nenhum outro lugar?