Ibpan Cast

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By Igreja Batista no Parque PanamericanoReligion & SpiritualityChristianity
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Ibpan Cast episodes

  • Episódio 016 - Identidade - Orfandade
    Quem foi Ester?

    Ester é uma das mulheres mais importantes de toda a história bíblica. Ela se tornou rainha da Pérsia e foi usada por Deus para salvar todo o povo hebreu.

    Ela era judia, foi criada por seu primo Mordecai na Pérsia, já que era órfã. Nessa época, a nação de Israel estava sob exílio no reino persa.

    Ester é feita Rainha

    Durante o concurso criado pelo Rei, as jovens ficavam recebendo, durante 12 meses, tratamentos especiais de beleza e especiarias.

    Quando chega ao harém, Hegai (o responsável pelas mulheres do concurso) se encanta com a beleza de Ester e dá a ela o melhor lugar na casa, as melhores vestes e os melhores alimentos.

    Os 12 meses se passaram e as jovens foram chamadas a presença do rei. Nesta ocasião cada uma levava um presente para adornar-se, entretanto, ao contrário das outras jovens, Ester não escolheu nada além do que já possuía.


    Quando ela se apresenta ao rei, sua beleza o impressiona e ele a ama mais que todas as outras jovens.

    Imediatamente, Ester é coroada rainha no lugar de Vasti.

    Entretanto, mesmo após ser coroada Rainha, Ester mantém-se obediente ao seu primo Mordecai e não revela sua identidade judaica, visto que os judeus sofriam grande perseguição naquela época.

    Mordecai e o plano para tirar a vida do Rei

    Preocupado com sua prima, que havia sido criada como filha, Mordecai visitava frequentemente o palácio de Susã.

    E, numa dessas visitas, Mordecai escuta quando dois oficiais planejam uma conspiração para assassinar o rei.

    Mordecai conta à Rainha Ester que informa o plano ao rei.

    Ao descobrir a veracidade dos fatos, o rei manda enforcar os oficiais que conspiravam contra ele e o plano conspiratório é escrito nos registros históricos.

    O plano de Hamã contra Mordecai

    Algum tempo depois, Hamã, nobre e amalequita, é exaltado e colocado como o 1º ministro, sendo o segundo no reino abaixo do Rei.

    E, por isso, naquele tempo foi publicado um decreto do rei para que todos adorassem Hamã. Entretanto, como Mordecai era judeu e servo de Deus, ele se recusa a se curvar diante de Hamã.

    Hamã fica muito enfurecido com Mordecai e todo o povo judeu e requer ao rei que os judeus sejam punidos por não o adorar.

    O rei concede o pedido de Hamã e publica novo decreto para que seja destruído o povo judeu.

    O pedido de Mordecai a Ester

    Quando Mordecai toma conhecimento do decreto contra o povo, se entristece bastante, rasga suas vestes e cobre-se de cinzas (costume da época).

    Ester fica sabendo da tristeza de Mordecai e se entristece também. Preocupada com seu primo, ela manda que seus servos descubram o motivo da tristeza de Mordecai.

    Mordecai conta para Ester o plano terrível de Hamã e pede para que ela interceda pelo povo o judeu perante o rei.

    Acontece que naquela época, quem fosse à presença do rei sem ser convidado, seria condenado a morte, exceto se o rei estendesse seu cetro de ouro.

    Por isso, Ester fica receosa e teme por sua vida. Porém, seu primo a alerta de que ela também era judia e não seria poupada apenas por estar no palácio.

    Além disso, ele fala que se não for por Ester, a ajuda para o povo judeu se levantará de outra parte (Et 4:13-14).

    Com isso, Ester pede a Mordecai que ele e todo o povo judeu ore e jejue por 3 dias e, informa que, ela e suas servas fariam o mesmo.

    Os dias se passam e Ester coloca suas vestes reais para ir à presença do rei. O rei, ao avistá-la, estende seu cetro de ouro e diz: “pede-me o que quiseres e até metade do reino eu te darei.” (Et 5:3)

    Ester, movida pela sabedoria de Deus, requer um banquete ao rei, na presença do primeiro ministro, Hamã.

    Durante o jantar, o rei indaga a Ester sobre qual era o seu pedido, a rainha, porém, requer um novo banquete no dia seguinte.

    29 min
  • Episódio 015 - Identidade - Tal mãe, tal filha!

    Atalia, filha do rei Acabe e da rainha Jezabel e neta de Onri (2 Rs 8:18,26), nasceu num ambiente que negava completamente o único e verdadeiro Deus. Ela casou com Jeorão, o primogênito de Josafá, um rei justo e reto. Um casamento mais de cunho político do que familiar conseguindo por fim os conflitos e existentes entre os reinos de Israel e de Judá.

    Atália Rainha de Judá

    Jeorão havia se aliado a Israel por motivos políticos (2 Cr 22:5) assim como sua mãe havia feito, Atalia promoveu o culto a Baal e desviou tanto o povo de Judá quanto seu marido para longe do Senhor (2 Rs 8:18). Jeorão  morreu prematuramente aos 40 anos de idade.

    Após a morte de Jeorão, Acazias, seu filho, tornou-se rei, e sua mãe continuou a exercer sua influência perversa (2 Cr 22:3).

    Ações de Atália contrárias a Deus

    Depois de reinar por um ano, Acazias foi assassinado, e Atalia não perdeu tempo em aproveitar a oportunidade de aumentar ainda mais seu papel em Judá. Ela matou seus próprios netos, para acabar com a dinastia, e usurpou o trono de Judá! (2 Cr 21:17).

    Ao obter seu trono para si, Atalia reinou 6 anos como ocupante ilegítima do assento real, visto que não havia nascido na linhagem de Davi. Ela deu continuidade às tradições idolatras na quais havia sido educada.

    O templo durante o reinado de Atália, havia sido saqueado, e seus tesouros oferecidos a Baal. Em (2 Rs 11:13,20). Atalia foi morta com desonra, como os outros membros da família de Acabe.

    Essa rainha serve de grave lembrança da crescente influencia do mal que pode trabalhar no coração de uma pessoa que decide trilhar seu próprio rumo e rejeita a Deus, apegando-se ao próprio caminho.

    Esta atitude fez com que Atália fosse odiada pelo povo e pelos sacerdotes. Por alguns anos antes, os profetas Elias e Eliseu já anunciavam o fim da Casa Real de Acabe.

    Deus preserva para cumprir o seu propósito

    Naquele momento, o remanescente, o único elo entre Davi e o prometido descendente (Jesus Cristo), foi um bebê chamado Joás. Algumas pessoas fiéis ao Senhor conseguiram esconder e proteger este filho do rei, o único sobrevivente da linha de sucessão.

    Quando Jeoás tinha sete anos, Joiadá elaborou um plano para coroá-lo como rei no Templo de Jerusalém, com a proteção dos guardas reais.

    Quando Atalia percebeu o acontecido, foi ao Templo na tentativa de impedir a rebelião, mas acabou sendo executada no portão dos cavalos junto ao Palácio Real, por ordem do Sumo Sacerdote Joiada. Depois disso, é destruído o templo de Baal e seu altar.

    Atalia foi a última representante da Dinastia de Onri (II Reis 11:1-20; II Crônicas 22:1–23:21).

    19 min
  • Episódio 014 - Identidade - Quem você é?

    Para os cristãos, João Batista tem grande importância, por ser o precursor de Jesus. Ele viveu sua vida anunciando a chegada do Filho de Deus, e foi reconhecido em sua própria época como um homem santo — até mesmo, pelo próprio rei Herodes.

    João 1

    19 Este foi o testemunho de João, quando os judeus de Jerusalém enviaram sacerdotes e levitas para lhe perguntarem quem ele era.

    20 Ele confessou e não negou; declarou abertamente: “Não sou o Cristo”.

    21 Perguntaram-lhe: “E então, quem é você? É Elias?“

    Ele disse: “Não sou”.
    “É o Profeta?”
    Ele respondeu: “Não”.

    22 Finalmente perguntaram: “Quem é você? Dê-nos uma resposta, para que a levemos àqueles que nos enviaram. Que diz você acerca de si próprio?”

    23 João respondeu com as palavras do profeta Isaías: “Eu sou a voz do que clama no deserto: ‘Façam um caminho reto para o Senhor’ “.

    24 Alguns fariseus que tinham sido enviados

    25 interrogaram-no: “Então, por que você batiza, se não é o Cristo, nem Elias, nem o Profeta?”

    26 Respondeu João: “Eu batizo com água, mas entre vocês está alguém que vocês não conhecem.

    27 Ele é aquele que vem depois de mim, e não sou digno de desamarrar as correias de suas sandálias”.

    28 Tudo isso aconteceu em Betânia, do outro lado do Jordão, onde João estava batizando.


    De onde veio João Batista?

    Em Lucas, 1:13-17, acompanhamos a passagem da revelação do anjo Gabriel a Zacarias, o sacerdote do templo, sobre o nascimento de seu filho João, apesar de sua esposa, Isabel, ser considerada estéril.

    “(…) e terás prazer e alegria, e muitos se alegrarão no seu nascimento, porque será grande diante do Senhor, e não beberá vinho, nem bebida forte, e será cheio do Espírito Santo, já desde o ventre de sua mãe.

    E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus, e irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto.”

    Outro ponto importante, apresentado no mesmo evangelho, no versículo 36, é que João Batista era parente de Jesus, pois sua mãe, Isabel, era prima de Maria.


    Como foi o ministério de João Batista?

    Crescendo, João Batista viveu no deserto da Judéia, até que começasse sua pregação por toda a região ao redor do Rio Jordão, batizando a todos e promovendo a conversão dos pecados. Para isso, usava palavras duras, como vemos em Lucas, 3:7-8.

    “Dizia, pois, João à multidão que saía para ser batizada por ele: raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento, e não comeceis a dizer em vós mesmos: temos Abraão por pai; porque eu vos digo que até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão.”

    Em seu ministério, destaca-se também o próprio batismo de Jesus, no qual ele é revelado como o próprio Filho de Deus, conforme Mateus, 3:16-17.

    “E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”

    29 min
  • Episódio 013 - Identidade - Fale sobre seu pai
    Quem Foi Labão? A História de Labão na Bíblia

    Labão foi o pai de Lia e Raquel e sogro de Jacó. Ele era filho de Betuel, o arameu, e irmão de Rebeca, esposa de Isaque (Gênesis 24:29; 25:20). Portanto, além de sogro, Labão também era tio de Jacó. O nome Labão provavelmente significa “branco”, do hebraico lavan.

    Labão vivia em Harã de Padã-Arã na Mesopotâmia (Gênesis 24:15; 28:2; 29:4,5). Vale lembrar que o pai de Labão, Betuel, era filho de Naor, o irmão de Abraão. Essa parte da família permaneceu em Harã após a imigração de Abraão e Ló. Foi nas terras de Labão que Isaque e Jacó encontram suas respectivas esposas. Como foi dito, o primeiro casou-se com a irmã de Labão, Rebeca, enquanto o segundo casou com as duas filhas de Labão, Lia e Raquel.

    Labão aparece pela primeira vez na Bíblia no episódio em que Abraão enviou seu servo a Harã para encontrar uma esposa para seu filho Isaque. Labão se impressionou e se interessou pelos presentes valiosos que o servo do patriarca carregava. Rapidamente Labão concordou e encorajou a realização do casamento (Gênesis 24:22-53).

    Labão engana Jacó

    Muito tempo depois Jacó partiu para a casa de Labão fugindo da ira de seu irmão Esaú. Ali ele conheceu Raquel, por quem logo se apaixonou. Desejando se casar com a moça, Jacó firmou um acordo com Labão no qual ele seria empregado por sete anos no cuidado de seus rebanhos. Em troca, ele receberia o direito de casar-se com Raquel (Gênesis 29:18).

    Mas Labão tratou de enganar Jacó, dando-lhe como esposa sua filha mais velha, Lia, em lugar de Raquel. Quando Jacó percebeu que havia sido enganado por Labão, pediu-lhe explicações. Labão então alegou que a filha mais nova não deveria se casar antes da filha mais velha. Então um novo acordo de trabalho foi feito. Jacó concordou em trabalhar mais sete anos para que pudesse se casar com Raquel. Esse novo casamento ocorreu depois de uma semana (Gênesis 29:21-30).

    Tempos depois Jacó desejou sair da casa de Labão e retornar para sua terra, mas Labão não queria que ele fosse embora. Ele acreditava que havia prosperado por causa da presença de Jacó em suas terras (Gênesis 30:25-27). Então Labão propôs acertar um salário com Jacó de entre o seu rebanho.

    Labão procurou um acordo que pensou ser lucrativo para si, no qual ficou acertado que certos animais pertenceriam a Jacó. Porém, Jacó prosperou muito e seu rebanho cresceu além do rebanho de seu sogro, mesmo com Labão alterando diversas vezes algumas condições do acordo.

    27 min
  • Episódio 012 - Identidade - Dá-me filhos, senão eu morro!

    Vendo Raquel que não dava filhos a Jacó, teve ciúmes e disse lhe: Dá-me filhos, senão morrerei.

    Gênesis 30:1


    Muitas vezes não percebemos, mas nós somos parecidas com Raquel. Estamos sempre procurando nossa própria satisfação, querendo sempre mais e acabamos fugindo dos planos de Deus ou buscando adiantar eles. É claro, não poder oferecer um filho ao homem que a amava era realmente triste. No entanto, e a promessa que Deus ofereceu a eles? Nosso Pai do Céu tem deixado claro que Ele tem um plano para cada um de nós e que cumprirá com suas promessas. Porém, queremos dar nosso jeitinho, ficamos insatisfeitas e por isso queremos agir com nossas próprias mãos.


    O mundo está cheio de espíritos insatisfeitos, que passam por alto a felicidade e as bençãos que se acham ao seu alcance e estão continuamente buscando a felicidade e satisfação que não possuem. Estão constantemente porfiando por algum bem esperado futuramente, maior do que o que possuem e estão sempre num estado de decepção. Nutrem a incredulidade e ingratidão, passando por alto as bênçãos que estão mesmo em seu caminho. As bençãos comuns e diárias da vida são-lhes desprezíveis, tal como foi o maná aos filhos de Israel.

    Mente, caráter e personalidade, vol. 2. página 642


    Nós temos tudo, pelo simples fato de termos um Deus de amor. Então para que vivemos buscando sempre além do que Deus nos diz que é o suficiente?

    Para finalizar, quero enfatizar a mais importante lição que podemos extrair da experiência de Raquel. Apesar de sua impaciência, a Bíblia nos diz:

    Gênesis 30:22 E lembrou-se Deus de Raquel; e Deus a ouviu, e a fez fértil.

    Raquel finalmente pôde dar a Jacó os filhos pelos quais ansiavam. Deus está sempre disposto a nos dar o melhor, a nos ouvir, mesmo quando estamos insatisfeitas com quase tudo. Ele demonstra Seu imenso amor e cumpre Suas promessas. Que eu e você possamos recordar da história de Raquel sempre que a insatisfação tomar conta de nós, e que junto venha a lembrança que existe um Deus que nos ama e realizará maravilhas em nossas vidas se apenas esperarmos nEle.

    27 min
  • Episódio 011 - Feminismo - Considerações finais

    E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Gênesis 1:27

    A mulher cristã pode dizer que vive nadando contra a maré quando o assunto é feminismo.

    O feminismo atual prega que a mulher deve ser igual ao homem. Em primeiro lugar, o Senhor não criou seres iguais. O homem tem suas características próprias que uma mulher não tem, e vice e versa.

    A respeito dos direitos, como cidadãs realmente as leis podem falar melhor sobre isso, dando à mulher direito ao salário maternidade, estudo em universidades e em várias áreas. Praticamente há poucas proibições no que diz respeito ao trabalho, pois hoje em dia as mulheres já atuam em muitas áreas antigamente consideradas masculinas.

    O que não é aceito pelo feminismo, é a mulher ter seu lugar próprio dentro da família e o homem também ter o seu papel, sem que a ordem deles seja invertida ou alterada.

    Para o homem o Senhor diz:”No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.” Gênesis 3:19

    Está na responsabilidade do homem ser o provedor do lar, ainda que sua esposa trabalhe, ele como cabeça da família não pode deixar de assumir o seu papel.

    “Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem, e o homem a cabeça da mulher; e Deus a cabeça de Cristo.” 1 Coríntios 11:3

    Muitas mulheres, mesmo as servas de Deus, tem dificuldade em assumir que o homem é o cabeça da mulher, porém se esquecem que isso não quer dizer que ele tem autoridade de fazer tudo o que quiser sem se importar com os sentimentos de sua esposa e com o que ela pensa a respeito.

    O Senhor colocou sobre a mulher casada o homem como cabeça, mas isso não significa que a mulher seja a cauda!

    O fato, é que a mulher tem seus deveres dentro do lar que ainda que seu esposo seja muito compreensivo e divida com ela as tarefas, ela deve compreender que essa é a parte que lhe cabe dentro da organização da família no casamento.

    O melhor exemplo que temos de uma mulher que sabia que parte lhe cabia dentro do casamento é a mulher virtuosa de Provérbios 31:10-31:

    ”Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis. O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo. Ela só lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida. Busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com suas mãos. Como o navio mercante, ela traz de longe o seu pão. Levanta-se, mesmo à noite, para dar de comer aos da casa, e distribuir a tarefa das servas. Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com o fruto de suas mãos. Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços. Vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite. Estende as suas mãos ao fuso, e suas mãos pegam na roca. Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado. Não teme a neve na sua casa, porque toda a sua família está vestida de escarlata. Faz para si cobertas de tapeçaria; seu vestido é de seda e de púrpura. Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra. Faz panos de linho fino e vende-os, e entrega cintos aos mercadores. A força e a honra são seu vestido, e se alegrará com o dia futuro. Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua. Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça. Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva. Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente! Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada. Dai-lhe do fruto das suas mãos, e deixe o seu próprio trabalho louvá-la nas portas.”

    1 hr 54 min
  • Episódio 010 - Feminismo - Terceira Onda

    A terceira onda do feminismo começou no início da década de 1990, como uma resposta às supostas falhas da segunda onda, e também como uma retaliação a iniciativas e movimentos criados pela segunda onda. O feminismo da terceira onda visa desafiar ou evitar aquilo que vê como as definições essencialistas da feminilidade feitas pela segunda onda que colocaria ênfase demais nas experiências das mulheres brancas de classe média-alta e é a percepção de que as mulheres são de “muitas cores, etnias, nacionalidades, religiões, e origens culturais “.

    Uma interpretação pós-estruturalista do gênero e da sexualidade é central à maior parte da ideologia da terceira onda. As feministas da terceira onda frequentemente enfatizam a “micropolítica”, e desafiam os paradigmas da segunda onda sobre o que é e o que não é bom para as mulheres. A terceira onda teve sua origem no meio da década de 1980; líderes feministas com raízes na segunda onda, como Gloria Anzaldua, bell hooks, Cherrie Moraga, Audre Lorde, Maxine Hong Kingston, e diversas outras feministas negras, procuraram negociar um espaço dentro da esfera feminista para a consideração de subjetividades relacionadas à raça.

    Esta onda do feminismo expande os temas feministas para incluir um grupo diversificado de mulheres com um conjunto de identidades variadas. Rebecca Walker cunhou o termo “terceira onda do feminismo” em um ensaio de 1992.Tem sido proposto que Walker tornou-se um símbolo do foco da terceira na onda no queer e mulheres não-brancas. Feministas da terceira onda ampliaram seus objetivos, com foco em ideias como a teoria queer, e abolindo expectativas e estereótipos baseados em gêneros.

    Ao contrário da posição unificada das feministas da segunda onda sobre as mulheres na pornografia, trabalho sexual e prostituição, feministas da terceira onda são bastante ambíguas e divididas sobre estes temas (guerras sexuais feministas).Outro debate é causado pelo chamado feminismo da diferença, cujo importante expoente é a psicóloga Carol Gilligan, quem defende que há importantes diferenças entre os sexos, enquanto outras vertentes creem não haver diferenças inerentes entre homens e mulheres, defendendo que os papéis atribuídos a cada gênero instauram socialmente a diferença.

    51 min
  • Episódio 009 - Feminismo - Segunda Onda

    A segunda onda do feminismo é um período de atividade feminista que começou na década de 1960 nos Estados Unidos e se espalhou por todo o mundo ocidental e além. Ela foi precedida pela primeira onda do feminismo e sucedida pela terceira onda do feminismo. Nos Estados Unidos, o movimento durou até o início da década de 1980,[tornando-se mais tarde um movimento mundial, especialmente forte na Europa e em partes da Ásia, como na Turquia e em Israel, onde começou na década de 1980.

    Enquanto a primeira onda do feminismo era focada principalmente no sufrágio e na derrubada de obstáculos legais à igualdade de gênero (ou seja, direito ao voto, direitos de propriedade, etc), a segunda onda do feminismo ampliou o debate para uma ampla gama de questões, a saber: sexualidade, família, mercado de trabalho, direitos reprodutivos, desigualdades de facto e desigualdades legais.[4]

    Neste podcast retratamos os perigos dessa influências feministas dentro da igreja e o motivo pelo qual o feminismo se choca com o evangelho de Cristo.

    1 hr 31 min
  • Episódio 008 - Feminismo - Aborto e Eugenia

    O controle de natalidade tem suas origens associadas à emancipação feminina e ao feminismo, sendo que sua principal expoente, e uma espécie de símbolo, foi Margaret Sanger, a fundadora do famigerado Planned Parenthood, ainda nas décadas de 20 e 30, a poderosa ONG internacional que promove o aborto em todo o mundo.

    A feminista Margaret Sanger era a influencia na segunda onda feminista, ela discursava sobre divorcio, contracepção e aborto. Em 1914, Sanger lança um boletim intitulado “A mulher rebelde”. Nele defendia a adoção de condutas contraceptivas que intitulou como controle de nascimentos”. Ela incorpora-se a diversos grupos ideológicos como, a Sociedade Eugenista Americana, Liga Neomalthusiana, Comité Humanitário Científico, a primeira organização voltada a causa gayzista, Sociedade Médica para a Sexologia e Eugenia, entre outros. Ela descreveria a aliança entre eugenia,contracepção e aborto da seguinte forma:

    a eugenia é sugerida pelas mais diversas mentes como o caminho adequado e definitivo para a solução dos problemas raciais, politicos e sociais. O problema mais urgente hoje é como limitar e desencorajar o excesso de fertilidade daquele que é mentalmente e fisicamente deficiente. (Margaret Sanger, “o valor eugênico da propaganda do controle da natalidade” na revista Controle da Natalidade, em outubro de 1921, p. 5 )

    Para ela, o controle de nascimentos era o meio principal de “conduzir”, finalmente, para uma raça mais limpa. (margaret Sanger em a carta ao Dr. Clarence Gamble, 255 Adam Street, Milton, Massachustts, 19 de dezembro de 1939)

    Sanger sempre chamava à classe mais baixa e aos incapazes de “despojos humanos” e defendia que estes não mereciam assistência alguma, chamava-os de “ervas daninhas” humanas que deveriam ser exterminadas” (Sanger, Pivot of Civilization, p. 109, 112, 116, apud Edwin Black, obra citada, p. 233). Segundo Black, tal interesse de Sanger pela Eugenia se explica pelo fato do movimento feminista sempre ter se identificado com a tal pseudo-ciência.

    Em 1921, Sanger funda A Liga Americana para o Controle de Nascimentos.

    Margaret busca recursos e encontra seu segundo marido, também na Fundaçao Rockfeller, James Noah H, Slee, presidente da companhia Petrolífera Three-in-one, que se converte no maior financiador do movimento para controle de nascimentos.

    Em 1923, a feminista consegue reabrir com legalidade sua clinica fechada em 1916. Um de seus estabelecimentos passa a se chamar “Margaret Sanger Research Bureau” a partir de 1940 e torna-se o maior centro de controle de natalidade do mundo, o que é ainda hoje, mas com o nome mudado e o passado escondido a então Planned Parenthood.

    1 hr 33 min
  • Episódio 007 - Filadélfia – uma igreja triunfante

    A igreja de Filadélfia é uma das igrejas citadas na Bíblia no livro do Apocalipse. Por causa da carta à igreja de Filadélfia registrada no texto bíblico, aquela igreja ficou conhecida por todos os cristãos como um exemplo de fidelidade ao Senhor e compromisso com a verdade do Evangelho.

    A igreja de Filadélfia, como o próprio nome já diz, ficava localizada na cidade de Filadélfia, na província romana da Ásia Menor. A cidade de Filadélfia era um centro importante para a difusão da cultura grega entre os lados ocidental e oriental do Império Romano. Mas por conta da região vulcânica onde estava posicionada, a cidade sofria muito com terremotos. Inclusive, em 17 d.C. Filadélfia chegou a ser destruída por um grande terremoto.

    Introdução da carta à igreja de Filadélfia

    A carta à igreja de Filadélfia começa com uma saudação da parte de Cristo. A saudação foi destinada “ao anjo da igreja”, que era o líder e representante local daquela comunidade cristã (cf. Apocalipse 1:20).

    Em seguida, Cristo se identificou como “o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha e ninguém abrirá” (Apocalipse 3:7). Essa autodescrição de Cristo enfatiza sua santidade, veracidade e autoridade absolutas.

    Jesus Cristo é Aquele que possui a chave de Davi. Isso quer dizer que Ele é Aquele em quem finalmente se cumprem todas as promessas messiânicas; e o único que tem o poder de abrir as portas do Reino de Deus para o homem.

    Essa autodescrição de Cristo certamente trouxe um conforto muito grande aos crentes da igreja de Filadélfia. Isso porque aqueles cristãos eram perseguidos pela comunidade judaica daquela cidade que insistia que somente os judeus é que pertenciam ao povo de Deus. Mas ao falar à igreja de Filadélfia, Jesus Cristo deixou claro que a segurança de sua salvação não estava sob a autoridade do julgamento judaico, mas estava sob as mãos d’Aquele que verdadeiramente segura a chave de Davi.

    Elogio à igreja de Filadélfia

    Após informar que as questões da salvação são deliberadas por Aquele que é inteiramente santo e verdadeiro, a carta à igreja de Filadélfia mostra que Cristo está pessoalmente atento ao seu povo. Por isso, na carta, Ele próprio disse: “Conheço as tuas obras — eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar — que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome” (Apocalipse 3:8).

    A igreja de Filadélfia era pequena em número e tinha pouca força, mas suas obras eram conhecidas pelo Senhor. Deus havia colocado diante daquela igreja uma “porta aberta”. A cidade de Filadélfia ficava às margens de uma importante rota comercial que ligava o Ocidente e o Oriente. Isso fazia com pessoas de todas as partes do Império Romano passassem por ali, criando uma grande oportunidade de evangelização.

    Então a igreja de Filadélfia não desperdiçou essa maravilhosa porta aberta, e como uma verdadeira igreja missionária, pregou Evangelho com firmeza e fidelidade. E mesmo diante do escárnio e da oposição daqueles que eram inimigos da obra do Senhor, a igreja de Filadélfia não negou o nome de Cristo e guardou a sua palavra. A igreja de Filadélfia era pequena e insignificante aos olhos dos homens, mas era grande aos olhos do Senhor.

    53 min

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