Gn 22.1-2,9-12. Até onde pode ir o amor de um pai pelo seu filho? Quais sacrifícios e lutas um casal está disposto a enfrentar para pegar uma bebê no colo e chamá-lo de filho? Essas são perguntas que não fui capaz de responder corretamente, embora, eu possa dizer que amo demais as minhas duas filhas, a que já tem dez anos de vida, Alice, e a que tem pouco mais de quatro meses e ainda está no ventre da sua mãe. Porém, quando olho para a história e a vida de Abraão, o pai da fé, percebo que o verdadeiro amor que devemos sentir por nossos filhos, não se resume em um único ato sacrificial, onde estamos disposto a morrer por eles.