Juízes 6 encontra Israel no sétimo ano de opressão midianita. Não era uma guerra de exércitos frente a frente: os midianitas haviam cercado a terra para sufocá-la por dentro, confiscando cada colheita até a economia do povo ruir. É nesse cenário que Gideão aparece — malhando trigo escondido dentro de um tanque de prensar uvas, com medo de que o pouco que produzia fosse tomado. Quando o anjo do Senhor o chama de "poderoso guerreiro", Gideão responde com uma pergunta que também é a nossa: se Deus está conosco, por que tudo isso nos aconteceu? Onde estão as maravilhas que os nossos pais nos contam?Guilherme Franco, pastor da Igreja A Ponte, no Recife/PE, abre a mensagem por um caminho pessoal. Enquanto o irmão mais novo era aprovado no ITA e a casa inteira celebrava, ele — mais velho e sem rumo aos 18 anos — ouvia do próprio pai a única definição disponível: "o Guilherme é uma bênção". A palavra "bênção", ele lembra, nem sempre é elogio; às vezes é o rótulo gentil que se dá a quem ainda não virou realidade. E essa é a tese do sermão: Deus nunca chamou ninguém para ser promessa. A promessa existe, mas o Senhor não quer que ela permaneça promessa — ele quer que se torne realidade, e a demora em entender isso é o que mantém tanta gente estagnada.Leitura bíblica: Juízes 6.11-16 e 25Celebração em 06/09/2026__Acompanhe nossas redes sociais:@batistaurbanahttps://instagram.com/batistaurbanahttps://facebook.com/batistaurbanahttps://open.spotify.com/show/5hZJE8ClmGvdknxaWrCdhW__Igreja Batista UrbanaCelebrações presenciais• Domingos | 09h, 11h15 e 19h• Quintas | 20hR. José Lins do Rego, 631 - Valparaiso - Santo André/ SP - Brasil