José viveu no Egito dos 17 aos 110 anos (Gn. 50:22): 93 anos de vida! 13 anos vividos como um escravo e 80 vividos como um governante poderoso. Casou-se, teve dois filhos; viu os tri-netos, da parte de Efraim, e os bisnetos da parte de Manassés. Foi extremamente próspero, sendo o vice-rei do Egito e governando sobre toda a terra, tendo apenas o próprio faraó como alguém acima dele. Os 110 anos vividos por José eram considerados pelos egípcios de sua época como o tempo de vida ideal. No entanto, apesar de toda essa vida próspera e de toda a estabilidade adquirida, o que marca a vida de José, na narrativa do Espírito Santo, em Hebreus, é a sua fé de que não é ali o lugar dele e seu anseio para que seus ossos sejam levados a Canaã, a terra da promessa. Desta forma, José nos retrata como deve ser a vida do cristão sobre a terra: viver como um peregrino, não importando a posição que Deus nos leve a ocupar nesta vida, e aguardar com ansiedade a terra de nossa promessa, a Jerusalém de cima.