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21 de janeiro é o marco do combate à intolerância religiosa. O dia faz referência à morte de Mãe Gilda de Ogum. Ela foi alvo de uma série de ataques, difamações e mentiras por sua atividade religiosa a ponto de levaram a sua morte. "Ela foi assassinada", Quem afirma e Conversa Bem Viver é Makota Celinha, professora, militante, ativista social, coordenadora do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro Brasileira (Cenarab). Ela relembra o caso e faz um balanço do que o país evoluiu nestes últimos 25 anos, desde a morte de Mãe Gilda.
By Brasil de Fato21 de janeiro é o marco do combate à intolerância religiosa. O dia faz referência à morte de Mãe Gilda de Ogum. Ela foi alvo de uma série de ataques, difamações e mentiras por sua atividade religiosa a ponto de levaram a sua morte. "Ela foi assassinada", Quem afirma e Conversa Bem Viver é Makota Celinha, professora, militante, ativista social, coordenadora do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro Brasileira (Cenarab). Ela relembra o caso e faz um balanço do que o país evoluiu nestes últimos 25 anos, desde a morte de Mãe Gilda.

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