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As redes sociais tomaram conta dos nossos dias, com as marcas a usarem o digital como montra e os influenciadores como novas referências... mas estarão estes influenciadores imunes ao marketing de que fazem parte? Mariana Monteiro, atriz e ativista pelos direitos humanos, junta-se ao último episódio desta temporada e fala com Ana Markl sobre a responsabilidade da exposição pública. Por outro lado, João Nunes, PR Leader, explica os critérios da IKEA Portugal na escolha de quem a representa e a importância do papel de moderador enquanto pai. No fim, não seremos todos influenciadores e influenciados neste grande jogo do digital?
Carolina Duarte tem 10% de visão, é campeã paralímpica e mental coach. A perda gradual da visão tornou-a capaz de se adaptar aos momentos caricatos da vida com humor, mas foi sempre o desporto que a fez sentir-se totalmente integrada. A esta conversa com a Ana Markl junta-se também Margarida Figueiredo, colaboradora da IKEA na área de Design de Interiores, que tem apoiado vários projetos sociais, provando que design é muito mais do que estética, é funcionalidade e adaptabilidade. Afinal, será assim tão difícil tornar o mundo verdadeiramente acessível a todas as pessoas?
Nem todas as pessoas em Portugal, empregadas ou sem rendimentos, conseguem garantir um espaço saudável onde viver. Se todos temos direito a uma casa, por que nos vem parecendo um sonho consegui-la? É porque as casas são escassas ou porque as políticas públicas se escusam ao planeamento? Ter uma casa não é um privilégio, é um direito inscrito na Constituição. No episódio deste mês, Ana Markl entrevista Simone Tulumello, geógrafo e investigador do ICS, e Sarah Gomes, colaboradora da IKEA Braga, imigrante brasileira que colocou mãos à obra quando descobriu uma ruína que quis transformar na sua casa.
Nascer em Portugal nem sempre garante a nacionalidade portuguesa. São inúmeros os casos de descendentes de imigrantes dos PALOP, cujos processos de nacionalização se arrastam sem um fim à vista. Nunca conheceram o país de origem dos pais, mas é essa a origem que vem no seu passaporte. Para os filhos e filhas de casais biraciais, com origens em dois países e mesmo que com direito à nacionalidade portuguesa, a cor da pele vai ser ponto de partida para uma discriminação impossível de aceitar. Neste episódio, Ana Markl convida Fernanda Silva, mulher biracial e colaboradora da IKEA Portugal, e Sandra Baldé, aka Umafricana, DJ e empreendedora, para uma conversa sobre como é viver num país que, sendo casa, pode ser muito pouco acolhedor.
Na fantasia dos videojogos, homens e mulheres têm direito a mundos diferentes. Os heróis são masculinos e ainda há uma hipersexualização (embora em curva descendente) das personagens femininas. Por outro lado, as estatísticas mostram que há cada vez mais paridade de género entre jogadores e já não podemos aceitar que este é um hobbie masculino. Neste episódio, Ana Markl fala com Vanessa Dias e Joana Fonseca, ambas gamers com teses dedicadas ao tema dos videojogos, sobre as características particulares desta fantasia assistida e os preconceitos que ainda existem dentro da própria comunidade em relação às mulheres que gostam de jogar.
Na nova temporada do Igualmente falamos sobre humanidade por trás da liderança. Sobre pressão, burnout, depressão e a culpa silenciosa que muitos líderes carregam quando sentem que não podem falhar. Este episódio lembra-nos que liderar com empatia não é apenas desejável — é essencial para equipas mais saudáveis, humanas e resilientes. A jornalista Mafalda Anjos e a colaboradora da IKEA Cláudia Antunes são as convidadas do episódio de estreia da VI Temporada do Igualmente, numa conversa informal e descontraída com Ana Markl.
A cultura do cancelamento tem travado a fundo alguns comentários que outrora não seriam questionados. Fala-se do politicamente correto, mas há nestes limites de liberdade uma amplificação do espaço público para todas as pessoas. Dizer tudo o que se pensa, até aqui, deixava de fora da conversa comunidades inteiras e apagava o sofrimento que isso lhes causa. Nesta conversa bem humorada com António Raminhos, humorista, e Herman Delgado, Ana Markl questiona os nossos convidados sobre o que mudou na nossa perceção dos outros, o poder da internet e a importância da História.
As lutas pelos Direitos Humanos para todas as pessoas têm indignado as que sempre se sentiram confortáveis com o estado das coisas. Por cada avanço na luta das mulheres ou da comunidade LGBTQIA+, há uma reação que tenta recuperar ideias mais tradicionais... que deixavam muita gente de parte. Hélio Morais, aliado, defensor da liberdade sexual, e Bruno Guedes, homossexual, nasceu no Brasil e vive em Portugal, debatem com Ana Markl o caminho que estamos a criar para a inclusão de todas as pessoas e o medo que isso tem gerado na sociedade normativa.
As mulheres são melhores cuidadoras por natureza ou porque a sociedade lhes concedeu esse papel? Independentemente da resposta, esta é uma das razões que ainda hoje limitam muitas mulheres no acesso a melhores empregos, carreiras com maior visibilidade e tempo de lazer. No episódio deste mês, Ana Markl senta-se à mesa com Carlos Carro, cuidador informal do pai (contrariando a estatística dominada pelo género feminino), e Rafaela de Melo, presidente da HeForShe, ligada à área de DEI em empresas onde a equidade já é um objetivo incontornável.
Não são portugueses, mas escolheram Portugal como o lugar mais seguro para viver, trabalhar e constituir família. Adaptam-se como podem, estando sujeitos a comportamentos discriminatórios. Mas não são os únicos; grupos étnicos com lugar em Portugal há mais de 500 anos continuam a figurar nas notícias como elementos à parte da sociedade portuguesa em geral. Neste episódio, Ana Markl convida Ali, ex-refugiado fugido da guerra e colaborador da IKEA Portugal, e Vanessa Ezequiel Lopes, mulher cigana e presidente da Associação Rizoma, para uma conversa sobre como é não pertencer ao lugar a que se chama casa.
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