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Um homem tenta puxar uma mulher para fora de um precipício.
Ela está pendurada, em pânico.
Logo abaixo, muito perto dela, há uma cobra.
Da perspectiva dela, existe apenas um pensamento:
“Por que ele não me tira daqui logo? Se demorar mais um pouco, essa cobra vai me picar.”
O medo dela é real.
O perigo que ela vê é imediato.
O que ela não consegue enxergar…
é que o homem, lá em cima, está sendo esmagado por uma pedra extremamente pesada apoiada sobre suas costas.
Cada segundo exige dele um esforço quase desumano.
Na cabeça dele, existe apenas um pensamento:
“Por que ela não se esforça mais?
Eu estou fazendo tudo o que posso… e daqui a pouco não vou aguentar.”
Os dois estão sofrendo.
Os dois estão no limite.
Os dois estão dando o máximo que conseguem.
Mas cada um acredita, em silêncio, que o outro não está fazendo o suficiente.
E essa cena se repete todos os dias.
Nos relacionamentos.
No trabalho.
Na família.
Na vida.
A gente olha para o outro e julga pela superfície.
Sem perceber o peso que ele carrega nas costas.
Sem enxergar a pedra que o esmaga.
Sem saber da cobra que o apavora.
Da nossa perspectiva, não vemos a pressão do outro.
Assim como o outro não vê a nossa.
Por isso, existe uma sabedoria que nunca perde a validade:
toda pessoa que encontramos está travando uma batalha da qual não sabemos absolutamente nada.
Gentileza não é fraqueza.
Compreensão não é ingenuidade.
É maturidade espiritual e emocional.
Cada um carrega a sua própria cruz.
Cada um luta com aquilo que consegue, do jeito que consegue.
Antes de julgar, respire.
Antes de cobrar, observe.
Antes de concluir que o outro não está fazendo o suficiente…
lembre-se: talvez ele esteja dando tudo o que tem.
E isso, por si só, já muda a forma como a gente caminha junto.
By Grupo ArautoUm homem tenta puxar uma mulher para fora de um precipício.
Ela está pendurada, em pânico.
Logo abaixo, muito perto dela, há uma cobra.
Da perspectiva dela, existe apenas um pensamento:
“Por que ele não me tira daqui logo? Se demorar mais um pouco, essa cobra vai me picar.”
O medo dela é real.
O perigo que ela vê é imediato.
O que ela não consegue enxergar…
é que o homem, lá em cima, está sendo esmagado por uma pedra extremamente pesada apoiada sobre suas costas.
Cada segundo exige dele um esforço quase desumano.
Na cabeça dele, existe apenas um pensamento:
“Por que ela não se esforça mais?
Eu estou fazendo tudo o que posso… e daqui a pouco não vou aguentar.”
Os dois estão sofrendo.
Os dois estão no limite.
Os dois estão dando o máximo que conseguem.
Mas cada um acredita, em silêncio, que o outro não está fazendo o suficiente.
E essa cena se repete todos os dias.
Nos relacionamentos.
No trabalho.
Na família.
Na vida.
A gente olha para o outro e julga pela superfície.
Sem perceber o peso que ele carrega nas costas.
Sem enxergar a pedra que o esmaga.
Sem saber da cobra que o apavora.
Da nossa perspectiva, não vemos a pressão do outro.
Assim como o outro não vê a nossa.
Por isso, existe uma sabedoria que nunca perde a validade:
toda pessoa que encontramos está travando uma batalha da qual não sabemos absolutamente nada.
Gentileza não é fraqueza.
Compreensão não é ingenuidade.
É maturidade espiritual e emocional.
Cada um carrega a sua própria cruz.
Cada um luta com aquilo que consegue, do jeito que consegue.
Antes de julgar, respire.
Antes de cobrar, observe.
Antes de concluir que o outro não está fazendo o suficiente…
lembre-se: talvez ele esteja dando tudo o que tem.
E isso, por si só, já muda a forma como a gente caminha junto.