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Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram por unanimidade nesta terça-feira, 30, proibir o porte de armas nas proximidade das seções eleitorais e dos prédios da Justiça Eleitoral, em todo o País, por quatro dias compreendendo as 48 horas antes da votação, o dia da eleição e as 24 horas seguintes. A Corte ainda proibiu a circulação de pessoas armadas a 100 metros dos locais de votação e dos prédios indicados pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Essa é a primeira vez na história das eleições que a Corte Eleitoral decide sobre vedação ao uso de armas no dia da votação. "Estamos vendo uma eleição muito polarizada, com forte grau de radicalização, o Brasil está armado... então todo cuidado é pouco. Por que um cidadão pega qualquer coisa que mata e vai para uma urna votar? Quem tem arma, usa, e arma mata", diz Cantanhêde.
O projeto de Orçamento do primeiro ano do próximo presidente eleito chega nesta quarta-feira, 31, ao Congresso como instrumento de manobra da campanha eleitoral e com o carimbo de “peça de ficção”, por não conter a provisão de despesas que já são dadas como certas em 2023. "É estridente; o orçamento que vai chegar ao Congresso não abarca as promessas do presidente Jair Bolsonaro durante a campanha", afirma Eliane.
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By Estadão5
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Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram por unanimidade nesta terça-feira, 30, proibir o porte de armas nas proximidade das seções eleitorais e dos prédios da Justiça Eleitoral, em todo o País, por quatro dias compreendendo as 48 horas antes da votação, o dia da eleição e as 24 horas seguintes. A Corte ainda proibiu a circulação de pessoas armadas a 100 metros dos locais de votação e dos prédios indicados pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Essa é a primeira vez na história das eleições que a Corte Eleitoral decide sobre vedação ao uso de armas no dia da votação. "Estamos vendo uma eleição muito polarizada, com forte grau de radicalização, o Brasil está armado... então todo cuidado é pouco. Por que um cidadão pega qualquer coisa que mata e vai para uma urna votar? Quem tem arma, usa, e arma mata", diz Cantanhêde.
O projeto de Orçamento do primeiro ano do próximo presidente eleito chega nesta quarta-feira, 31, ao Congresso como instrumento de manobra da campanha eleitoral e com o carimbo de “peça de ficção”, por não conter a provisão de despesas que já são dadas como certas em 2023. "É estridente; o orçamento que vai chegar ao Congresso não abarca as promessas do presidente Jair Bolsonaro durante a campanha", afirma Eliane.
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