O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou, em live semanal, que indicará Kássio Nunes Marques para o Supremo Tribunal Federal (STF). O desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região ocupará a vaga do ministro Celso de Mello, que vai se aposentar. Conforme a Folha, o nome tem a chancela de caciques do Centrão e do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), além de representar um aceno para o Nordeste. Atualmente, a região não está representada na mais alta corte do país. O jornal ainda ressalta que a indicação pode significar um enfraquecimento da Lava Jato, já que o novo integrante deve reforçar o grupo de ministros que impõe derrotas à operação no STF.
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O nome de Marques vem sendo criticado pela militância do presidente, destaca o Estadão. Mensagens enviadas pelas redes sociais associam ele ao PT. Em 2011, Marques chegou ao TRF1 por indicação da ex-presidente Dilma Rousseff. O novo juiz também não agradou aos líderes evangélicos. Segundo O Globo, o grupo religioso ligado ao presidente esperava um nome “terrivelmente à direita”. Bolsonaro antecipou, durante o anúncio desta quinta-feira (01), que a próxima indicação para o STF será de um nome evangélico. Em 2021, o ministro Marco Aurélio irá se aposentar.
A nomeação de Kássio Nunes Marques para o STF foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (02). Ele ainda passará por uma sabatina no Senado, onde precisa ter a aprovação da maioria dos parlamentares em votação secreta.
O Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta quinta-feira (01), que as refinarias da Petrobras podem ser privatizadas sem ter o aval do Congresso. A decisão é uma vitória para o governo que pretende vender oito das 13 unidades de refino como parte do plano de desestatização. A questão chegou ao Supremo porque o Senado entendeu que a venda de ativos sem consulta ao Legislativo era ilegal, explica o Valor. O resultado teve um impacto positivo na bolsa, que fechou em alta de quase 1%, informa o InfoMoney.
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, tem 48 horas para explicar a decisão que retirou a proteção ambiental de restingas e manguezais. O pedido foi feito pelo STF, depois de questionamento apresentado pelo PT. A ação visa suspender as flexibilizações na legislação ambiental aprovada na última segunda-feira (28) pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que é presidido por Salles, lembra O Globo.
A pesquisa PoderData aponta que 37% dos brasileiros consideram que a vida melhorou depois da posse do presidente Jair Bolsonaro. Para 28%, a situação piorou, e 31% dizem que nada mudou. O site Poder360 também revela um aumento da popularidade do presidente entre aqueles que recebem o auxílio emergencial. Atualmente, 59% aprovam o chefe do Executivo. Em 10 de junho, o percentual era de 48%.
O Brasil registrou 881 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas. O país acumula um total de 144.767 óbitos pela doença, aponta o G1. A média móvel dos últimos sete dias foi de 698 mortes. O site também destaca que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) começou a primeira análise de registro de uma vacina, o que deve acelerar a autorização de uma futura imunização. O protocolo foi feito pela empresa Astrazeneca, que tem parceria com a Universidade de Oxford.
Pelo Brasil
No Distrito Federal, as aulas presenciais na rede pública de ensino só serão retomadas em 2021. O ano letivo virtual 2020 já foi estendido até 28 de janeiro de 2021, segundo o Metrópoles. O governo está finalizando um contrato com as operadoras de celular para oferecer internet de graça para os estudantes. As aulas estão suspensas desde março.
Já em Minas Gerais, a Secretaria de Educação informou que as escolas da rede estadual de ensino voltarão a receber os estudantes ...