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Mais um episódio chegou e com ele temos dicas para atuação em mediação cultural e educação não formal. O que é mediação cultural ? Quem pode atuar nessa área ? Isso é emprego para quem cursou história?
Instituições Culturais:
Instituto Inclusartiz
Instituto Moreira Salles
Casa Museu Eva Klabin
Casa Bicho ( está temporiamente fechada mas é bom acompanhar
Museu do Pontal
Casa Roberto Marinho
Futuros Arte e Tecnologia
Artesesc
Casa Firjan
MAM Rio
A gentil carioca
Museu do amanhã
CCBB
Casa França Brasil
Centro Cultural dos Correios
Museu da República
Instituto dos Pretos Novos
Plataforma de vagas:
Vagas Culturais- App
Vagas.com - IDG para o Museu do Amanhã
Educativo e empresas
Polos Hub
FILE
Sapoti projetos culturais
Voluntariado - Atados
Banco de Talentos IMS
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfRDX5-KLQwKKaqNIS2zqdNqqCXpAn_8l41jkEz2gNK5gws0Q/viewform
@imseduca para curso e formações
Referências:
O mundo se despedaça- Chinua Achebe
Talvez precisemos de um nome para isso- Stephanie Borges
Aimé Cesaire- Discurso sobre o colonialismo
Frantz Fanon- Pele Negra máscaras brancas
Sim isso é uma despedida depois de mais de dois anos sem a Amanda aqui, chegou a hora de dar tchau pra antiga versão da Amanda para continuarmos aqui ( nesse amado podcast)
Nesse episódio é quase uma reunião de empresa que podia ser um email para dizer, olha não tava legal do jeito que tava e tive que parar. O essencial desse episódio é o processo de entendermos os termos e acordos do nosso processo de subjetividade.
Lembrando aqui que nossa humanidade é inegociável !!!!
Segue como sempre alguns bisus dela para vocês:
Olhares negros e representação- bell hooks
Memórias da plantação (racismo genderizado)- Grada Kilomba
Dispositivo de racialidade: A construção do outro como não ser como fundamento do ser - Sueli Carneiro
Indicações de arte
Walter Firmo
Rosana Paulino
Leituras gostosinhas:
Amor na porta ao lado
O amor não é óbvio
Esse é um ep retrô!!! Enquanto nossa INFLAMADA se recupera de um leve resfriado, temos aqui uma mega discussão sobre política internacional, sobre o continente africano, mais especificamente em Angola. A partir da inquietação da jornalista Ana Paula Lisboa em "Mande notícias", no qual ela percebe que o jornal brasileiro ao falar sobre pandemia no mundo não inclui nenhum país do velho continente negro, se torna nítido o que o mundo considera enquanto vida relevante.
Aqui a Amanda traça uma análise sobre o que a mídia hegemônica considera enquanto mundo habitado e traz referências que a gente gosta.
Informativas:
Ana Paula Lisboa- "Mande notícias" (coluna no globo)
Marimba Ani - Yurugu
Grada Kilomba - Memórias da plantação
Achille Mbembe - Necropolitica
Aimé Cesaire - Discurso sobre Colonialismo
Frantz Fanon - Pele negra máscaras brancas
Sugestão de literatura:
Escritor/Poeta Angolano - Ondjaki
Provocação:
Procurem como está o andamento do processo de vacinação nos países africanos de língua portuguesa.
Hoje temos mais um informativa abordando estética!
Nossa Inflamada, Amanda Pereira a partir de uma reflexão sobre os perfis em rede social, traça uma mega análise sobre como a ascensão social atravessa performatividade da estética e a linha tênue da afirmação da negritude e o ideário da brancura.
Como a ascensão social está conectada com a estética ? Quando as pessoas negras enriquecem ou ganham fama elas mudam a sua maneira de portar socialmente ?
Informativas:
O tapete voador - Cristiane Sobral
Tornar-se negro- Neusa Santos Souza
As máscaras da civilização - Jean Starobinski
Aimée Cesaire- Discurso Sobre Colonialismo
Franzt Fanon - Pele Negra Máscaras Brancas
Menções honrosas:
No seu Pescoço (Réplicas)- Chimamanda Ngozi
Casamento às avessas- filme
Isoken- Filme
Dicas de leitura:
A crítica da Razão Negra - Achille Mbembe
A construção do negro como não ser- Sueli Carneiro
Esse episódio de cinéfilas é sobre o filme Passageiro acidental, uma história de ficção científica sobre um moço que do nada para numa nave espacial com viagem de 2 anos. Nossa INFLAMADA, Amanda Pereira faz uma odisseia para contar o enredo do filme e o falso protagonismo de Michael Adams (Shamier Anderson), o personagem que dá nome a obra. Nesse cinéfilas é abordado o falso protagonismo negro de algumas obras e o papel do branco salvador.
Com direito a referências desde bell hooks até a Helena de Taís Araújo. Não percam porque esse episódio tá do jeito que a gente gosta, o puro suco da revolta.
Sigam o podcast no Instagram: @inflamadaspod
Obras citadas:
Passageiro acidental
Ensinando a transgredir de bell hooks
Viver a vida (novela)
Dicas de leitura:
O complexo de branco salvador nós filmes de Hollywood- Mundo negro
O mito do " branco salvador" exalta a generosidade da branquitude e a miserabilidade da negritude - Notícia Preta
Hoje temos mais um Cinéfilas!!!! Dessa vez é uma série mais que polêmica, Them estreou há algumas semanas na Amazon Prime. Uma obra que se propõe a classificar-se no gênero terror e faz um uso excessivo e sádico de violência.
Sinopse: A série se passa nos Estados Unidos da América e conta a história de uma família negra que, em meados da década de 1950, se muda para Los Angeles num bairro branco supremacista. Frente a isso vão sofrendo sucessivas violências físicas e psicológicas.
Observação: No episódio é dito que o diretor é negro, no caso são vários diretores e o principal Nelson Cragg que não é negro. E a produtora Lena Waithe é uma mulher negra.
Leituras:
Post- Não assista, Them
Hoje tem!! Como fã da psicóloga/artista plástica Grada Kilomba nossa Inflamada, Amanda Pereira, não podia deixar de trazer reflexões sobre a construção árdua e diária de ser sujeita de sua própria história, já que de forma incessante o mundo tenta anular a humanidade e subjetividade da mulher negra.
Obs: Sim esse é um episódio inteiramente dedicado a Grada Kilomba
Informativas:
Memórias da Plantação - Grada Kilomba
Episódios do Sul | Massa Revoltante Vol.2 | Conversa com Grada Kilomba
Enquanto eu escrevo (poema) - Grada Kilomba
Tuas epistemologias são nossas!
Gratidão
Então, por que eu escrevo?
Eu tenho que fazê-lo
Eu estou incrustada numa história
De silêncio impostos,
De vozes torturadas,
De línguas interrompidas por
Idiomas forçados e
Interrompidas falas.
Estou rodeada por
Espaços brancos
Onde, dificilmente, eu posso
Adentrar e permanecer.
Então, por que eu escrevo?
Escrevo, quase como na
Obrigação, para encontrar a mim mesma.
Enquanto eu escrevo
Eu não sou o Outro
Mas a própria voz
Não o objeto,
Mas o sujeito.
Torno-me aquela que descreve
E não a que é descrita
Eu me torno autora,
E a autoridade
Em minha própria história
Eu me torno a oposição a absoluta
Ao que o projeto colonial
Predeterminou
Eu retorno a mim mesmo
Eu me torno: existo.”
INFLAMADAS expresso! Nesse episódio Amanda Pereira traz a reflexão os casos de racismo estético sobre a cantora/compositora Ludmilla e o professor de geografia João (BBB). Racismo é mais que um processo violento, é necessário ser reconhecido enquanto um processo TRAUMÁTICO. Pra além disso chama a atenção para as nossas ações frente isso, é necessário posicionamento efetivo no dia a dia.
Leitura obrigatória:
Grada Kilomba- Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano
Achille Mbembe - A crítica da razão negra
Lélia Gonzalez- Racismo e sexismo na cultura brasileira
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