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Estarão os doentes com psoríase em maior risco de ter pior prognóstico por COVID-19? Qual o impacto das terapêuticas sistémicas utilizadas na psoríase – biológicas e não biológicas? Estas foram duas questões às quais um estudo observacional multicêntrico realizado em Portugal procurou responder. O Prof. Doutor Tiago Torres, presidente do Grupo Português de Psoríase, apresentou as conclusões desta investigação.
“Os dados que nós encontramos estão muito de acordo com o que tem sido publicado e que parece demonstrar que os doentes com psoríase e sob terapêutica sistémica não parecem ter um maior risco de infeção grave pelo SARS-CoV-2”, destaca o especialista.
Em Portugal, são diagnosticados cerca de 12 mil cancros de pele, por ano. O dermatologista Prof. Doutor João Maia Silva fala acerca do melanoma, do carcinoma basocelular e do carcinoma espinocelular, sublinhando a importância do diagnóstico precoce, do recurso a tecnologia de imagem e também de um “bom ambiente cirúrgico, que permita fazer o tratamento certo”.
O Dr. Paulo Morais dá a conhecer a atividade e os serviços prestados na Unidade de Dermatologia do Hospital da Luz Clínica de Amarante, bem como os desafios colocados pela pandemia e as perspetivas para o futuro – que, neste último caso, incluem a construção de um novo hospital e o alargamento da oferta de consultas diferenciadas. Fique a par de tudo, neste episódio.
O responsável pela consulta de Fotobiologia e Imunologia Cutânea do Hospital Nossa Senhora da Oliveira, em Guimarães, Dr. Fernando Mota, salienta que a área da Imunologia está em “constante evolução”, o que se traduz também em melhores cuidados para os doentes e na oferta de novas terapêuticas e novos tratamentos. Oiça a conversa.
Uma das premissas do Hospital Garcia de Orta, em Almada, passa por melhorar a acessibilidade dos utentes e dar respostas mais diferenciadas. Nesta entrevista o Dr. João Alves, diretor do Serviço de Dermato-Venereologia revela que este tem apostado nas subspecialidades e, às cerca de 10 “já consolidadas” de que dispõe, juntou recentemente a consulta de tricologia. Mas não ficará por aqui, saiba tudo, nesta entrevista.
O Serviço de Cardiologia do Hospital Garcia de Orta está, “a pouco e pouco”, a retomar a normalidade, procurando implementar estratégias que permitam reduzir “rapidamente” a lista de espera e fazer uma triagem dos doentes mais graves. Na visão do Prof. Doutor Hélder Pereira, o maior desafio para a especialidade, ao longo do último ano, foi o receio dos doentes de se dirigirem ao hospital.
“Durante o ano de 2020, apesar de tudo, tratamos o mesmo número de doentes agudos que tínhamos tratado em 2019”, assegura o Prof. Doutor João Morais, diretor do Serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar de Leiria. Além do balanço do último ano, fala ainda da atual retoma da atividade e do futuro das doenças cardiovasculares.
“A mortalidade cardiovascular, que estava a reduzir-se, em Portugal, é muito natural que possa vir a aumentar”. Este cenário é traçado pela Prof.ª Doutora Cristina Gavina, diretora do Serviço de Cardiologia da Unidade Local de Saúde de Matosinhos, que se baseia na falta de acompanhamento dos doentes, ao longo do último ano.
A organização do Serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho tem vindo a sofrer alterações, desde o início da pandemia. Numa entrevista dada à Inside Now, em janeiro deste ano, o atual diretor, Prof. Doutor Ricardo Fontes-Carvalho, considerou ser importante criar um plano de recuperação que englobasse os milhares de casos que ficaram por diagnosticar e a melhoria do controlo dos fatores de risco, mas também o investimento nas inovações que continuam a surgir na Cardiologia.
A Inside Now esteve à conversa com o Dr. Paulo Varela, diretor do Serviço de Dermatologia do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho. Para o especialista, uma crise – como a de saúde pública que atravessamos – é um motivo de reorganização e de repensar processos e prioridades.
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