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#116 – É um caminho comum. O desejo da escrita se torna projeto. Tornando-se projeto, vira tarefa. E como tarefa, aliena-se. É algo a mais a cumprir. Perde o sentido.
Se o ofício requer prática, recorrência, assiduidade, torna-se fundamental aprender uma prática dentro da prática: aquela que impede a escrita de se converter em exercício: repetição mecânica, protocolar, que busque o caminho mais curto, o caminho do lugar comum, do discursivo, do mero pertencimento a um grupo, a um corpo de expectativas.
Escrever pode ser prazeroso. O que nunca poderá se tornar é conveniente.
Algumas condições subjetivas tornam a escrita possível. E mais que possível – fluida, feliz, estimulante. Deixar os pensamentos flutuarem, os olhos descansarem sobre as coisas. Deixar-se impregnar. Deixar-se levar pelos rios, afluentes, regatos associativos. Estancar em uma preocupação, em um constrangimento da infância. Descer por esta toca de coelho. Tatear às escuras.
Neste novo episódio de Prelo, falo da inspiração e do devaneio na prática regular da Escrita.
Se você quiser receber as minhas crônicas – reflexões sobre cultura, história viagem, cultura & gastronomia, experiências de caminhada e meditação, não deixe de se inscrever! Basta clicar aqui: https://escritacriativa.net.br/dez-anos-dez-dias
E hoje, quero fazer um convite: entre os dias 27 de julho e 2 de agosto, vou dar uma formação imersiva online gratuita sobre nada menos que o romance, o gênero mais desafiador da prosa, e ao mesmo tempo o mais lido e vendido em todo o mundo.
Quer escrever um romance? Você precisa participar!
Clique no link para garantir a sua vaga:
https://escritacriativa.net.br/lp/o-primeiro-capitulo-prelo
By Tiago Novaes#116 – É um caminho comum. O desejo da escrita se torna projeto. Tornando-se projeto, vira tarefa. E como tarefa, aliena-se. É algo a mais a cumprir. Perde o sentido.
Se o ofício requer prática, recorrência, assiduidade, torna-se fundamental aprender uma prática dentro da prática: aquela que impede a escrita de se converter em exercício: repetição mecânica, protocolar, que busque o caminho mais curto, o caminho do lugar comum, do discursivo, do mero pertencimento a um grupo, a um corpo de expectativas.
Escrever pode ser prazeroso. O que nunca poderá se tornar é conveniente.
Algumas condições subjetivas tornam a escrita possível. E mais que possível – fluida, feliz, estimulante. Deixar os pensamentos flutuarem, os olhos descansarem sobre as coisas. Deixar-se impregnar. Deixar-se levar pelos rios, afluentes, regatos associativos. Estancar em uma preocupação, em um constrangimento da infância. Descer por esta toca de coelho. Tatear às escuras.
Neste novo episódio de Prelo, falo da inspiração e do devaneio na prática regular da Escrita.
Se você quiser receber as minhas crônicas – reflexões sobre cultura, história viagem, cultura & gastronomia, experiências de caminhada e meditação, não deixe de se inscrever! Basta clicar aqui: https://escritacriativa.net.br/dez-anos-dez-dias
E hoje, quero fazer um convite: entre os dias 27 de julho e 2 de agosto, vou dar uma formação imersiva online gratuita sobre nada menos que o romance, o gênero mais desafiador da prosa, e ao mesmo tempo o mais lido e vendido em todo o mundo.
Quer escrever um romance? Você precisa participar!
Clique no link para garantir a sua vaga:
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