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Eu sou Jorge Afonso, um dos novos âncoras do podcast Reset Humano em 2022, estaremos juntos nesta temporada com Marcella Montenegro e Freddy Duclerc. Também sou fundador do Trekkingestilodevida e tenho o privilégio de apresentar o episódio #99 com o tema “Sonhar move Montanhas”. Uma história para inspirar e encher o Brasil de orgulho. Primeira mulher negra latino-americana a chegar ao cume do Everest, a montanha mais alta do mundo, Aretha Duarte. Nascida na periferia de Campinas, no Jardim Capivari, onde a família mora até hoje, Aretha conta que conheceu o montanhismo na faculdade de Educação Física, com 20 anos, quando um professor apresentou para os alunos uma operadora de montanhismo da cidade para que conhecessem uma das opções de trabalho. Ali ficou apaixonada pelo esporte. Ela conta que não tinha o interesse de escalar o Monte Everest até dezembro de 2019. “Achava que as pessoas queriam ir lá para se autopromover”, comenta a atleta, apesar de ter ido ao campo base, com mais de cinco mil metros de altitude, em 2013. Mas vendo as fotos das expedições ela se arrepiou. Naquele momento quis estar lá, assim surgiu a vontade de, um dia, voltar a escalar o Everest”, recorda.
By Freddy DuclercEu sou Jorge Afonso, um dos novos âncoras do podcast Reset Humano em 2022, estaremos juntos nesta temporada com Marcella Montenegro e Freddy Duclerc. Também sou fundador do Trekkingestilodevida e tenho o privilégio de apresentar o episódio #99 com o tema “Sonhar move Montanhas”. Uma história para inspirar e encher o Brasil de orgulho. Primeira mulher negra latino-americana a chegar ao cume do Everest, a montanha mais alta do mundo, Aretha Duarte. Nascida na periferia de Campinas, no Jardim Capivari, onde a família mora até hoje, Aretha conta que conheceu o montanhismo na faculdade de Educação Física, com 20 anos, quando um professor apresentou para os alunos uma operadora de montanhismo da cidade para que conhecessem uma das opções de trabalho. Ali ficou apaixonada pelo esporte. Ela conta que não tinha o interesse de escalar o Monte Everest até dezembro de 2019. “Achava que as pessoas queriam ir lá para se autopromover”, comenta a atleta, apesar de ter ido ao campo base, com mais de cinco mil metros de altitude, em 2013. Mas vendo as fotos das expedições ela se arrepiou. Naquele momento quis estar lá, assim surgiu a vontade de, um dia, voltar a escalar o Everest”, recorda.