A escuta é um lugar denso, é muda e receptiva, mas no entanto, é conectada com os dois momentos fundamentais: o nascimento e a morte.
E segundo a literatura médica, o último sentido a desaparecer é a audição. Podemos confirmar isso no livro de Machado de Assis, “Memórias póstumas de Brás Cubas”, em que o personagem narra como foi a sua morte, já que ele morreu ouvindo.
Neste episódio, Marília Librandi analisa a literatura de uma história da escuta, como autoria receptiva, contada pelo personagem Brás Cubas, do escritor Joaquim Maria Machado de Assis.