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Será que máquinas podem pensar? Foi uma questão colocada pelo matemático britânico e decifrador de códigos Alan Turing e é uma questão que ainda está sendo discutida hoje. Qual a diferença entre homens e máquinas e o que significa ser humano? E se podemos responder a estas perguntas, será possível construir um computador capaz de imitar a mente humana? Há quem sempre tenha oferecido respostas robustas às questões oferecidas por aqueles que tentaram criar a inteligência artificial. Em 1949 o eminente neurocirurgião Professor Geoffrey Jefferson afirmou que a mente mecânica jamais poderia rivalizar com uma inteligência humana porque jamais poderia ser consciente daquilo que faz: “Só quando uma máquina puder escrever um soneto ou compor um concerto a partir de pensamentos e emoções sentidas”, declarou ele “e não através de um aglomerado casual de símbolos, poderemos admitir que a máquina iguala o cérebro – ou seja, que ela não só escreve mas sabe que escreveu.” Contudo a busca avançou rumo a máquinas que eram maiores e melhores no processamento de símbolos e no cálculo de permutações infinitas.
Quem foram os pioneiros da inteligência artificial e o que os levou a imitar as operações da mente humana? Será a inteligência a característica definidora da humanidade? E como a busca pela inteligência artificial foi conduzida por combates e conflitos desde o século XX até os nossos dias?
Convidados
Bernardo Gonçalves: Doutor em Modelagem Computacional pelo Laboratório Nacional de Computação Científica e pesquisador da IBM Research.
Fabio Cozman: Professor de Engenharia Mecatrônica da Universidade de São Paulo e coordenador da comissão de Inteligência Artificial da Sociedade Brasileira de Computação.
Renata Wassermann: Professora de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo.
Referências
Apresentação: Marcelo Consentino
Produção técnica: Afrânio Cruz
O post Inteligência Artificial apareceu primeiro em Estado da Arte.
By Estado da ArteSerá que máquinas podem pensar? Foi uma questão colocada pelo matemático britânico e decifrador de códigos Alan Turing e é uma questão que ainda está sendo discutida hoje. Qual a diferença entre homens e máquinas e o que significa ser humano? E se podemos responder a estas perguntas, será possível construir um computador capaz de imitar a mente humana? Há quem sempre tenha oferecido respostas robustas às questões oferecidas por aqueles que tentaram criar a inteligência artificial. Em 1949 o eminente neurocirurgião Professor Geoffrey Jefferson afirmou que a mente mecânica jamais poderia rivalizar com uma inteligência humana porque jamais poderia ser consciente daquilo que faz: “Só quando uma máquina puder escrever um soneto ou compor um concerto a partir de pensamentos e emoções sentidas”, declarou ele “e não através de um aglomerado casual de símbolos, poderemos admitir que a máquina iguala o cérebro – ou seja, que ela não só escreve mas sabe que escreveu.” Contudo a busca avançou rumo a máquinas que eram maiores e melhores no processamento de símbolos e no cálculo de permutações infinitas.
Quem foram os pioneiros da inteligência artificial e o que os levou a imitar as operações da mente humana? Será a inteligência a característica definidora da humanidade? E como a busca pela inteligência artificial foi conduzida por combates e conflitos desde o século XX até os nossos dias?
Convidados
Bernardo Gonçalves: Doutor em Modelagem Computacional pelo Laboratório Nacional de Computação Científica e pesquisador da IBM Research.
Fabio Cozman: Professor de Engenharia Mecatrônica da Universidade de São Paulo e coordenador da comissão de Inteligência Artificial da Sociedade Brasileira de Computação.
Renata Wassermann: Professora de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo.
Referências
Apresentação: Marcelo Consentino
Produção técnica: Afrânio Cruz
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