Vez ou outra nos deparamos com demandas que parecem chatas ou difíceis demais. Diante delas, pode surgir o desejo de adiar e, mesmo sem uma boa justificativa, acabamos deixando tarefas para depois. Empurramos com a barriga, passamos outras demandas na frente e no fim, estamos procrastinando.
Mas essa decisão intencional de adiar algo importante ou necessário, pode vir carregada de problemas. Nos sentimos culpados, ficamos sem tempo para cumprir o que precisamos de forma adequada ou, ainda pior, podemos ficar cada vez mais ansiosos.
Mesmo diante de tantos impactos negativos, continuamos procrastinando.. Por que será que mesmo sabendo das consequências, resolvemos adiar as coisas? Será que esse comportamento pode ser um sinal para alguma questão mal resolvida? E, ainda, será mesmo que a procrastinação precisa ser combatida a todo custo ou pode existir algum lado positivo nesse tipo de comportamento?
É essa discussão que propomos no Interess@ desta segunda-feira (22) e você é nosso convidado.