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Nesse episódio, Gabriela Joubert, Estrategista-chefe do Inter, comenta sobre incerteza reina e mercado reage.
Fechando a semana de decisões de bancos centrais, mercados globais amanhecem em tom negativo nesta sexta, reagindo à percepção de que o cenário de guerra comercial global deve impactar os resultados das empresas e a confiança, levando a uma espiral de desaceleração do crescimento mundial. A aversão ao risco predomina e vemos ativos defensivos, como o ouro, ainda em patamar recorde. No Brasil, Orçamento é destaque.
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O propósito deste material é divulgar informações e oferecer transparência ao investidor, não significando oferta de venda de fundos de investimentos.
Mercados reagem às decisões de juros
Mercados receberam bem à decisão do Fed ontem, mas hoje o sentimento de dúvida volta à tona, com investidores questionando se a instituição não estaria minimizando os reais impactos na economia norte-americana. Futuros reverteram e recuam forte, assim como os juros das Treasuries. No Brasil, Copom fez como esperado e sinalizou nova alta, mas em menor magnitude, de olho nas expectativas de inflação e na evolução da atividade.
Estados Unidos
Bolsas subiram ontem após a decisão do Fed que optou por manter os juros no atual patamar, mas com um comunicado mais dovish, reduzindo um pouco dos receios do mercado. Com muita destreza, o Fed conseguiu ressaltar que as políticas do novo governo trouxeram novas preocupações, tanto que houve ajustes para cima nas projeções de inflação e para baixo nas expectativas de PIB, de acordo com o dot plot. Mas, a instituição de mesma forma conseguiu acalmar os ânimos, reforçando que ainda vê espaço para dois cortes no ano, já que os efeitos de tarifas deverão ser limitados ao curto prazo, ou seja, transitórios. No entanto, hoje, tom do mercado já mudou e futuros recuam, com investidores receosos de que talvez o Fed esteja minimizando os reais impactos que as tarifas possam ter na economia. No campo corporativo, a Nvidia anunciou que vai investir centenas de bilhões de dólares para aumentar sua produção de chips e eletrônicos nos Estados Unidos, movimento estratégico para reduzir a dependência externa, em especial da China, já que as tensões entre ambos os países continuam.
Mundo
Na Ásia, as bolsas recuaram nesta madrugada. Investidores mantiveram o sentimento de cautela com a decisão do Fed, preocupados com os reais efeitos que as tarifas poderiam trazer à economia global. Na Europa, bolsas também estão sob pressão e caem nesta manhã. Lagarde, presidente do BCE, ressaltou as preocupações com o cenário de tarifas e ressaltou que o banco espera um impacto negativo de 0,3% no PIB com a imposição de tarifas de 25% pelos Estados Unidos. No radar local, temos hoje a decisão do BoE, que deve manter os juros no patamar atual, já que vemos um comitê mais dividido e prudente, dando ênfase a uma redução gradual e cuidadosa para não haver disruptura nas expectativas.
Brasil
Seguindo o otimismo de seus pares internacionais, o Ibovespa subiu 0,79% ontem, enquanto o dólar recuou para R$ 5,65. Tivemos a decisão do Copom que, conforme esperado, trouxe um aumento de 100 p.b., levando a Selic a14,25%. Para a próxima reunião, o comitê sinalizou que ainda prevê novo aumento, mas em menor magnitude, deixando aberto a depender da evolução dos dados macro. Inflação teve um peso maior na decisão, já que ainda vemos desancoragem. A desaceleração da atividade e a valorização do real podem ajudar nas próximas decisões e limitar o ritmo de alta dos juros, já que o atual patamar já é bastante restritivo. Na agenda política, o Congresso Nacional convocou agenda conjunta para votação do Projeto de Lei Orçamentária de 2025.
Abertura
Na abertura, o índice dólar (DXY) avança, enquanto futuros em Wall Street recuam e os juros das Treasuries acompanham, com os T-Bonds de 10 anos em 4,21%. O Bitcoin está em US$ 85 mil e o ouro segue nos US$ 3 mil, em patamares recordes. Petróleo estava estável.
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Nesse episódio, Gabriela Joubert, Estrategista-chefe do Inter, comenta sobre juros, cautela e tensões na Turquia.
Em dia de FOMC e Copom, mercados aguardam em tom de cautela, as decisões de juros dos Bancos Centrais e mais informações sobre o que esperar para as próximas reuniões. Na Turquia, a lira despenca mais de 10% após prisão do principal oponente do atual presidente. E no Brasil, o Copom deve levar a Selic a 14,25%.
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Nesse episódio, Gabriela Joubert, Estrategista-chefe do Inter, comenta sobre Europa destoa e mercado aguarda decisões de juros.
Mercados estão em modo de espera para as decisões de juros na semana, mas enquanto isso, os ajustes nas carteiras vêm sendo feitos e ativos mais defensivos ficam no destaque. Europa também destoa, com novo pacote de gastos do governo alemão sendo bem recebido pelo mercado, que antecipa crescimento à frente. No Brasil, estímulos na China impulsionam a bolsa e no político, IR e Orçamento ficam no radar.
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Nesse episódio, Gabriela Joubert, Estrategista-chefe do Inter, comenta sobre Bancos Centrais são destaques da semana.
Semana de decisões de bancos centrais, com Copom, Fed, BoJ, BoE no radar. Nesta segunda, mercados internacionais operam mistos, com bolsas asiáticas e europeias em alta, enquanto futuros em Wall Street cedem, com banho de água fria do Secretário do Tesouro. No Brasil, a decisão do Copom é destaque, juntamente com a aprovação da Lei Orçamentária (LOA) para 2025.
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Nesse episódio, Gabriela Joubert, Estrategista-chefe do Inter, comenta sobre alivio do mercado na sexta-feira.
A sexta é de alívio nos mercados internacionais, com notícias positivas na China sobre novos estímulos do governo ao consumo, bem como conforto nos Estados Unidos com retrocesso nas ameaças de interrupção do funcionamento do governo, após aprovação do orçamento por lá. Bolsas ensaiam alta, tentando reverter parte das perdas das últimas semanas. No Brasil, dados de atividade reforçam o cenário de desaceleração e começamos a ver alguns ajustes nos prêmios locais.
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Nesse episódio, Gabriela Joubert, Estrategista-chefe do Inter, comenta sobre mercados de lado em dia de inflação ao produtor.
Futuros reduzem ganhos nesta manhã, com investidores cautelosos antes de dados de inflação ao produtor nos Estados Unidos hoje e após fecharem em alta ontem, quando o CPI surpreendeu positivamente. Bolsas sobem na Europa, seguindo um movimento já observado de rotatividade nos portfólios. No Brasil, mercado monitora dados de serviços, além de números da temporada de balanços.
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Nesse episódio, Gabriela Joubert, Estrategista-chefe do Inter, comenta sobre dia sim, outro também.
Mais um dia de volatilidade com investidores de olho nos desdobramentos sobre o assunto tarifas, enquanto as incertezas ainda dominam as decisões de investimentos. Bolsas fecharam em queda ontem majoritariamente, sob o vai e vem das tarifas entre EUA e Canadá, mas hoje, futuros avançam antes de dados do CPI norte-americano. No Brasil, o IPCA fica no radar, depois da produção industrial abaixo do esperado ontem.
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Nesse episódio, Gabriela Joubert, Estrategista-chefe do Inter, comenta sobre Mercados amanhecem sob alívio, apesar da cautela.
Depois da forte pressão negativa de hoje, mercados amanhecem mais calmos, porém ainda cautelosos, de olho nos efeitos das novas políticas de Trump, em especial sobre a possibilidade da escalda de uma guerra comercial global. Hoje, Trump se encontra com CEOs norte-americanos para alinhamentos. As bolsas operam mistas assim como os juros futuros em todo o mundo. No Brasil, produção industrial é destaque.
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Nesse episódio, Gabriela Joubert, Estrategista-chefe do Inter, comenta sobre Bolsas começam em tom negativo, em semana de inflação.
Apesar de terem encerrado em alta na sexta, mercados operaram sob pressão ao longo de toda a semana e nos Estados Unidos, as bolsas tiveram a pior performance semanal em sete meses. Hoje, bolsas amanhecem novamente em queda, com investidores preocupados com os efeitos das tarifas e revisando o crescimento da economia norte-americana. Juros também recuam. No Brasil, dados mais fracos de inflação na China e o cenário de guerra comercial devem pesar em semana que teremos IPCA.
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