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Imagine uma organização que nasce no coração do Egito colonial, em 1928, e se espalha como um fogo controlado por mais de 70 países, misturando religião, política e ativismo social. Essa é a Irmandade Muçulmana, ou Ikhwan al-Muslimin em árabe. Fundada por um professor escolar chamado Hassan al-Banna, ela surge em um momento de crise: o Império Otomano havia caído, o califado abolido, e o Ocidente dominava o mundo muçulmano. Al-Banna via o islamismo como a solução para tudo – da pobreza à colonização. Mas por que isso importa hoje? Porque esse grupo influenciou revoluções, governos e até grupos terroristas. Vamos explorar passo a passo.
By Prof. Marcus AndréImagine uma organização que nasce no coração do Egito colonial, em 1928, e se espalha como um fogo controlado por mais de 70 países, misturando religião, política e ativismo social. Essa é a Irmandade Muçulmana, ou Ikhwan al-Muslimin em árabe. Fundada por um professor escolar chamado Hassan al-Banna, ela surge em um momento de crise: o Império Otomano havia caído, o califado abolido, e o Ocidente dominava o mundo muçulmano. Al-Banna via o islamismo como a solução para tudo – da pobreza à colonização. Mas por que isso importa hoje? Porque esse grupo influenciou revoluções, governos e até grupos terroristas. Vamos explorar passo a passo.