Mais de 4,5 mil crianças nasceram com microcefalia no Brasil desde 2015, quando o primeiro caso relacionado ao Zika vírus foi identificado. No mesmo ano, o país registrou um surto do vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, que também transmite a dengue e a chikungunya. Especialistas apontam que a desnutrição, as toxinas e os agrotóxicos contribuíram para os "bolsões da doença", fazendo com que milhares de famílias, especialmente no Nordeste brasileiro, convivessem com as marcas deixadas pelo Zika vírus. Para discutir o impacto da epidemia na sociedade, convidamos Adriana Melo, médica especialista em medicina fetal, primeira cientista a descrever o zika congênito; e Alessandra Hora, presidente da Associação Família de Anjos, secretária da Unizika e avó de uma criança com microcefalia. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM, às 20h00.