O futuro é encarado com otimismo, a tal ponto que já se perspectiva o reforço do número de colaboradores já este ano. Num momento no qual se multiplicam os crimes cibernéticos, António Miguel Ferreira, diretor-geral da Claranet Portugal, coloca ainda o dedo na "ferida" ao sublinhar que as empresas, no geral, atuam sobretudo de forma reativa em vez de se protegerem atempadamente.