“Temos 80% das pessoas na base da carreira. Temos pessoas com 20 e 30 anos de serviço, no SNS, e que, fruto da migração que nos foi imposta, ficaram na base da carreira. Na base da categoria e da remuneração”, explicou à agência Lusa Henrique Reguengo, do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos.