Num balanço feito na sexta-feira passada pelo ministro da Educação, João Costa, há 2,3% de horários por preencher no arranque das aulas, correspondentes à colocação de 600 professores, “uma nuvem negra” a pairar sobre o arranque do ano, que pode ter implicações para o seu decurso, temem os diretores escolares.