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Do “penso rápido” às “boas intenções”, críticas ao pacote de respostas à inflação anunciado pelo Governo também se fazem ouvir por parte dos sindicatos que representam os trabalhadores da Administração Pública.
A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) alertou hoje para o envio de ‘emails’ falsos, cujo objetivo é “convencer o destinatário a aceder a páginas maliciosas carregando nos ‘links’ sugeridos”.
O estado de saúde da monarca britânica levantou preocupações por parte dos médicos da família real, que recomendam que a rainha esteja sob “supervisão médica”.
O Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) foi alvo de um “ciberataque prolongado e sem precedentes”, que teve como resultado a exfiltração de documentos classificados da NATO, noticiou hoje o Diário de Notícias.
Inquérito promovido pela Associação Empresarial de Portugal (AEP) junto de 1.020 empresas associadas de todo o país e de vários sectores de atividade conclui que “cerca de 40% de empresas registaram aumentos superiores a 200% no gás natural”, enquanto uma em cada seis empresas registaram aumentos superiores a 200% na eletricidade e três em cada cinco registaram aumentos superiores a 20% nos combustíveis.
Entre as companhias ‘low cost’, o aumento foi ainda maior, fixado nos 50%. A questão é se a tendência de aumentos nos preços será para manter, sendo que a possibilidade de uma recessão será um critério essencial.
“Temos a confirmação de que este grupo declarou guerra contra nós e recebemos informações de que também atacaram os sites do metro de Tóquio e de Osaka”, disse o porta-voz do governo japonês, Hirokazu Matsuno, em conferência de imprensa.
“Ninguém consegue, neste momento, de uma forma segura, certa, fiável, antecipar o que vai acontecer em 2023 e a evolução, seja da inflação, seja da guerra”, frisou Ana Mendes Godinho, desmentindo rumores em contrário.
O presidente da Câmara de Lisboa defendeu o não aumento dos preços da habitação municipal, inclusivamente do arrendamento apoiado e da renda acessível, durante 2023.
O primeiro-ministro defendeu hoje que em 2024 ninguém vai “receber menos do que recebeu em 2023” de pensão, remetendo para daqui a um ano a fixação de aumentos para 2024, face à inflação e economia.
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