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As exportações da UE aumentaram 3% no primeiro trimestre, impulsionadas pelas máquinas entregues a clientes em França, Alemanha e Itália, cujas vendas ao exterior aumentaram 4,9%, 3,9% e 5,1%, respetivamente.
Face ao trimestre anterior verificou-se um aumento de 1,9%, sendo que a maioria dos concelhos da Área Metropolitana de Lisboa apresentou um crescimento homólogo acima dos 15%.
Fim dos apoios chega em linha com o que tem sido defendido pela Comissão Europeia e pelo Banco Central Europeu.
“Não diria que os salários [mínimos] podem subir até ao limite, mas, ao mesmo tempo, temos de manter o poder de compra das pessoas”, afirma o comissário europeu do Emprego e Direitos Sociais, Nicolas Schmit.
Ao apertar os cintos, os alemães abdicaram de comprar carros novos, o que fez com que a indústria automóvel, um dos principais motores da economia, caísse no primeiro trimestre.
Em outubro de 2021, o BCE iniciou um processo de investigação de dois anos sobre um possível euro digital para pagamentos a retalho.
O Presidente da República promulgou hoje os diplomas do Governo sobre a substituição do SEF e o regime de transição para os respetivos trabalhadores, antevendo dificuldades na fase inicial da nova agência.
O mercado de trabalho tem mostrado resiliência contra a inflação, os juros e os efeitos da guerra, mas há empresas em dificuldades e o número de trabalhadores em lay-off clássico estão a aumentar desde o início do ano.
Apesar de continuar a registar desequilíbrios macroeconómicos, Portugal faz parte do grupo de países onde “as vulnerabilidades estão a diminuir”, de tal forma que, “se estas tendências se mantiverem no próximo ano, [isso] justificaria uma decisão de ausência de desequilíbrios”, de acordo com o executivo comunitário.
Das 23 mil empresas presentes neste sector mais de 5.600 são exportadoras e representam 6,6 mil milhões de euros em vendas, revela relatório da Fraunhofer Portugal.
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