A retirada foi possível “graças às ações dos militares ucranianos, das Forças Armadas da Ucrânia, dos serviços de informação, da equipa de negociação, do Comité Internacional da Cruz Vermelha e das Nações Unidas (…). Entre eles estão feridos graves, que estão a receber ajuda médica”, sublinhou Volodymyr Zelensky.