Marques Mendes enumerou quatro aspetos negativos neste OE: a perda de poder de compra por parte dos funcionários públicos, e por parte dos pensionistas, face à taxa de inflação prevista para 4% este ano, o que resulta numa perda de 0,9% no poder de compra, o “agravamento fiscal em alguns setores da população”, e a não atualização dos escalões do IRS face à pressão da inflação. Na linha com o que considera ter acontecido com outros Orçamentos do Estado, o comentador critica a “falta de ímpeto reformista” neste novo OE.