Sem nunca se referir diretamente ao PCP ou ao Bloco de Esquerda, o secretário-geral do PS considerou “absolutamente imperdoável a forma como, num momento em que se exigia unidade, em que todos deviam arregaçar as mangas para se recuperar aquilo que se perdera durante a crise pandémica”, se chumbou o Orçamento do Estado para 2022, derrubando o Governo.